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Conferências | Colóquios e Seminários
O Serviço Educativo da Fundação de Serralves une-se à Tabaqueira, com o apoio do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO – InBIO), na apresentação de um Ciclo de Conferências subordin...
CONVERSA - A Ciência ao Serviço da Comunidade
2018-11-23
![]() O Serviço Educativo da Fundação de Serralves une-se à Tabaqueira, com o apoio do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO – InBIO), na apresentação de um Ciclo de Conferências subordinado ao tema "A Ciência ao Serviço da Comunidade”.
O ponto de partida do Ciclo de Conferências será a comemoração dos dias temáticos, Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento (10 de novembro), reconhecido pela UNESCO, este ano sob o tema "Ciência, um Direito Humano”, e o Dia Nacional da Cultura Científica (24 de novembro), com a realização de uma CONVERSA "A Ciência ao Serviço da Comunidade”, no dia 23 de novembro, pelas 10h00, na Biblioteca da Fundação de Serralves. Está a ciência ao serviço da comunidade? E a comunidade encontra-se recetiva à ciência? É a ciência base do desenvolvimento da sociedade? Estará na ciência a solução sustentável que garante o futuro da humanidade? Qual o potencial transformador da ciência para dar resposta a desafios societais? Quando os financiamentos públicos para ciência se regem por desafios societais, que espaço fica para a ciência fundamental? Numa era onde os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030, definem as prioridades do desenvolvimento global, exige-se uma ação participada à escala mundial de governos, empresas e sociedade civil que potencie e efetive comportamentos ambientalmente responsáveis e ao mesmo tempo promova a prosperidade e o bem-estar de todos. Oradores convidados: Alexandre Quintanilha (Investigador); Paulo Célio Alves (Investigador do CIBIO-InBIO, Laboratório Associado); Gizelle S. Baker* (Diretora de Relações com a Comunidade Científica da Philip Morris International) Moderador: José Vítor Malheiros (Consultor de Comunicação de Ciência)*Participação em inglês, com tradução simultânea O acesso é gratuito mediante inscrição prévia para: a.silva@serralves.pt e limitado à lotação do espaço. ![]() Cresceu e viveu os primeiros 25 anos na África Austral (Moçambique e África do Sul). Os 20 anos seguintes em Berkeley, na Califórnia, e os últimos 25 anos no Porto. Doutorou-se em física teórica, estudou os mecanismos biofísicos e bioquímicos associados ao stress fisiológico, fundou vários institutos de investigação multidisciplinares, e foi professor nas universidades de Berkeley e do Porto. Preside atualmente, entre outras, à Comissão Parlamentar de Educação e Ciência e à Comissão de Ética para a Investigação Clínica. Sempre se dedicou à divulgação do conhecimento. A Doutora Gizelle Baker é Diretora de Relações com a Comunidade Científica (Director Scientific Engagement) da Philip Morris International (PMI) e lidera os esforços da PMI na comunicação dos seus resultados de investigação científica que substancia os seus Produtos de Risco Reduzido (RRPs) junto das autoridades reguladoras, da comunidade científica internacional e outras partes interessadas. Com um Doutoramento em Biometria e Epidemiologia pela Universidade de Medicina da Carolina do Sul (Medical University of South Carolina), possui ampla experiência em bioestatística e gestão de dados e foi fundamental no estabelecimento do programa de redução de riscos de doenças da PMI para fundamentar e quantificar o risco dos RRPs num ambiente pós-mercado. Na sua função anterior, no âmbito da Avaliação Clínica, liderou as equipas de Epidemiologia e Bioestatística da PMI, que projetaram, desenvolveram e implementaram a análise e relatórios dos estudos clínicos e de pós-mercado, a vigilância de segurança do produto e a modelação do impacto na saúde da população. Antes de ingressar na PMI, em 2012, foi Diretora de Bioestatística e Gestão de Dados na OV Clinical Trials, onde apresentou interpretações, instruções e aconselhou a empresas farmacêuticas, de dispositivos médicos e biologia em planos de desenvolvimento clínico, bioestatística, gestão de dados e sistemas de qualidade, segurança de medicamentos/farmacovigilância, e em questões e submissões de âmbito regulatório. Iniciou a sua carreia de investigação como ecólogo, primeiro debruçando-se sobre o coelho-bravo e, de seguida, mudando o foco para as lebres Ibéricas onde passou a combinar ecologia com genética, entrando no campo da Ecologia Molecular. Foi por esta via que continuou o seu trabalho, combinando-o atualmente com a conservação principalmente de lagomorfos e carnívoros em áreas de relevante importância como: i) a avaliação do nível de fragmentação e/ou conetividade entre populações; ii) determinação do grau de hibridação entre espécies selvagens e o seu derivado doméstico como, por exemplo, entre o lobo e o cão; iii) o desenvolvimento e aplicação de métodos molecular não-invasivos para o estudos de espécies raras ou esquivas; e iv) estudo da dinâmica populacional e ecologia de espécies como a lebre, o coelho-bravo e o gato-bravo. José Vítor Malheiros é consultor de Comunicação de Ciência. Foi jornalista durante a maior parte da sua vida profissional e manteve durante dezasseis anos uma coluna semanal de opinião no Público, jornal do qual foi um dos fundadores e onde ocupou diferentes cargos ao nível da edição e da direção. Além da sua atividade como consultor, tem-se dedicado à formação de investigadores em Comunicação Oral e Comunicação Escrita, à formação de jornalistas e ao ensino do jornalismo a nível graduado e pós-graduado. É docente convidado do mestrado de Cultura Científica e Divulgação das Ciências da Universidade de Lisboa. Foi durante vários anos membro da direção da EUSJA - European Union of Science Journalists’s Associations.
DIA DO ASTEROIDE 2017 - PORTUGAL2017-06-30
O Dia do Asteroide é um movimento de alerta global que visa consciencializar a sociedade dos riscos associados ao impacto de asteroides e das medidas necessárias para dotar a humanidade de recursos para a deteção precoce...
DIA DO ASTEROIDE 2017 - PORTUGAL
2017-06-30
![]() O Dia do Asteroide é um movimento de alerta global que visa consciencializar a sociedade dos riscos associados ao impacto de asteroides e das medidas necessárias para dotar a humanidade de recursos para a deteção precoce e consequente mitigação dos riscos em causa. Organização: Orfeu Bertolami (Diretor DFA-FCUP), Manuel Silva (DFA-FCUP, CITEUC), Teresa Seixas (DFA-FCUP, CITEUC), CAUP/IA, Fundação de Serralves Acesso: gratuito pela Rua de Bartolomeu Velho, 141 (Quinta de Serralves) ou pelo Parque para portadores dos bilhetes Parque e Museu. Lotação: a dos espaços (Celeiro e Lagar, Quinta de Serralves) ![]() 11:00 –12:30 Pequenos grandes astros –Atividades ATL (4-12 anos) Coordenação: Dr. Daniel Folha, Dr. Ilídio Costa (Planetário do Porto Centro Ciência Viva, Instituto de Astrofísica) 14:45 –15:00 Sessão de Abertura Prof. Dr. Orfeu Bertolami(Diretor DFA-FCUP) Drª Ana Pinho (Presidente Conselho de Administração da Fundação de Serralves) 15:00 –16:00 Espaço, a fronteira final Prof. Dr. Orfeu Bertolami(Diretor DFA-FCUP) 15:00 –16:00 Transmissão em direto do Luxemburgo Chamada Skypecom Nicole Stott(astronauta da NASA) 16:00 –17:00 Asteroides: vizinhos a conhecer antes que nos visitem Profª DrªTeresa Seixas (DFA-FCUP, CITEUC) 17:00 –17:10 Questões Moderador: Prof. Dr. Manuel Silva (DFA-FCUP, CITEUC) 17:10 –17:30 Pausa para café 17:30 –18:00 Visita guiada à exposição de meteoritos Profª DrªHelena Couto (DGAOT-FCUP) 18:00 –19:00 Sessão de cartazes, visualização de filmes Prof. Dr. Manuel Silva (DFA, CITEUC) Leitura de excertos de "O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry DrªMarisa Monteiro (MHNC-UP)
EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA: Do Palácio de Cristal do Porto (1865) à Exposição de Paris (1937) DE 2016-02-01 a 2016-02-02
Com esta Conferência pretende-se abordar o contributo das Exposições Internacionais para o desenho e construção do espaço exterior, da escala do jardim à escala da cidade, tomando como ponto de partida os jardins do Paláci...
EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA: Do Palácio de Cristal do Porto (1865) à Exposição de Paris (1937)
DE 2016-02-01 a 2016-02-02
![]() Com esta Conferência pretende-se abordar o contributo das Exposições Internacionais para o desenho e construção do espaço exterior, da escala do jardim à escala da cidade, tomando como ponto de partida os jardins do Palácio de Cristal do Porto. Inaugurados há 150 anos para receber a Exposição Internacional de 1865, são, ainda hoje, um dos espaços de referência da cidade. A abordagem termina com a Exposição Internacional de Paris de 1937, planeada por Jacques Gréber, autor do projeto para o Parque de Serralves, espaço de incontornável interesse paisagístico e de importância central na vida contemporânea do Porto e do país. Se os jardins do Palácio de Cristal representam o primeiro, grande e moderno, espaço de recreio na cidade, o Parque de Serralves constitui a última grande quinta de recreio construída no Porto. Por razões distintas, as suas histórias cruzam-se com as das Exposições Internacionais, sobre cujo significado e representações importa refletir. Entre 1865 e 1937 várias Exposições se foram realizando, revelando inquietações e convicções de cada tempo e lugar, com efeitos mais ou menos significativos do ponto de vista artístico, cultural e social. Nesta Conferência interessa olhar para aquelas que, dentro deste período, direta ou indiretamente mais contribuem para o entendimento dos jardins do Palácio de Cristal e dos espaços verdes públicos que, no Porto, se construíram nas décadas seguintes, influenciados pela novidade e dinâmica gerada pela construção daqueles jardins. Por outro lado, a história de Serralves está intimamente ligada às Exposições de Paris de 1925 – determinante nas opções estéticas presentes na construção da propriedade – e de 1937, na qual Gréber assumiu o papel de arquiteto-chefe. Pretende-se, assim, contribuir para aprofundar o conhecimento sobre esta personagem fundamental para o entendimento de Serralves em todas as suas dimensões, seguindo uma linha de investigação cedo iniciada pela Fundação de Serralves. A Conferência dirige-se a profissionais, investigadores e estudantes ligados ao desenho das cidades e dos jardins e ao público em geral, interessado na história do Porto e de Serralves. Comissária: Teresa Marques Lotação esgotada ![]()
Lotação esgotada Prazo de inscrição: 27 janeiro Inscrição: 30€ Inscrições realizadas até 15 janeiro (desconto 20%): 24€ Amigos de Serralves, Estudantes, Maiores 65 anos: 15€ Inscrições realizadas até 15 janeiro (desconto 20%): 12€ - Pode também fazer a sua inscrição por e-mail para bilheteira@serralves.pt, enviando os seus dados juntamente com o comprovativo de pagamento (nome, data de nascimento, morada, código postal, país, e-mail, profissão, caso seja Amigo de Serralves indicar nº de Amigo). Realizar transferência bancária à ordem de Fundação de Serralves (NIB: 0010.0000.86451970001.02). - A inscrição só é válida após receção do comprovativo da transferência bancária. - Não está disponível a venda para apenas um dia. O valor da participação na conferência corresponde a lugar para os dois dias da conferência. - Também existe a possibilidade de comprar presencialmente na receção do Museu de Serralves. Informações Rua D. João de Castro, 210 4150-417 Porto Tel. 226 156 510 E-mail bilheteira@serralves.pt MANHÃ 9h00 Receção 9h45 Abertura Ana Pinho (Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves) Filipe Araújo (Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente, Câmara Municipal do Porto) Apresentação da Conferência Teresa Marques (Comissária da Conferência) 10h20 À procura do progresso entre o Porto e a Europa: caminhos-de-ferro, fotografia e exposições Filipa Lowndes Vicente (Investigadora, Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa, PT) 11h00 Intervalo 11h20 A Exposição Internacional: Plano, Pavilhão, Corolário Marc Treib (Professor Emérito, University of California, Berkeley, USA) 12h00 Dos Jardins aos Palácios de Vidro: Joseph Paxton e a Inspiração da Natureza Kate Colquhoun (Escritora e Historiadora, UK) 12h40 Debate Moderação: João Almeida (Diretor do Parque de Serralves, PT) TARDE 14h30 O Porto em meados do século XIX. Progresso e tradição entre rutura e continuidade Jorge Ricardo Pinto (Professor Coordenador, Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, PT) 15h10 Jardins do Palácio de Cristal do Porto. Inovação, experimentação e influência Teresa Marques (Professora Auxiliar, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT) 15h50 Intervalo 16h15 Mesa Redonda "E o Porto 150 anos depois?” Filipe Araújo (Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente, Câmara Municipal do Porto, PT) Helena Madureira (Professora Auxiliar, Faculdade de Letras, Universidade do Porto, PT) Paulo Araújo (Professor Associado, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT) Nuno Grande (Professor Auxiliar, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra, PT) Jorge Ricardo Pinto (Professor Coordenador, Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, PT) Moderação: Teresa Andresen (Arquiteta Paisagista, PT) MANHÃ 09h30 A Exposição de 1867, um marco para as cidades e os jardins franceses Stéphanie de Courtois (Professora Auxiliar, École Nationale Supérieure d’architecture de Versailles, FR) 10h10 O Jardim no Planeamento Urbano no contexto das Exposições Internacionais. O trabalho de JCN Forestier em Paris, Sevilha e Barcelona Bénédicte Leclerc (Arquiteta e Historiadora, FR) 10h50 Intervalo 11h10 O fim de um estilo-tipo nas Exposições Internacionais: Jacques Gréber, arquiteto-chefe da Exposição Internacional de Paris de 1937 Danilo François Udovicki-Selb (Professor Associado, School of Architecture, University of Texas at Austin, USA) 11h50 Os Jardins na Exposição de 1937: Entre a Horticultura e o Urbanismo. Rumo à Arquitetura Paisagista? Bernadette Blanchon (Professora Associada, École Nationale Supérieure de Paysage, Versailles, FR) 12h30 Debate Moderação: Cristina Castel-Branco (Professora Associada, Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, PT) Nuno Grande (Professor Auxiliar, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade de Coimbra, PT) 13h00 Encerramento João Pedro Matos Fernandes (Ministro do Ambiente) TARDE 15h00 Visitas guiadas (sujeitas a lotação) - Parque de Serralves - por João Almeida (Diretor do Parque de Serralves, PT) - Jardins do Palácio de Cristal - por Paulo Farinha Marques (Professor Associado, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, PT) Bénédicte Leclerc Arquiteta dplg (diplomé par le gouvernement) e historiadora pela EHESS (École des Hautes Études en Sciences Sociales), investiga o desenho urbano europeu nos séculos XVIII, XIX e XX e a sua influência na América Latina. Coordena uma equipa internacional de arquitetos, historiadores e investigadores no âmbito destes temas. É autora de diversas publicações e artigos científicos neste campo de estudos. Foi consultora científica e coordenadora de diversas exposições e seminários, nomeadamente "Jean Claude Nicolas Forestier (1861-1930). Du jardin au paysage urbain” (Paris, 1990), e das atas resultantes deste seminário, em 1994. Tem tido presença assídua em diversas conferências dedicadas aos temas do desenho urbano, jardins e renovação urbana. Bernadette Blanchon Arquiteta, professora associada na École Nationale Supérieure de Paysage de Versailles e investigadora no LAREP (Laboratoire de Recherche de l‘École de Paysage). Colaborou com o Bureau des Paysages, dirigido pelo arquiteto paisagista Alexandre Chemetoff. O seu trabalho enquanto professora e investigadora desenvolve-se no âmbito das paisagens urbanas na era do pós-guerra. Contribuiu para várias publicações, incluindo Women, Modernity and Landscape architecture (2014), L’AUA une architecture de l’engagement (2015), Les espaces publics modernes (1997), Landscape Research (2011), Helvetica Topiaria (2016) e STRATES N°13 (2007). Lecionou em diversas universidades e conferências internacionais e é editora fundadora da revista académica JoLA, Journal of Landscape Architecture. Cristina Castel-Branco Arquiteta Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA). Bolseira Fullbright–ITT, Master in Landscape Architecture pela Universidade de Massachusetts, prosseguindo estudos na Universidade de Harvard. Doutorou-se em 1993 e fez a Agregação no ISA em 2006, onde é Professora desde 1989 nas áreas de História de Arte de Jardins, Ecologia da Paisagem, Desenho e Projeto de espaços públicos. Foi diretora do Programa Doutoral em Arquitetura Paisagista e Ecologia Urbana- LINK de 2009 a 2015. Investigadora e fundadora do Centro de Ecologia Aplicada Bolseira da Universidade de Técnica de Lisboa, e investigadora associada do Centro de História de Além Mar da Universidade Nova. Bolseira de investigação no Dumbarton Oaks Research Library na área de Garden and Landscapes Studies (2015) e na Universidade de Tóquio, Historiographical Institute como Visitor Scholar em 2015. Membro Internacional do ICOMOS, conselheira do Comité Internacional de Paisagens Culturais (UNESCO), fundou e presidiu à Associação Portuguesa dos Jardins e Sítios Históricos, e como projetista (atelier ACB, desde 1990) tem obras premiadas, em Portugal e no estrangeiro. Foi condecorada Officier des Arts et des Lettres em 2013 pelo Governo Francês. Danilo François Udovicki-Selb Professor associado na School of Architecture da University of Texas at Austin, doutorado em História, Teoria e Crítica da Arquitetura pelo Massachusetts Institute of Technology. Tem vasta obra publicada sobre a década de 1930 na União Soviética e em França, especialmente sobre Charlotte Perriand, Le Corbusier e Jacques Gréber. O seu mais recente ensaio neste tema, Reinventing Paris: The Competitions for the 1937 Paris International Exposition, foi publicado no Journal of Architectural Historians (2015). O livro NARKOFMIN: Moisej Ginzburg and Ignatij Milinis (Ernst Wasmuth Verlag, Berlin) é seu trabalho mais recente. É o correspondente norte-americano e crítico de arquitetura para o Il Giornale dell’Architettura, de Turim, Itália. Filipa Lowndes Vicente Investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, doutorou-se na Universidade de Londres, em 2000, com uma tese que deu origem ao livro Viagens e Exposições: D. Pedro V na Europa do Século XIX (2003). É autora de vários artigos e livros, nomeadamente: Outros Orientalismos: A Índia entre Florença e Bombaim, 1860 1900, publicado em Portugal (2009) na Índia e em Itália (2012) e Arte Sem História: Mulheres e Cultura Artística, Séculos XVI XX (2012). Em 2014 editou um livro com a participação de trinta autores O Império da Visão: fotografia no contexto colonial português (1860-1960), resultado de um projeto de investigação que coordenou. Os seus temas de investigação centram-se nos séculos XIX e XX: a produção de conhecimento em contextos coloniais; a história da Índia Colonial; relações entre género e colonialismo; o lugar das mulheres enquanto autoras e criadoras; a história de coleções, museus, exposições, viagens, fotografia. Filipe Araújo Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e mestre em Telecomunicações pela University of Manchester Institute of Science and Technology, no Reino Unido. Quadro superior de uma empresa multinacional de telecomunicações, foi professor convidado na Faculdade de Ciências do Porto entre 2007 e 2011. Membro do Conselho de Administração da Fundação da Juventude, foi deputado à Assembleia Municipal do Porto entre 2005 e 2009. Desde 2013 é vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente do executivo da Câmara Municipal do Porto liderado por Rui Moreira. Helena Madureira Licenciada em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Concluiu em 2001 o Mestrado em Planeamento e Projeto do Ambiente Urbano pelas Faculdades de Arquitetura e Engenharia da Universidade do Porto com uma dissertação sobre os processos de transformação da estrutura verde do Porto. Doutorou-se em Arquitetura Paisagista pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em 2008 com a dissertação «A infraestrutura verde da Bacia do Leça: uma estratégia para o desenvolvimento sustentável na Região Metropolitana do Porto», publicada pelas Edições Afrontamento em 2011. É professora auxiliar no Departamento de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do CEGOT (Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território), centrando-se em temas relacionados com o planeamento do território e da paisagem e com o planeamento urbano sustentável. João Almeida Licenciado em Planeamento Regional e Urbano, na Universidade de Aveiro em 2000, onde integrou até 2002 a equipa de investigação em Ordenamento do Território do Departamento de Ambiente e Ordenamento. Aí Participou em diversos projetos, entre os quais se destacam, o Estudo Paisagístico para a Candidatura do Alto Douro Vinhateiro a Património Mundial da UNESCO e decorrente desta classificação o Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território do Alto Douro Vinhateiro. Em 2005 obteve o grau de Mestre em Arquitetura Paisagista na Universidade de Massachusetts, integrando nesse ano a equipa de investigação em arquitetura paisagista, no Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, participando em projetos como a Proposta de Criação da Paisagem Protegida do Mindelo e o Plano Regional de Ordenamento para a Região Norte. Gestor do Parque de Serralves entre 2007 e 2011. Diretor do Parque desde 2012. Jorge Ricardo Pinto Licenciado, Mestre e Doutor em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). É professor coordenador no Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, professor assistente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e professor convidado no departamento de formação contínua da FLUP. Desenvolve investigação científica em temas como a morfologia e história urbana e a geografia social, no Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, onde é membro integrado, e no Centro de Investigação Interdisciplinar e de Intervenção Comunitária onde é o investigador responsável pelo projeto CHIP. Tem apresentado comunicações em conferências internacionais e publicado artigos científicos, atas de congressos, capítulos de livros e quatro livros. Dois como autor, O Porto Oriental no final do século XIX e Bonfim – Território de Memórias e Destinos, e outros dois como coordenador, Turismo, património e inovação e O 285 da rua de Cedofeita. É subdiretor da revista científica Percursos e Ideias. Kate Colquhoun Autora de cinco livros incluindo o seu primeiro A Thing in Disguise: The Visionary Life of Joseph Paxton (HarperCollins, 2003), nomeado para vários prémios, nomeadamente o Duff Cooper Prize e o Samuel Johnson Prize, dois dos mais importantes prémios para obras não ficcionais atribuídos no Reino Unido. Foi também "Livro da Semana” da BBC Radio4. É escritora a tempo inteiro, revisora e historiadora. Vive em Londres com os seus dois filhos. Escreve com frequência para a imprensa nacional do Reino Unido, nomeadamente para o Sunday Times, o Finantial Times e o Telegraph e é presença assídua na televisão e rádio no Reino Unido. Marc Treib Professor Emeritus de arquitetura na University of California, Berkeley e historiador e crítico da arquitetura e paisagem. Tem vasta obra publicada em temas históricos e modernos, nomeadamente An Everyday Modernism: The Houses of William Wurster (1995); Space Calculated In Seconds: The Philips Pavilion, Le Corbusier, Edgard Varèse (1996); Thomas Church, Landscape Architect (2004); Settings and Stray Paths: Writings on Landscapes and Gardens (2005); Representing Landscape Architecture (2007); Drawing/Thinking (2008); Spatial Recall: Memory in Architecture and Landscape (2009); and Meaning in Landscape Architecture & Gardens (2011) e foi o coordenador editorial de Modern Landscape: a Critical Review (1993). Nuno Grande Arquiteto, curador e investigador em arquitetura. Professor Auxiliar do Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra (DARQ/FCTUC). Professor convidado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, no curso de Mestrado e no programa de Doutoramento em Arquitetura. Licenciou-se em Arquitetura pela Universidade do Porto, em 1992, e doutorou-se pela Universidade de Coimbra, em 2009, onde é investigador do Centro de Estudos Sociais (CES). Foi responsável pela Programação cultural na área de Cidade e Arquitetura, do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Foi curador de exposições na 1ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, na 7ªa Bienal de Arquitetura de São Paulo, ambas em 2007, e em Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura. Prepara exposições, em 2016, na Cité de L’Architecture at du Patrimoine, Palais de Chaillot, Paris, e para a Representação oficial portuguesa na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza. É autor de diferentes livros e ensaios sobre Arquitetura Portuguesa, e escreve ocasionalmente para publicações da especialidade, dentro e fora de Portugal. Paulo Ventura Araújo Nascido em 1966, vive e trabalha no Porto. De 2005 a 2008 integrou a direção da Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente. É coautor, com Maria Carvalho e Manuela Ramos, dos livros À sombra de árvores com história (Campo Aberto, 2004; reed. Gradiva, 2006 e 2008) e Um Porto de árvores (Campo Aberto, 2006; reed. 2013). É também autor do livro de crónicas A Árvore de Natal do Senhor Ministro (Afrontamento, 2009). Desde 2004, mantém com Maria Carvalho o blogue Dias com Árvores, dedicado à flora de Portugal Continental e dos Açores. Stéphanie de Courtois Doutorada em História de Arte, investiga a história de parques e jardins e dos projetistas franceses e estrangeiros do século XIX. Leciona atualmente a disciplina de mestrado "Jardins Históricos, Património, Paisagem” na École Nationale Supérieure d’architecture de Versailles. É membro do Conselho Nacional de Parques e Jardins francês e Secretária do Comitê Científico Internacional para as Paisagens Culturais do ICOMOS-IFLA. Foi coeditora do livro Edouard André, un paysagiste botaniste sur les chemins du monde (2001) e contribuiu para a exposição J’ai descendu dans mon jardin (2011). A sua investigação desenvolve-se no âmbito das transferências culturais e técnicas entre a Alemanha e a França, tendo participado em diversas publicações e conferências, mais recentemente naquelas dedicadas às alterações climáticas nos jardins (Historische Gärten im Klimawandel, 2014) e, também em 2014, no livro Aperçus sur l’art des jardins paysagers, assortis d'une Description détaillée du parc de Muskau, Hermann von Pückler-Muskau (1785-1871). Teresa Andresen Arquiteta Paisagista, doutorada em Ciências Aplicadas ao Ambiente pela Universidade de Aveiro. Lecionou durante 30 anos em três universidades portuguesas e em 2007 tornou-se Professora Catedrática na Universidade do Porto. É autora de diversas publicações, nomeadamente coautora do livro Jardins Históricos do Porto. Dos seus projetos de investigação mais recentes, destaca-se a proposta para uma Rede de Parques Metropolitanos para a Área Metropolitana do Porto. Foi diretora do Jardim Botânico do Porto e do Parque de Serralves e membro da Assembleia Municipal do Porto. Atualmente desenvolve atividade liberal como consultora e é membro do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, do Conselho Municipal de Ambiente do Porto e perita de Portugal na Comissão Permanente do Património Mundial da UNESCO. Comissariou a conferência ‘Jacques Gréber. Urbanista e Arquiteto de Jardins’ que teve lugar em 2011 na Fundação de Serralves. Teresa Portela Marques Arquiteta Paisagista, licenciada e doutorada pelo Instituto Superior de Agronomia (Universidade de Lisboa), é professora auxiliar nos cursos de Arquitetura Paisagista da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e investigadora no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO/INBIO) tendo também lecionado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. A sua investigação desenvolve-se, fundamentalmente, no âmbito da história e crítica das paisagens de amenidade, particularmente das que foram desenhadas no século XIX e primeiras décadas do século XX, assim como no domínio da conservação e recuperação de jardins e paisagens de valor histórico. É coautora do livro Jardins du Maroc, d’ Espagne et du Portugal - Un art de vivre partagé e do livro Jardins Históricos do Porto. Foi diretora do Parque da Fundação de Serralves entre 1994 e 2000.
CASUAL CONFERENCE COM NAWANG NORBU: A Magia do Butão - o Reino da Biodiversidade e de Cultura2015-02-23
Esta Casual Conference é uma oportunidade única para conhecermos o Butão - localizado na parte mais oriental dos Himalaias - como uma reserva única em Biodiversidade e o que o torna culturalmente especial.O Himalaia Orie...
CASUAL CONFERENCE COM NAWANG NORBU: A Magia do Butão - o Reino da Biodiversidade e de Cultura
2015-02-23
![]() Esta Casual Conference é uma oportunidade única para conhecermos o Butão - localizado na parte mais oriental dos Himalaias - como uma reserva única em Biodiversidade e o que o torna culturalmente especial. O Himalaia Oriental é uma paisagem única, talvez o único lugar do planeta onde as áreas de distribuição de duas espécies carismáticas de grandes felinos se sobrepõem: a do tigre e a do leopardo-das-neve. No entanto, muitas áreas desta paisagem especial têm sofrido um rápido declínio do seu coberto florestal. O Butão constitui-se como exceção, possuindo ainda florestas intactas, desde as planícies até aos altos picos do Himalaia. Esta contiguidade florestal, torna o Butão um refúgio seguro para algumas das espécies mais ameaçadas de extinção nesta paisagem. A cultura única, a tolerância espiritual e a liderança do Butão têm desempenhado um papel crucial na manutenção deste último refúgio para a biodiversidade no Himalaia. Nawang Norbu é o Diretor do Instituto Ugyen Wangchuck para a Conservação e Ambiente, no Butão. Interessado pela investigação dos processos ecológicos e em como usar a ciência como meio para a conservação da vitalidade e resiliência dos nossos sistemas ecológicos, Nawang Norbu é doutorado pela Escola Internacional de Investigação Max-Planck, na Alemanha (2014), tem um mestrado da Universidade de Twente (Holanda, 2004), sendo licenciado em Engenharia Florestal, na Universidade do País de Gales (Bangor, Reino Unido, 1998). Acesso: gratuito, mediante levantamento de bilhete na Receção do Museu, no próprio dia e até às 18h30. Lotação: sujeito à lotação do Auditório Nota: A Conferência será falada em inglês, sem tradução simultânea. Para mais informações, contacte Carla Almeida através do email c.almeida@serralves.pt ![]() As Casual Conferences promovem a disseminação do conhecimento científico sobre biodiversidade através do contacto de investigadores nacionais e estrangeiros de reconhecido mérito científico com o público em geral. Este ciclo de palestras, comissariadas pelo CIBIO/InBIO, beneficia do posicionamento que este apresenta no panorama da investigação científica nas diversas vertentes da biodiversidade e possibilita colaborações com diversas instituições de investigação de excelência. O CIBIO é um Centro de Investigação da Universidade do Porto em Ciências Biológicas que desenvolve investigação básica e aplicada nas três principais componentes da biodiversidade: genes, espécies e ecossistemas. Este Centro de Investigação visa promover o avanço do conhecimento científico nos domínios explicitados, colaborar na definição de prioridades de conservação e medidas de gestão junto das autoridades nacionais e internacionais ligadas à conservação, formar estudantes aos mais diversos níveis, e melhorar a compreensão e apreciação pública pela biodiversidade.
O mundo de hoje é cada vez mais complexo, imprevisível e incerto, com inúmeros problemas económicos, políticos e ambientais. Muito debatidas são as questões ligadas a temas como a crise da democracia representativa, a...
"CONHECIMENTO LOCAL E CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO - 1º ENCONTRO"
2014-10-18
![]() O mundo de hoje é cada vez mais complexo, imprevisível e incerto, com inúmeros problemas económicos, políticos e ambientais. Muito debatidas são as questões ligadas a temas como a crise da democracia representativa, a globalização cultural e económica, a distribuição de recursos, custo da energia e segurança alimentar, a crise financeira e económica, a persistência de desigualdades no desenvolvimento, a sustentabilidade, a equidade e justiça social, o envelhecimento da população e os movimentos migratórios. Neste contexto, tem vindo a ser reconhecido o conceito de conhecimento local, como oportunidade e mudança de paradigma. O desenvolvimento sustentável, em particular, serve-se do conhecimento local para construir capacitação e promover a resiliência das comunidades. O uso de estratégias e ferramentas para a integração do conhecimento local das comunidades em processos de decisão, tal como a integração das próprias comunidades através de processos participativos, tem ganho aceitação na última década. Paradoxalmente, o reconhecimento dos sistemas de conhecimento local surge ao mesmo tempo que muitos destes se encontram em risco de extinção, devido às rápidas transformações económicas, políticas, ambientais e culturais. O Serviço Educativo da Fundação de Serralves tem desenvolvido uma colaboração estreita no âmbito de vários projetos de capacitação local para a sustentabilidade com a associação Engenharia para o Desenvolvimento e Assistência Humanitária (EpDAH). O trabalho desenvolvido tem como objetivo a cooperação global solidária para o desenvolvimento humano sustentável, baseada em intervenções conducentes à sustentabilidade da exploração dos recursos naturais, à equidade e dignidade social e à preservação da identidade cultural. No âmbito desta colaboração surge a organização conjunta deste Encontro dirigido ao público em geral e a todos os técnicos que operam no domínio da intervenção local aos níveis social, cultural e/ou ambiental. Acesso: A participação no evento e na visita é gratuita mediante inscrição para apoio.se@serralves.pt ou para 226 156 587 ![]() 09h00 Receção 09h30 Abertura 09h45 Apresentação do encontro 1º PAINEL - CAPACITAÇÃO LOCAL AO SERVIÇO DO AMBIENTE 10h00 REABILITAÇÃO DE RIOS PARA CAPACITAÇÃO E VALORIZAÇÃO LOCAL Pedro Teiga | Engenho e Rio / FEUP 10h15 PLANTAR O FUTURO: CAPACITAÇÃO LOCAL PARA A GESTÃO DA FLORESTA Marta Pinto | Universidade Católica Portuguesa / CRE.Porto 10h30 EDUCAR PARA O AMBIENTE Elisabete Alves | Fundação de Serralves 10h45 Debate 11h00 Intervalo 2º PAINEL - AÇÃO, INTERVENÇÃO E FORTALECIMENTO DE COMUNIDADES 11h30 CAIS RECICLA: OFICINA CRIATIVA PARA REDUZIR O DESPERDÍCIO E TRANSFORMAR VIDAS Cláudia Fernandes | CAIS 11h45 A IDENTIDADE RURAL NO FORTALECIMENTO DAS COMUNIDADES E NA QUALIDADE DE VIDA Roberto Roget | Inginiería Sin Fronteras 12h00 EPDAH: DESENVOLVIMENTO E CAPACITAÇÃO DE COMUNIDADES César Almeida | Núcleo do Porto da EpDAH 12h15 Debate 12h30 Almoço livre 3º PAINEL - CAPTAÇÃO DE CONHECIMENTO LOCAL POR UMA TRADIÇÃO VIVA 14h30 A CULTURA E AS TRADIÇÕES COMO RECURSOS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL: EXEMPLOS DAS TERRAS DE BARROSO Padre António Fontes | Vilar de Perdizes 14h45 O CONHECIMENTO E AS POPULAÇÕES LOCAIS Mário Mesquita | Azulima 15h00 ROTEIRO OFICINAL DO PORTO Alice Bernardo | Ofício 15h15 O CORTEJO DE TRAJE DE PAPEL Júlio Santos | Academia de Danças e Cantares do Norte de Portugal 15h30 Debate 15h45 Encerramento 16h00 Visita guiada ao Parque de Serralves (necessária inscrição prévia) A EpDAH é uma associação sem fins lucrativos, de direito privado, com independência administrativa, financeira, partidária, religiosa, racial ou outra, com sede na Ordem dos Engenheiros e com delegações/núcleos em diversas Universidades. Missão: A Epdah assume como Missão a promoção do desenvolvimento humano através do exercício de uma actividade profissional voluntária e solidária no domínio da Engenharia. Visão: Participar numa cooperação global solidária para o desenvolvimento humano sustentável, baseada em intervenções conducentes à sustentabilidade da exploração dos recursos naturais, à equidade e dignidade social e à preservação da identidade cultural dos povos, articulando o exercício dos diferentes ramos da Engenharia em prol da educação e da cooperação para o desenvolvimento, da assistência humanitária e da resposta a situações de emergência.
CASUAL CONFERENCE COM WALTER ALVAREZ 2014-05-22
"A Study of Big History - supercontinents, and how the portuguese invented science"Nesta conferência serão explorados dois aspetos da relação histórica de Portugal com os continentes e os oceanos, que tiveram lugar a escalas ...
CASUAL CONFERENCE COM WALTER ALVAREZ
2014-05-22
![]() "A Study of Big History - supercontinents, and how the portuguese invented science"
Nesta conferência serão explorados dois aspetos da relação histórica de Portugal com os continentes e os oceanos, que tiveram lugar a escalas temporais distintas. O primeiro prende-se com os navegadores Portugueses dos séculos XV e XVI, que traçaram as fronteiras que separam os continentes dos oceanos, até então desconhecidas dos Europeus. Apresentar-se-á uma nova perspetiva, desenvolvida em colaboração com o historiador de ciência Henrique Leitão, que defende que as viagens de exploração empreendidas pelos Portugueses foram a primeira manifestação do que se veio a definir como ciência moderna, e que podemos, por isso, admitir que os Portugueses inventaram a ciência, e que a primeira ciência moderna foi a geologia, um século antes de Copérnico. O segundo aspeto está relacionado com descobertas muito recentes feitas por geólogos, incluindo especialistas Portugueses, que demonstram que, durante centenas de milhões de anos, a Terra se modificou lentamente ao longo de ciclos entre dois extremos, num dos quais existem continentes dispersos pelo globo, tal como se encontram hoje em dia; e o outro, no qual a maioria das massas continentais se encontra agregadas num único supercontinente, o mais recente dos quais é a Pangeia. Compreender a história do ciclo de supercontinentes dá-nos uma nova e interessante perspetiva acerca das condicionantes geográficas e geológicas que estão subjacentes aos descobrimentos Portugueses. Nesta Conferência será apresentada a publicação do autor Walter Alvarez "As Montanhas de São Francisco - à descoberta dos eventos geológicos que moldaram a Terra”. Entrada gratuita. A conferência será falada em inglês, sem tradução simultânea. Parceiro
![]() ![]() Doutorado em geologia pela Universidade de Princeton, Walter Alvarez desenvolveu o trabalho de investigação para a sua tese no deserto isolado de La Guajira, na Colômbia, vivendo entre Índios Wayúu e contrabandistas.
No entanto, a maior parte da sua atividade de investigação foi desenvolvida em Itália, estudando a geologia arqueológica de Roma, a tectónica do Mediterrâneo, e as inversões magnéticas terrestres registadas em calcários de águas profundas nos Apeninos italianos. Em 1977, iniciou os seus estudos superiores na Universidade de Califórnia, Berkeley, acerca da extinção em massa no final do Cretáceo. Dados obtidos a partir da medição de níveis de irídio em rochas perto de Gubbio revelaram que esta extinção foi devida ao impacto de um asteroide ou cometa gigante na Terra. Com o seu pai, Luis Alvarez, prémio Nobel da Física, Frank Asaro e Helen Michel, publicou em 1980 o artigo que revolucionou a visão, até ao momento gradualista, das extinções ao longo da História da Terra. Em 1991, a hipótese foi confirmada através da descoberta de uma enorme cratera de impacto, escondida sob a superfície da península do Yucatán, cuja origem remonta precisamente à extinção do Cretáceo-Terciário. Atualmente interessa-se pela Grande História, o novo campo que pretende juntar todo o conhecimento sobre o passado do nosso planeta para compreender de forma coerente e abrangente a perspetiva e caráter da história, a uma escala alargada. Recebeu a Medalha Penrose, a mais alta distinção da Sociedade Geológica da América, e também o Grau de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Siena, em Itália, e pela Universidade de Oviedo, no Principado das Astúrias, em Espanha, de onde é originária a sua família. "Os geólogos modernos mostraram nas derradeiras décadas do século XX que a história do nosso planeta assistiu a acontecimentos muito mais assombrosos do que qualquer capítulo espetacular da história humana.
Neste livro, Walter Alvarez, um dos mais destacados geólogos da atualidade, leva-nos em viagem pela cordilheira apenina em Itália — as Montanhas de São Francisco — percorrendo os segredos mais fascinantes escritos nas rochas da Terra. "Nos arquivos rochosos, podemos inteirar-nos de uma colisão colossal, apesar de dolorosamente lenta, entre Itália e a Europa que forçou a ascensão da barreira denteada dos Alpes. E podemos ler acerca de uma outra colisão, esta espetacularmente veloz, na qual um cometa ou asteroide embateu contra a Terra, uma catástrofe que ditou o fim dos dinossauros. E os arquivos falam-nos de vulcões em erupção no local onde atualmente se situa a cidade de Roma, e de uma época em que o mar Mediterrâneo se evaporou, deixando um vasto deserto muito abaixo do nível do mar.” in As Montanhas de São Francisco, 2014, Walter Alvarez
EDUCAR PARA O PATRIMÓNIO COMUM: DO INTANGÍVEL CULTURAL AO INTANGÍVEL NATURAL DE 2013-11-01 a 2013-11-02
No âmbito da comemoração de 25 anos de Educação para o Ambiente em Serralves, a Fundação assinala este marco através da organização desta conferência internacional sobre o tema "Educar para o Património Comum: do...
EDUCAR PARA O PATRIMÓNIO COMUM: DO INTANGÍVEL CULTURAL AO INTANGÍVEL NATURAL
DE 2013-11-01 a 2013-11-02
![]() No âmbito da comemoração de 25 anos de Educação para o Ambiente em Serralves, a Fundação assinala este marco através da organização desta conferência internacional sobre o tema "Educar para o Património Comum: do Intangível Cultural ao Intangível Natural”. A Educação, o Ambiente e a Cultura são hoje realidades transversais. A Fundação tendo o Parque como espaço de excelência para a reflexão contemporânea nestes domínios, pretende não só contextualizar o trajeto da Educação para o Ambiente nos últimos 25 anos, quer em Serralves quer em Portugal mas, igualmente, traçar perspetivas para o futuro. Com o início da descoberta do funcionamento do Sistema Terrestre, os impactos sobre o ambiente abandonaram a escala local e alargaram as relações humanas à escala global. A assunção mundial de tal sistema significa a assunção da nossa interdependência global. Educar para esta interdependência e construir os suportes organizacionais para esta inevitável dimensão global, é um dos maiores desafios com que a nossa civilização se confronta. A uma escala global, a harmonização dos interesses de toda a humanidade, incluindo os das gerações vindouras, com os interesses individuais de cada nação implica a construção de um conceito organizacional que defina no que consiste este novo Global Common. A definição dos limites do Sistema Terrestre capaz de albergar a vida humana e evitar o risco de alterações ambientais globais catastróficas permitirá a formulação de um modelo para a gestão coletiva deste Bem Comum. Com esta conferência lançam-se as bases para a definição destes limites e repensa-se a Educação para o Ambiente enquanto Educação para o Património Natural Comum. Comissariado: Viriato Soromenho-Marques, Paulo Magalhães ![]() Manhã 25 ANOS A EDUCAR PARA O AMBIENTE EM SERRALVES A experiência da Fundação de Serralves como um ponto de partida para a construção de um Património Ecológico Comum da Humanidade. 09h30 Receção 10h00 Abertura - Luís Braga da Cruz, Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves - Jorge Barreto Xavier, Secretário de Estado da Cultura 10h15 Apresentação da conferência - Paulo Magalhães e Viriato Soromenho-Marques, Comissários da conferência 10h30 Educação Ambiental e Bem Comum - raízes, dinâmicas e futuros. - Luísa Schmidt, Instituto das Ciências Sociais da Universidade de Lisboa 11h00 Intervalo 11h30 Serralves e o Ambiente – a génese de um projeto. - Teresa Andresen, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 12h00 O Serviço Educativo da Fundação de Serralves: 25 anos de um percurso na Educação Ambiental. - Elisabete Alves e Rita Rocha, Coordenadora do Serviço Educativo/Ambiente da Fundação de Serralves e Doutoranda em divulgação de ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 12h30 Debate - Moderação: João Almeida, Diretor do Parque de Serralves Tarde A NATUREZA INTANGÍVEL COMO PATRIMÓNIO COMUM O Sistema Terrestre como um novo Global Common. A base científica, a complexidade dos indicadores e o sistema como património. 14h30 Na defesa da tutela dos Global Commons pelas Nações Unidas. - Kul Gautam, Ex-Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas e Vice-Diretor Executivo da UNICEF 15h00 O Sistema Terrestre como um novo Global Common. Reconhecimento de um Património Natural Intangível como base estrutural de um Condomínio Global. - Paulo Magalhães, Quercus/Cesnova-Universidade Nova de Lisboa 15h30 O que medir, como e para quê? A complexidade na definição de indicadores eficazes. - Sara Moreno Pires, Faculdade de Direito, Universidade de Coimbra 16h00 Intervalo 16h30 Os Planetary Boundaries como suporte científico para o Sistema Terrestre como Património Natural Intangível. - Will Steffen, Universidade Nacional da Austrália, Planet Boundaries Initiative 17h00 Há limites do planeta…e então? Definindo soluções jurídicas para a governança global do Sistema Terrestre. - Alexandra Aragão, Faculdade de Direito, Universidade de Coimbra 17h30 Debate - Moderação: Elizabeth Silva, UNESCO Portugal Manhã A CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PATRIMÓNIO COMUM O reconhecimento do Património Natural Intangível e suas consequências. Valores, instrumentos, economia e direito. 10h00 Para além do Custo-Benefício: Como avaliar as fontes naturais de valor? - Viriato Soromenho-Marques, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa 10h30 A Pegada Ecológica das Nações: poderão as sociedades humanas viver no limiar da biocapacidade da Biosfera? - Alessandro Galli, Diretor do Mediterranean Programme, Global Footprint Network 11h00 Intervalo 11h30 Uma Lei Internacional para o Ecocídio - protegendo o direito à vida da Terra. - Polly Higgins, Professora Arnae Naess para a Justiça Global e o Ambiente, Universidade de Oslo 12h00 O eCOMMONy do Património Natural Intangível. - Sander Jacobs, Instituto de Investigação para a Natureza e a Floresta INBO e Nuno Oliveira, CIGEST - ISG 12h30 Debate - Moderação: Arminda Deusdado, Farol de Ideias Tarde EDUCAR PARA UM PATRIMÓNIO COMUM O Património Natural Intangível como uma condição estrutural para uma linguagem comum e uma ação coletiva global. 14h30 A construção de um movimento do Commons como suporte do Condomínio da Terra. - Lisinka Ulatowska, Coordenadora do Commons Action for the United Nations (CAUN) e do UN NGO Major Group Commons Cluster 15h00 Preservando o planeta – um guardião para as gerações futuras. - Catherine Pearce, Diretora do Future Justice, World Future Council 15h30 Proteger o nosso Património Comum: cabe-nos a todos. - Rob Wheeler, Representante ONU, The Global Ecovillage Network (GEN) e Co-Fundador do Common Action for the UN e do Commons Cluster 16h00 Intervalo 16h30 O "Património” na construção de uma linguagem comum: explorando o potencial das suas pluralidades. - Lia Vasconcelos, Universidade Nova de Lisboa 17h00 De exploradores a gestores da Natureza – educar para uma cidadania global. - Nuno Ferrand de Almeida, Diretor do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto 17h30 Debate - Moderação: Iva Miranda Pires, Universidade Nova de Lisboa 18h00 Encerramento - Paulo Lemos, Secretário de Estado do Ambiente Garanta o seu lugar até 31 outubro! - Geral: 10€ - compre aqui o seu lugar - Amigos de Serralves: 9€ - compre aqui o seu lugar - Estudantes, Professores, Educadores: 5€ - compre aqui o seu lugar - Pode também fazer a sua inscrição por e-mail para c.almeida@serralves.pt, enviando os seus dados juntamente com o comprovativo de pagamento (nome, data de nascimento, morada, código postal, país, e-mail, profissão, nº de Amigo de Serralves). Pode realizar transferência bancária à ordem de Fundação de Serralves (NIB: 0010.0000.86451970001.02). A inscrição só é válida após receção do comprovativo da transferência bancária. - Não está disponível a venda para apenas um dia. O valor da participação na conferência corresponde a lugar para os dois dias da conferência. - Também existe a possibilidade de comprar presencialmente na receção do Museu de Serralves. Informações Rua D. João de Castro, 210 4150-417 Porto Tel. 226 156 587 Fax 226 156 594 E-mail c.almeida@serralves.pt Coordenação
João Almeida Elisabete Alves Produção Carla Almeida Sugestões de alojamento por proximidade a Serralves
Assumindo-se como um espaço para a promoção da arte dos jardins, educação ambiental e de encontro entre a comunidade e investigadores, o Parque de Serralves, em colaboração com o CIBIO - Centro de Investigação em Biodiver...
CASUAL CONFERENCES - 2º CICLO DE CONFERÊNCIAS
2012-10-06
![]() Assumindo-se como um espaço para a promoção da arte dos jardins, educação ambiental e de encontro entre a comunidade e investigadores, o Parque de Serralves, em colaboração com o CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos - Unidade de I&D em Ciências Biológicas, acolhida pela Universidade do Porto, retoma o Ciclo de Conferências "Casual Conferences”, promovendo mais uma vez a divulgação do conhecimento científico sobre Biodiversidade através do contacto informal entre o público e investigadores de renome internacional, quer de nacionalidade portuguesa quer estrangeira. Comissariado: CIBIO Acesso: Entrada gratuita, mediante levantamento do bilhete na Receção do Museu: - para garantir o seu lugar, reserve o seu bilhete com inscrição prévia para Ana Oliveira através do email a.oliveira@serralves.pt - até às 19h de 6ªf, 5 Outubro; - no próprio dia, pode levantar o seu bilhete mediante a lotação disponível. 06 OUT 2012 (Sáb), 15h30
PORQUE É QUE A EVOLUÇÃO É VERDADE (MAS POUCOS ACREDITAM NELA)? Orador: Jerry Coyne Entre as maravilhas que a ciência tem revelado acerca do universo, nenhum assunto desperta maior fascínio e debate do que a evolução. Porém, raramente se menciona aquilo que importa: as provas, os dados empíricos que demonstram o processo de evolução por selecção natural. E essas provas são extensas, variadas e grandiosas, provindo de um espectro alargado de investigação científica, desde a genética, a anatomia e a biologia molecular, até à paleontologia e à geologia.
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Jerry A. Coyne
Jerry A. Coyne é Professor no Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago. Completou o seu doutoramento em biologia evolutiva na Universidade de Harvard em 1978, trabalhando no laboratório de Richard Lewontin. Hoje é um dos investigadores mais conceituados nesta área. O objectivo da sua investigação é o de compreender a origem das espécies – isto é, o processo evolutivo que produz grupos distintos na natureza. Para isto, utiliza uma grande variedade de análises genéticas para localizar e identificar os genes responsáveis pelas barreiras reprodutoras entre espécies diferentes da mosca da fruta Drosophila. Através da descrição dos padrões na localização e acção destes genes, Coyne espera destrinçar os processos evolutivos que estão na base das mudanças genéticas e determinar se diferentes pares de espécies apresentam padrões semelhantes, o que implicaria terem seguido caminhos semelhantes na formação de espécies. Coyne publicou mais de 110 artigos científicos e 80 outros artigos, críticas de livros e comentários, bem como o livro académico mais importante nesta área (Speciation, em co-autoria com H. Allen Orr). Tem um papel muito activo na divulgação da ciência para o público, incluindo o muito aclamado livro sobre evolução (Why Evolution is True) e artigos regulares em títulos da imprensa como o The New Republic e o The Times Literary Supplement.
RIO+20: SERRALVES E A CONFERÊNCIA - ECONOMIA VERDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE 2012-05-10 a 2012-07-19
Há vinte anos a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio-92) teve subjacente a necessidade crucial de conciliar o desenvolvimento socioeconómico com a conservação e protecção dos ecossi...
RIO+20: SERRALVES E A CONFERÊNCIA - ECONOMIA VERDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
DE 2012-05-10 a 2012-07-19
![]() Há vinte anos a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio-92) teve subjacente a necessidade crucial de conciliar o desenvolvimento socioeconómico com a conservação e protecção dos ecossistemas da Terra. Além de importantes documentos e contributos para o edifício institucional multilateral, esta Cimeira consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável, que se viria a tornar parte do discurso político nas décadas seguintes. Contudo, nem a implementação das políticas públicas nem a acção privada foram conducentes a um caminho tendente à sustentabilidade, entendida nas suas múltiplas vertentes: ambiental, económica e social. Comissariado: Ana Teresa Lehmann
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TARIFÁRIO
Bilhete conjunto: 20 euros - garanta o seu acesso a todas as sessões deste Ciclo e poupe 15 euros.
SAIBA MAIS SOBRE A CONFERÊNCIA RIO+20
Duas décadas volvidas sobre a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio-92), são alvo de preocupação crescente: Neste contexto, a comunidade internacional, através das Nações Unidas, entendeu ser imperativa uma nova e reforçada abordagem (incluindo a geração de um compromisso político renovado) à temática do desenvolvimento sustentável, numa perspectiva holística, multi-temática, multi-nível e centrada no longo prazo, razão pela qual decorrerá em Junho de 2012 a Conferência Rio+20. Esta Conferência centrar-se-á em dois tópicos: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável. A transição para uma economia verde é, cada vez mais, perspectivada como um eixo fundamental na compatibilização entre prosperidade económica e sustentabilidade ambiental, dois aspectos sobre os quais não deve impender uma inevitável contradição.
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL JACQUES GRÉBER – URBANISTA E ARQUITECTO DE JARDINS DE 2011-11-03 a 2011-11-04
A Fundação de Serralves promove em Novembro uma conferência sobre a figura de Jacques Gréber (1882-1962), o arquitecto e urbanista francês, autor do Parque de Serralves. A Casa de Serralves é o resultado de muita...
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL JACQUES GRÉBER – URBANISTA E ARQUITECTO DE JARDINS
DE 2011-11-03 a 2011-11-04
A Fundação de Serralves promove em Novembro uma conferência sobre a figura de Jacques Gréber (1882-1962), o arquitecto e urbanista francês, autor do Parque de Serralves. A Casa de Serralves é o resultado de muitas autorias onde pontuam sempre as figuras do seu proprietário, Carlos Alberto Cabral 2º Conde de Vizela (1895-1968) e do arquitecto José Marques da Silva (1869-1962). Jacques Gréber, arquitecto formado pela École de Beaux Arts de Paris, em 1909, exerceu parte significativa da sua carreira no continente americano (EUA e Canadá) no âmbito do urbanismo e do projecto de jardins mas também na Europa, sobretudo em França. Os seus projectos de parques e jardins marcam de certa forma o culminar dos jardins das grandes propriedades/quintas dos industriais americanos inspirados pelo grande jardim clássico francês à maneira de André Le Nôtre. A sua intervenção em Serralves, datada de 1932, pode ser considerada um exemplo último. Em 1937, Gréber foi o arquitecto chefe da Exposição Internacional de Paris. Jacques Gréber foi professor de Robert Auzelle (1913-1983), figura incontornável da cidade do Porto, uma vez que foi o autor do Plano da cidade de 1962. Esta conferência aprofundará esta coincidência e aproveitará o momento para em Serralves, um espaço privilegiado para a reflexão e debate sobre a arquitectura, a arte dos jardins e o urbanismo, e inspirados por Jacques Gréber explorar a relação da arte dos jardins e do urbanismo e revisitar feitos e influências na cidade do Porto dos anos 30-60 do século passado. Esta conferência interessará por certo a um leque diverso de profissionais empenhados no desenho das cidades e dos jardins assim como a alunos e investigadores. Comissariado: Teresa Andresen, Manuel Fernandes de Sá ![]() Actividades Relacionadas
INFORMAÇÕES ÚTEIS
Por motivos imprevistos, o programa pode estar sujeito a alterações de calendário.
A sua realização implica a inscrição de um número mínimo de participantes. A inscrição concede aos participantes acesso gratuito ao Museu nos dias de frequência da actividade e respectivo certificado de participação. Em caso de desistência, as devoluções só serão efectuadas se esta ocorrer com um mínimo de 48 horas de antecedência relativa à data de início da actividade. As devoluções não são realizadas de imediato. Só após o seu processamento interno é que são disponibilizados os montantes correspondentes.
VIDEOS
Veja os Videos da conferência: Apresentação da Conferência Teresa Andresen, Universidade do Porto, Portugal e Manuel Fernandes de Sá, Universidade do Porto, PRT "Jacques Gréber: arquitecto, urbanista e criador de jardins” André Lortie, École d´Architecture de Normandie, FR "Jacques Gréber e o plano de 1950 para a região da capital nacional do Canadá” David Gordon, Queen’s University, Kingston, ON, CAN "O movimento City Beautiful: Jacques Gréber em Filadélfia” David Brownlee, University of Pennsylvania, Philadelphia, USA Debate Moderação: João Almeida, Fundação de Serralves, Porto, PRT "Robert Auzelle e Jacques Gréber: hipóteses em torno de um encontro” Fréderic Bertrand, École Nationale Supérieure Architecture de Paris - Belleville, FR "Funcionalismo Orgânico – Robert Auzelle e o Plano Director da Cidade do Porto” Nuno Grande, Universidade de Coimbra e Universidade do Porto, PRT Mesa redonda sobre os Planos do Porto Moderação: Manuel Fernandes de Sá, Universidade do Porto, PRT "As peripécias da arquitectura no processo de construção da Casa de Serralves (1927-1941)” André Tavares, Dafne Editora, PRT "Jardins privados no Porto: da viragem do século XX ao Parque de Serralves” Teresa Marques, Universidade do Porto, PRT Debate Moderação: Teresa Andresen, Universidade do Porto, PRT
INSCRIÇÕES
LOCAL DE INSCRIÇÃO Pode fazer o download da ficha de inscrição AQUI e enviá-la juntamente com o comprovativo de pagamento ao cuidado de Hermínia Couto para h.couto@serralves.pt. DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO FAÇA A SUA ESCOLHA! INSCRIÇÕES ONLINE PREÇO NORMAL
CONDIÇÕES E DESCONTOS
Pagamento no acto da inscrição. Preço Conferência: 25 euros
PROGRAMA
03 NOV (Qui) TARDE - Jacques Gréber e Robert Auzelle 04 NOV (Sex) TARDE EXPOSIÇÃO PUBLICAÇÃO
CASUAL CONFERENCES - 1º CICLO DE CONFERÊNCIAS DE 2011-03-19 a 2011-07-09
Tendo-se assumido, até ao presente, como um espaço para a promoção da arte dos jardins e da educação ambiental, o Parque de Serralves encara agora a sua Missão numa nova vertente, como um espaço de encontro entre a c...
CASUAL CONFERENCES - 1º CICLO DE CONFERÊNCIAS
DE 2011-03-19 a 2011-07-09
Tendo-se assumido, até ao presente, como um espaço para a promoção da arte dos jardins e da educação ambiental, o Parque de Serralves encara agora a sua Missão numa nova vertente, como um espaço de encontro entre a comunidade e os investigadores, tanto das áreas da arte de jardins como das ciências físicas e da vida. As Casual Conferences marcam o início deste programa de actividades, promovendo a divulgação do conhecimento científico sobre Biodiversidade através do contacto informal entre investigadores de renome internacional, quer de nacionalidade portuguesa quer estrangeira, e o público. 1ª CONFERÊNCIA, 19 MAR 2011 (Sáb), 15h30, "A PALANCA NEGRA GIGANTE: A LUTA CONTRA A EXTINÇÃO". Oradores: Pedro Vaz Pinto e Kalunga Lima. Peter Raymond Grant e Barbara Rosemary Grant são um casal de biólogos evolutivos britânicos, Professores Eméritos na Universidade de Princeton, que se distinguiram pelo seu trabalho notável sobre o estudo dos tentilhões de Darwin, e pela demonstração da evolução das espécies através do processo de selecção natural, descrito por Charles Darwin. Na sua Conferência "A evolução dos tentilhões de Darwin”, Peter e Rosemary Grant descrevem-nos alguns dos resultados desta fascinante investigação que tem vindo a ser realizada nos últimos 40 anos nas ilhas Galápagos, nomeadamente sobre como estas espécies podem rapidamente variar através de mecanismos de selecção natural, por exemplo em características como o tamanho do corpo ou do bico, em resposta a alterações do meio ambiente. O trabalho inovador dos Grant e da(s) sua(s) equipa(s) ao longo dos anos, descrito no livro "O Bico do Tentilhão”, de Jonathan Weiner (Prémio Pulitzer), teve uma influência significativa na área da biologia evolutiva, tendo ambos recebido várias distinções como a Medalha Darwin-Wallace, em 2008, conferida pela Linnean Society em cada 50 anos, o Prémio Balzan para Biologia das Populações, em 2005, ou o Prémio Kyoto em Ciências Básicas, em 2009. Como referido na entrega deste prémio "A investigação empírica dos Grant constitui uma das maiores contribuições, desde Darwin, no sentido de tornar a biologia evolutiva numa ciência em que a demonstração é possível”. Actividades Relacionadas
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19 MAR, 04 JUN e 09 JUL 2011
Tendo-se assumido, até ao presente, como um espaço para a promoção da arte dos jardins e da educação ambiental, o Parque de Serralves encara agora a sua Missão numa nova vertente, como um...
CASUAL CONFERENCES - 1º CICLO DE CONFERÊNCIAS
2011-03-19
19 MAR, 04 JUN e 09 JUL 2011 Tendo-se assumido, até ao presente, como um espaço para a promoção da arte dos jardins e da educação ambiental, o Parque de Serralves encara agora a sua Missão numa nova vertente, como um espaço de encontro entre a comunidade e os investigadores, tanto das áreas da arte de jardins como das ciências físicas e da vida. As Casual Conferences marcam o início deste programa de actividades, promovendo a divulgação do conhecimento científico sobre Biodiversidade através do contacto informal entre investigadores de renome internacional, quer de nacionalidade portuguesa quer estrangeira, e o público. O biólogo Pedro Vaz Pinto apresenta uma perspectiva histórica e início das acções de conservação da Palanca Negra Gigante, raríssimo antílope, símbolo nacional angolano, enquadrando a exibição, em estreia europeia, da longa-metragem "O Resgate da Palanca Negra Gigante”. Realizada por Kalunga Lima, também presente nesta sessão, esta longa-metragem retrata os esforços do Projecto de Conservação da Palanca Negra Gigante para salvar esta espécie. Endémica a dois parques nacionais no centro de Angola, a Palanca Negra Gigante era tida como extinta após 27 anos de guerra civil. O filme culmina numa arriscada operação para capturar as restantes fêmeas de raça pura e encontrar um macho no imenso e inacessível Parque Integral do Luando, num último esforço para salvar esta magnífica espécie. Actividades Relacionadas
PEDRO VAZ PINTO
Pedro Vaz Pinto (Angola e Portugal) - Investigador da Universidade Católica de Angola. Coordenador do projecto de conservação da Palanca Negra desde 2003. Em 2005, e com a instalação de câmaras ocultas, proporcionou as primeiras fotografias de palanca negra, que se pensava extinta há mais de 20 anos. Este projecto foi galardoado em 2006 com o Withley Award atribuído pelo Withley Fund for Nature (WFN), tendo sido amplamente divulgado na comun
KALUNGA LIMA
Kalunga Lima (Angola) - Coordenador da LS FILMES, é um cineasta Angolano que cresceu no Canada, e que produz filmes em Angola há mais de 10 anos. É o realizador do documentário sobre a Palanca Negra.
PREÇÁRIO E INFORMAÇÕES
Bilhete normal: 5 euros Bilhetes disponíveis no Balcão de Informações do Museu de Serralves e em Compra Online. Para mais informações contacte: j.almeida@serralves.pt
LONGA METRAGEM "O RESGATE DA PALANCA NEGRA GIGANTE"
Ficha Técnica Género: Documentário - Longa metragem Formato: Alta Definição (1080/25p) Duração: 70´ Sinopse: O Resgate da Palanca Negra Gigante retrata os esforços do Projecto de Conservação da Palanca Negra Gigante para salvar o raríssimo antílope, símbolo nacional angolano. Espécie endémica a dois parques nacionais no centro de Angola, a Palanca Negra Gigante era tida como extinta após 27 anos de guerra civil. Com a ajuda de câmaras ocultas, o biólogo Pedro Vaz Pinto localiza uma manada de Palancas sobreviventes no Parque de Cangandala, no entanto não há machos, a extinção é iminente. O filme culmina numa arriscada operação para capturar as restantes fêmeas de raça pura e encontrar um macho no imenso e inacessível Parque Integral do Luando, num último esforço para salvar esta magnífica espécie. Produtor/Realizador: Kalunga Lima
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No próximo dia 29 de Março realiza-se em Serralves a conferência Alterações Climáticas: o Desafio Após Copenhaga, com o alto patrocínio do Presidente da República. Esta conferência é uma organização da COGEN Por...
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: O DESAFIO APÓS COPENHAGA
2010-03-29
No próximo dia 29 de Março realiza-se em Serralves a conferência Alterações Climáticas: o Desafio Após Copenhaga, com o alto patrocínio do Presidente da República. Esta conferência é uma organização da COGEN Portugal (Associação Portuguesa para a Eficiência Energética e Promoção da Cogeração) e da APGEI (Associação Portuguesa de Gestão e Engenharia Industrial), em parceria com Serralves. Actividades Relacionadas
PROGRAMA
09h15
INFORMAÇÕES ÚTEIS
Inscrições: Ficha de inscrição online: www.cogenportugal.com - Os valores mencionados estão isentos de IVA Cancelamentos Local
CONFERÊNCIA - PAISAGEM E ARQUITECTURA - TOPOLOGIA E TIPOLOGIA DE 2005-02-11 a 2005-02-12
Reconhecendo um renovado interesse, numa esfera cultural alargada, pela reflexão sobre a Paisagem a Fundação de Serralves organizou em 2002 a conferência Paisagem: Tempo e Memória, com a qual o Parque de Serralves inaugurou u...
CONFERÊNCIA - PAISAGEM E ARQUITECTURA - TOPOLOGIA E TIPOLOGIA
DE 2005-02-11 a 2005-02-12
Reconhecendo um renovado interesse, numa esfera cultural alargada, pela reflexão sobre a Paisagem a Fundação de Serralves organizou em 2002 a conferência Paisagem: Tempo e Memória, com a qual o Parque de Serralves inaugurou um ciclo de reflexão e discussão crítica sobre Paisagem, prolongado em 2003 com a conferência Paisagem e Modernismo: Espaço e Ideologia.
A conferência Paisagem e Arquitectura: Topologia e Tipologia dará consequência ao desafio lançado. No Auditório da Fundação de Serralves, nos dias 11 e 12 de Fevereiro, decorrerá uma conferência internacional que reúne um conjunto de especialistas, investigadores e profissionais, portugueses e estrangeiros. Cria--se uma oportunidade singular para a reflexão sobre os temas da Paisagem e da Arquitectura, duas disciplinas cuja teoria e prática se sobrepõem, com uma relação, no tempo e no espaço, complexa e mutante. A Fundação de Serralves, instituição não académica, reafirma na organização e na promoção desta conferência o reconhecimento da Paisagem enquanto produto cultural específico, evolutivo, geográfica e temporalmente inscrito, de construção e representação de identidade. Actividades Relacionadas
PROGRAMA
11 FEVEREIRO 09.00 Recepção 10.00 Abertura Dr. António Gomes de Pinho (Presidente da Fundação de Serralves) 10.15 Apresentação Victor Beiramar Diniz (Director do Parque de Serralves) 10.30 João Belo Rodeia (Presidente do IPPAR) PT 11.15 Intervalo para café 11.30 Wouter Reh (Delft Universiteit) NL 12.15 Saskia DeWitt e Rob Aben (Delft Universiteit) NL 13.00 Almoço 15.00 Camilo Rebelo e Tiago Pimentel (Arquitectos) PT 16.30 Intervalo para café 16.45 Inês Lobo e João Gomes da Silva (Arquitecta/ Arquitecto Paisagista) PT 17.30 Discussão Moderador: Ricardo Carvalho (Arquitecto) PT
11.15 Intervalo para café 11.30 Ana Tostões (Instituto Superior Técnico) PT 15.00 Anita Berrizbeitia (Penn University) USA 17.30 Discussão Moderador: Ricardo Carvalho (Arquitecto) PT 18.30 Encerramento/Ending Session
PREÇÁRIO
PREÇO INSCRIÇÕES: ATÉ 5 FEV 2005
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