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O NOVO BANCO e a Fundação de Serralves lançam a edição de 2019 do Prémio NOVO BANCO Revelação, uma iniciativa que distingue jovens criadores no campo da fotografia contemporânea. As candidaturas decorrem até 30 de junho e o tema é livre. Um júri internacional, de composição diferente em todas as edições, selecionará até quatro projetos finalistas e elegerá de entre estes o grande vencedor. Todos os artistas selecionados recebem uma bolsa de produção no valor de 4.500 euros para a concretização dos projetos. A exposição coletiva que reúne os projetos selecionados e do grande vencedor, terá lugar no Museu de Serralves e inaugurará durante o ultimo trimestre de 2019, em data a anunciar. Será também publicado um catálogo com o trabalho do artista vencedor. São admitidos a concurso projetos de criadores de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas, 30 de junho de 2019). Ao apostar com Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato e promoção da cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses. |
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No âmbito de uma política de partilha com a sociedade portuguesa do seu património, através do NBCultura o NOVO BANCO promove uma estratégia de mecenato cultural por via de um conjunto de iniciativas, designadamente com o Museu de Serralves através deste Prémio. Lançada em 2005, esta iniciativa já distinguiu e premiou 39 jovens artistas. Ao apostar com o Museu de Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses. |
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Sobre os projetos dos artistas finalistas Todos os artistas manifestam, segundo o júri, uma abordagem à fotografia que amplia o alcance e as possibilidades deste meio na arte contemporânea – por exemplo em projetos relacionados com a memória da herança colonial portuguesa (Ana Linhares), ou que baralham noções de autoria e de identidade (coletivo Sem Título 2018), ou que partem da fotografia para explorar noutros meios, nomeadamente a pintura e o vídeo, o caráter impessoal, mecânico, da prática fotográfica (Carlos Arteiro). A atribuição do Prémio a Maria Trabulo deveu-se, segundo o júri, ao caráter aturado e idiossincrático das pesquisas da artista, que a levam no projeto com que concorreu ao NOVO BANCO Revelação a questionar a relação da fotografia com os limites da memória humana – lembremo-nos que ela é fundamental na constituição de arquivos, para práticas de preservação e enquanto ferramenta arqueológica. Maria Trabulo (n.1989, Porto Portugal) vive e trabalha entre o Porto e Viena. Mantém uma prática artística quer individual como em coletivo, tendo realizado várias exposições em Portugal e no estrangeiro. O seu trabalho tem sido premiado por instituições internacionais relevantes e tem desenvolvido várias colaborações com profissionais do campo das artes, arquitetura e artes performativas. Concluiu o mestrado em Art & Science pela Academia de Artes Aplicadas de Viena e possui uma licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pela Academia de Belas Artes da Islândia. |
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Mecenas do Prémio NOVO BANCO Revelação
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Apoio institucional
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