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MÚSICA · TEATRO · DANÇA · OFICINAS · PERCURSOS · JOGOS · ARTES E OFÍCIOS No ambiente único do Parque de Serralves, a Festa do Outono marca a chegada da nova estação e celebra a época das colheitas, o reavivar de antigas tradições e costumes, demonstra saberes e práticas ancestrais ligadas à tradição rural, revividos no contexto contemporâneo de Arte e Paisagem que é Serralves. |
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Parque
FESTA DO OUTONO 2018 DE 2018-09-29 a 2018-09-30
ENTRADA GRATUITAARTES E OFÍCIOS | INSTALAÇÕES | JOGOS | MÚSICA | OFICINAS | PERCURSOS | TEATRO | WORKSHOPSEsteja calor ou frio, a Festa do Outono é um pretexto incontornável para celebrar connosco o início de uma nova...
FESTA DO OUTONO 2018
DE 2018-09-29 a 2018-09-30
![]() ENTRADA GRATUITA ARTES E OFÍCIOS | INSTALAÇÕES | JOGOS | MÚSICA | OFICINAS | PERCURSOS | TEATRO | WORKSHOPS Esteja calor ou frio, a Festa do Outono é um pretexto incontornável para celebrar connosco o início de uma nova estação do ano. Com uma programação diversificada ao longo dos dois dias, convidamos as famílias e o público em geral a vivenciar a zona mais rural da Quinta de Serralves, através da participação em workshops, oficinas, percursos, espetáculos de teatro, de música, performances, instalações e jogos. As propostas divertidas, educativas, contextualizadas à luz de algumas práticas, tradições e conceitos ancestrais, são o mote para envolver todo o público. Conhecer, contactar de perto com processos de transformação de algumas fibras têxteis, com a arte da cestaria, com a confeção de receitas que incluem produtos da época, e ainda com temáticas como a flora e a fauna do Parque de Serralves, a Biodiversidade outonal, as raças autóctones, entre muitos outros desafios que evocam a sensibilização para o Ambiente, para a Paisagem, para a ética da conservação e recuperação de valiosos saberes e fazeres, representam desígnios desta Festa. Sem esquecer as diferentes expressões artísticas que trazem para esta celebração o prazer de ver e ouvir abordagens contemporâneas e inovadoras de temas interligados com a sociedade atual, com a essência humana e com o Ambiente. Este é um fim de semana para vir com a Família a Serralves e usufruir de momentos que vão merecer ficar registados! O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141. Por motivos imprevistos, o programa poderá estar sujeito a alterações. ![]()
B Fachada, Éme, Maria Reis, Moxila, Sallim e Lourenço Crespo Super-banda da Música Popular Portuguesa estreada ao vivo na festa do 10º aniversário da Filho Único, no final de 2017, e que actuou este ano no Alkantara Festival. Celebraram selecções do repertório de cada um, e nos arranjos e interpretações inspiradas que se ouviram, sobressaíram as harmonias vocais em estado de graça e as escolhas felizes nos instrumentos acústicos, entre as múltiplas bênçãos desta maravilhosa ode ao trabalho entre amigos. Não se sabe quantas mais aparições este sexteto roda de choro com alma de trio eléctrico nos vai presentear, por isso, a quem está no mesmo comprimento de onda, isto cuidem: este encontro já está marcado. Local: Prado DOM: 18H00 Duração: 1 hora (Punk Filarmónico) Eletrizante, inovadora e extasiante a Káustika é uma banda de originais com influências nas mais diversas áreas da música que vão do clássico à eletrónica, da música tradicional ao jazz. Composta por músicos formados nas mais diversas áreas musicais, mas que têm em comum as raízes no meio filarmónico, a Káustika é um projeto que funde várias sonoridades e estilos de forma única e inovadora. A mistura de escolas, géneros e linguagens musicais culmina na criação de dois espetáculos, com dois estilos marcantes e distintivos: o Punk Filarmónico, um espectáculo itinerante concebido para a rua e o Transe Sinfónico, um espectáculo para salas e grandes palcos. O álbum Transe Sinfónico e o EP Punk Filarmónico compõem a discografia da banda que já dividiu o palco com artistas como Trilok Gurtu, Bezegol e Os Azeitonas. Em 2017, a Káustika editou em vídeo o espetáculo comemorativo dos dez anos, que ficou marcado pela apresentação dos três atos do Transe Sinfónico e onde adotou uma nova imagem mais arrojada e irreverente. A Káustika já se apresentou nos mais importantes palcos do país, como é o caso do Coliseu dos Recreios e Coliseu do Porto e atuou em vários festivais, como por exemplo o Boom Festival, Imaginarius, Andanças e Festival OITO24. Ao som do Punk Filarmónico até quem não dança, balança. No Transe Sinfónico independentemente do local do espetáculo o destino é sempre incerto, mas a viagem, essa, é garantida. Local: Prado SÁB: 18H00 Duração: 1 hora Fanfarra SÁB: 13H15 Duração: 45 minutos Beautify Junkyards Os Beautify Junkyards lançaram o seu terceiro álbum em através da editora de culto inglesa Ghostbox. O álbum, que teve edição em todos os formatos (LP, CD e digital) e distribuição mundial através da State 51, tem tido uma recepção muito calorosa por parte da imprensa especializada nacional e estrangeira e airplay em rádios portuguesas como a Antena 3, Radar e Vodafone FM e também estrangeiras, de onde destacam a BBC 2 e a KEXP. O disco foi considerado álbum da semana no importante site Bleep e tem sido muito elogiado por artistas como DJ Food ou o escritor Simon Reynolds. Este disco sucede aos também aclamados discos "Beautify Junkyards" (2013) e "The Beast Shouted Love" (2015). Local: Prado SÁB: 14H30 Duração: 1 hora Chalo Correia Chalo Correia, cantor,compositor angolano, vive há 27 anos em Portugal. Lançou o seu primeiro Álbum o "Kudihohola" em 2015. Em 2016 o mesmo Álbum é nomeado para concorrer em duas categorias de melhor música popular e artista internet nos prémios da música angolana, Angola Awards Music. Nos seus temas a harmónica é a sua imagem de marca, e a sonoridade que consegue extrair desse instrumento, enquadra naturalmente nos estilos musicais da sua terra natal, como a Rebita, kilapanga,merengue,semba e muzongo,adaptando - os numa corrente universal e contemporânea. Lançou no ano passado o seu mais recente trabalho discográfico o "Akuá Musseque, que à semelhança do primeiro, também foi nomeado na edição 2018 Angola Music Awards em três categorias. Tem se apresentado em vários países da Europa, Africa e Brasil, tocando nos mais conceitudos festivais de world Music. Local: Prado DOM: 15H00 Duração: 45 minutos Palankalama Os Palankalama são um quarteto do Porto que produz música instrumental com influências da música tradicional/folk de várias regiões do mundo. Em 2016 editaram o primeiro disco (homónimo) pela Banzé no qual se dedicaram à exploração de alguma música tradicional norte-americana como o blues, o bluegrass ou a música folclórica de carácter indígena do mesmo continente. O disco apresenta também influências da música latino-americana e uma busca constante de reinventar universos musicais como o de Mark Ribot ou Tom Waits. No novo álbum, lançado em Janeiro de 2018- Boca de Raia - o cavaquinho português aparece como elemento central da formação, trazendo consigo o enorme desafio de incorporar as suas características no contexto sonoro da banda. Local: Prado SÁB: 11H45 Duração: 45 minutos Campânula Parceria: Câmara Municipal da Guarda Com raízes na cidade da Guarda, os Campânula têm como ponto de partida para a sua música, as campainhas de bronze em tempos fabricadas de forma artesanal na aldeia de Maçainhas. Fiéis à sua identidade, onde o ritmo, a energia e a improvisação têm lugar privilegiado, apresentam nesta edição do Serralves em Festa, o seu novo disco "Caixa de Moldar". À semelhança dos trabalhos anteriores – "Maçaínhas” (2001) e "Cumeada” (2011), o grupo continua a ter como inspiração, o pastor transumante, as Beiras e a Serra da Estrela, sendo o resultado final, uma música contemporânea, marcada pelas vivências e memórias de cada um dos seus elementos. Local: Prado DOM: 13H00 Duração: 45 minutos NASCER FUGIR DO MEDO Local: Clareira da Presa SÁB: 15H30 ÀS 16H15 DOM: 14H15 ÀS 15H00 Duração: 45 MIN Dois Espantos passeiam-se pelo campo semântico da palavra nascer, vivendo sucessivas descobertas: a luz do sol; a árvore; o pássaro; uma amizade que desponta; um receio que surge; uma interrogação; uma busca por montes, vales, mares, desertos e cidades; um encontro e a certeza de que o aconchego de uma amizade é o melhor ovo para se nascer. "Antes de chegar aqui, estive numa caixa pequenina, ajustada a mim, onde quase não me conseguia mover. Fui gigante dentro dessa caixa. Era a minha caixa-mãe. Nasci. Estou agora do lado de fora da caixa, no espaço vazio, Tenho encontrado várias caixas-mãe por aí. Nalgumas encaixo-me, como no colo. Outras há que apenas observo. Outras acolho e manipulo eu mesmo. Outras há que me servem de vestidos e máscaras.” Texto e encenação: Isabel Fernandes Pinto Interpretação: Isabel Fernandes Pinto e Sofia Lemos Composição musical e guitarra ao vivo: Joaquim Pavão OBJETOTECA POPULAR ITINERANTE TEATRO DO FERRO Local: Passeio da Levada DOM: Apresentações de 10 minutos dentro da Moby Dick entre as 10H30 e as 12H30 Objetoteca Popular Itinerante 15H00 às 15H45 Numa pequena praça, num largo ou num jardim está instalado um dispositivo que evoca o universo dos vendedores ambulantes e do teatro de feira – uma carrinha branca está no centro desta instalação. A animar esta engenhoca que contém vários palcos de diferentes tamanhos, um circuito de vídeo que filma e projeta em tempo real (e mais umas quantas pequenas surpresas) está uma trupe familiar, mãe, pai e filha acompanhados por amigos e convidados especiais, por regra um(a)cientista e um(a) artista por apresentação. Há música e apelos – venham todos! A função está quase a começar aqui na nossa Objetoteca Popular! O lugar que se constrói está algures entre a memória do pequeno circo familiar e o talk show, entre o comício construtivista e o espectáculo de variedades. E a variedade é mesmo uma das marcas da nossa Objectoteca: há uma pluralidade de temas e discursos que pode chegar a ser desconcertante, mas acreditem - isto anda tudo ligado! Mas afinal o que vem a ser uma Objetoteca Popular Itinerante? É exactamente com essa pergunta que arranca a máquina de divertir e de questionar que pusemos em cena, na rua. Embora a carrinha fique estacionada até ao final, a viagem é feita com rapidez. Através dos objectos presentes ou nomeados, percorremos as lonjuras incomensuráveis do cosmos e chegamos à proximidade de um utensílio quotidiano e, também ele, bem familiar. No final da função as pessoas aplaudem e regressam a casa, os nómadas do teatro experimental popular arrumam a tralha, ou seja, os objectos que com eles fizeram o espectáculo e partem para outras paragens. A vida continua, mas um nadinha diferente. Igor Gandra, Teatro de Ferro Julho 2018 NO RISCO DA SOMBRA EM 365 DIAS COMÉDIAS DO MINHO Local: Lagar SÁB: 12h15 e 15h15 DOM: 12h45 e 16h15 Duração: 30 min «Tic tac, Tic tac… Plinc, plonc… Pumf, pomf… Vu-uu-uu… Tic tac, Tic tac… E recomeça outra vez! O quê? As diferentes estações do ano! Mas começamos por onde? A Primavera chegou, o veado saltou. Os pássaros voltam e todos cantam. No Verão o Sol dá paixão, e aquece o coração. O pirilampo ganha luz e tudo reluz! É tempo de festa! No outono o Sol tem sono e o cervo é dono, as folhas ganham cores e despem as árvores. Sol de inverno, tarde sai e cedo vai, nem no Inverno sem capa, nem no Verão sem cabeça. Chama o esquilo, para que o veado não adormeça!… Tic tac, Tic tac… e começa outra vez! O ciclo da vida. As estações são sinónimo de transformação e de passagem, em cada início assistimos a um lugar encantado e descobrimos com um novo olhar o mundo que nos rodeia.» Criação: Luís Vieira e Rute Ribeiro (A TARUMBA) e a atriz Sílvia Barbosa. Cocriação: Rede de Colaboradores Locais do Vale do Minho (Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira e Paredes de Coura). AR-QUÉ-TIPO RADAR 360º Local: RÓTULA DO ESPELHO DE ÁGUA SÁB: 17H00 ÀS 18H00 DOM: 17H00 ÀS 18H00 Duração: 60 MIN ARQUÉTIPO é uma performance escrita para o espaço público, que convida o espectador a refletir sobre o tema do "Amor” na sociedade contemporânea! A linguagem artística do projecto situa-se entre a dança e a acrobacia contemporânea. A peça transporta para o gesto dramático e para as paisagens urbanas, imagens primordiais, símbolos que nos acompanham desde a nossa mais remota existência e que continuam a povoar até aos dias de hoje, o nosso inconsciente coletivo. De facto, ele não è o Romeu… e ela não é a Julieta, mas a performance propõe-se a ser à sua maneira, uma reescrita improvável de Shakespeare dançado! Assim que se olharam, amaram-se; assim que se amaram, suspiraram; assim que suspiraram, perguntaram-se um ao outro o motivo; assim que descobriram o motivo, procuraram o remédio. - William Shakespeare Direção Artística: António Franco Oliveira Bailarinos | Intérpretes: João Santiago e Joana Martins, Maquinistas | Intérpretes: Julieta Rodrigues e Rui Azevedo Sonoplastia: António Franco Oliveira Cenografia: Américo Castanheira Figurinos: Julieta Rodrigues Co produção: Radar 360º Associação Cultural, Festival DDD OUT Corpo + Cidade , Festival Trengo, Festival Vaudeville Rendez Vous Apoio à criação: Fundação GDA CAVALO~MARINHO Local: PRESA SÁB: 11H00 ÀS 11H45 E 16H15 ÀS 17H00 DOM: 12H30 ÀS 13H15 E 16H00 ÀS 16H45 Duração: 45 MIN Cavalo marinho é uma canção que dança, que convida, puxa, suga todas as crianças para dentro de um Laguário, uma casa sem teto. Ao contarem a sua origem flutuando entre o céu e o fundo do mar, as raparigas cavalo marinho vivem aventuras que nascem nas receitas que preparam no Laguário, a casa sem paredes por onde todos espreitam. Um saxofone faz girar num carrossel de emoções um Jardim de Algas, onde mais uma aventura acontece: uma das raparigas é enrolada por uma onda gigante que a faz atravessar uma Floresta de Búzios, levando as crianças aos telefones do mar. No meio de tudo isto, ela afunda-se, mas...é salva pelas mãos pequeninas. No conforto da água, submersos pela membrana de um ventre, todos vivemos o nascimento dos cavalinhos. Saboreiam-se receitas de algas marinhas, de terra da serra ou de areia da praia? Cocriação: Alice e AnaRaquel Direção Artística: Madalena Victorino. Mar de Histórias Leitura encenada de adaptação da técnica de teatro de papel Kamishibai, a partir do livro "Ahab a Baleia Branca”, de Manuel Marsol, com acompanhamento de um quinteto de sopros. Parceria: Câmara Municipal de Torres Vedras Local: Espelho de Água SÁB: 11h15 e 14h00 DOM: 11h30 e 14h30 Duração: 30 minutos Era uma vez um Mar de Histórias, tantas que contavam o Mundo inteiro e o enchiam com personagens fantásticas. "AHAB, e a baleia branca” são apenas duas delas, mas os livros em que cabem enchem-nos de significados, fazem-nos rir e chorar, inquietam-nos e consolam-nos, dão-nos a perceber o mundo. Queremos, nesta Festa de Outono, que Moby Dick, assim se chama a Baleia Branca, e AHAB, o capitão da perna de pau, continuem a multiplicar-se pela voz e pela música, reunindo as culturas, as épocas e as gerações que essas palavras tocaram, pelo poder e pela magia da Arte. Concepção e Orientação: Município de Torres Vedras (Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino| Galeria Municipal | Centro de Educação Ambiental| Biblioteca Municipal ) Execução da atividade: Técnicas Município de Torres Vedras Música: Quinteto de sopros (clarinete, flauta transversal, tuba, trombone e trompete) levada a cabo por 5 músicos da Banda Filarmónica juvenil da Ermegeira. HORTO - UMA FORMA QUE VEM DO TOQUE Instalação : 10h00 às 19h00 UMA FORMA QUE VEM DO TOQUE Performance Local: CELEIRO SÁB: 11H45 / 14H45 / 17H45 DOM: 12H15 / 14H45 / 16H45 Duração: 15 MIN Horto - Uma forma que vem do toque pretende recriar a noção de estufa, partindo da própria ideia de artificialidade inevitavelmente associada. Na instalação, os visitantes têm a hipótese de se posicionar no lugar das próprias plantas ou, em alternativa, colocarem-se no papel de cuidadores, desencadeando uma interação entre dois diferentes grupos de pessoas. Esta relação parte da troca de afectos entre o homem e a planta: conceito cientificamente designado por Thigmomorphogenesis (do grego thigmo "toque", morpho "forma", e genesis "origem”). A performance associada à instalação recorre à personificação da planta partindo da noção de empenho e carinho como meio para um crescimento mais saudável e virtuoso não só do cultivo como das relações interpessoais. Criação e interpretação: Guilherme de Sousa & Pedro Azevedo Desenho de luz: Francisco Campos Duração aproximada: 15 minutos A instalação foi apresentada pela primeira vez em 2017 no âmbito da Open Call Happy Together, uma iniciativa da Mala Voadora em parceria com a Câmara Municipal do Porto - Fórum do Futuro. AMORE ENANO Local: Jardim Maria Nordman DOM: 10H30 ÀS 11H15 Duração: 50 min Como será a transformação de um ser humano em anjo? Em que momento começa e acaba o amor? O que é o amor? Os anjos têm sexo? Amore é uma proposta in situ sobre as possibilidades de relacionamentos em diferentes idades da vida, os seus sucessos e fracassos. O público e alguns eleitos irão decidir o final ou o início de uma relação que até pode ser continuada após o espectáculo; a única certeza que temos é que o amor está no ar! Espetáculo inteiramente imprevisível tornando o aqui e o agora maravilhoso! Abram corações ao Cupido, o Anjo do Amor! Criação: José Torres Cocriação: Enano Torres José Torres (16-11-74), conhecido mundialmente como palhaço ENANO, é andaluz mas reside em Portugal há mais de duas décadas. O seu trabalho tem sido apresentado em vários festivais de teatro internacionais de teatro de rua. LibertEnano ENANO Local: Jardim Maria Nordman SÁB: 16H15 ÀS 17H15 Duração: 60 min Para o palhaço Enano o importante é sentir que o público esteja perto mesmo estando longe espacialmente. O artista precisa dessa comunhão para a sua existência. LibertEnano é um espetáculo universal, cheio de imprecisões e momentos únicos, onde existe um palhaço fresco, natural, caótico, espontâneo. Uma viagem intensa, intima e divertida à volta de emoções, da inocência, fantasia e generosidade onde artista e públicos se convertem numa grande família. Macaco Chocolate! Criação: José Torres Cocriação: Enano Torres José Torres (16-11-74), conhecido mundialmente como palhaço ENANO, é andaluz mas reside em Portugal há mais de duas décadas. O seu trabalho tem sido apresentado em vários festivais de teatro internacionais de teatro de rua. 100% Paccottiglia Circo Pacco (It) Local: Prado SÁB: 12h30 | 15h30 DOM: 13h45 | 15h45 Paccottiglia (lixo) não é simplesmente um espetáculo de circo. É um espetáculo clownesco que revive e parodia o mundo do circo graças a dois autênticos patifes, Frank Duro e Gustavo Leumann. Refutando o "Nouveau Cirque” e a sua exclusão pelo circo clássico, as dois personagens excêntricos não descansaram até criarem o seu próprio estilo inimitável: o Circo Pacco. À custa de traições mútuas, Frank Duro e Gustavo Leumann desafiam-se usando numerosas patifarias, entre chuvas de pipocas, magias cómicas, sequências de malabarismo e acrobacias excêntricas. Qualquer tentativa de surpreender os públicos vai fracassando num perpétuo jogo clownesco. A companhia de teatro Circo Pacco é constituída por Alessandro Galletti and Francesco Garuti. Dois jovens artistas graduados em Artes Performativas pela Universidade de Turim, no Atelier Teatro Fisico Phillip Radice. O vocabulário performativo da companhia consiste sobretudo em comédia visual não-verbal e teatro físico ao jeito de Lecoq. O espetáculo Paccottiglia tem sido apresentado em numerosos festivais de teatro de rua internacionais. As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar de elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos naturais disponíveis. Estas raças, são parte integrante do património histórico e cultural, contribuindo para a manutenção dos sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade, traduz-se num potencial de valorização ambiental e económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. O PORCO BÍSARO Orientação: Associação Nacional de Criadores de Suínos da Raça Bísara – ANCSUB Local: Estábulos Horário: 12h, 15h, 16h e 17h A Raça Bísara será a "estrela” da Festa do Outono em Serralves. Durante os dias 29 e 30 de setembro, os visitantes poderão ter contato e conhecer melhor esta raça autóctone portuguesa que esteve quase extinta. Desde a sua origem e características até à genuinidade dos seus produtos tão apreciados como o Fumeiro de Vinhais IGP, vamos promover um património genético nacional que está ligado a tradições ancestrais, que importa preservar! ANIMAIS DA QUINTA Orientação: Eliana Barbosa Local: Estábulos SÁB e DOM: 11h00-12h30, 14h00-15h30 e 16h00-17h30 O que são raças autóctones? Que animais destas raças existem na Quinta de Serralves? Esta é uma boa oportunidade para miúdos e graúdos saberem mais sobre as raças autóctones ovinas e bovinas, os cuidados diários a ter com estes animais, bem como em que consiste a sua alimentação e de que forma contribuem para os produtos incluídos na nossa alimentação. Os mais novos vão ainda poder perceber como nascem os pintainhos, conhecer os vários tipos de ovo e quais as suas diferenças. Estão todos convidados a passar um bom momento com estes nossos habitantes! AULA DO BURRO DE MIRANDA Orientação: Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino - AEPGA Local: Passeio da Levada SÁB e DOM: 10h30 | 11h30 | 12h30 |14h30 | 15h30 | 16h30 | 17h30 Duração: 30 minutos Lotação: 16 participantes A Aula do Burro pretende dar a conhecer a raça asinina de Miranda – vulgarmente, conhecido pelo Burro de Miranda -, o seu ciclo de vida, cuidados, características e usos, assim como promover e divulgar os valores culturais e naturais do Planalto Mirandês. A Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2001, que tem vindo a trabalhar para a preservação do Burro de Miranda, sua promoção e dignificação, não só enquanto património genético, mas também enquanto património cultural. Nesse sentido, além da proximidade que mantém com os criadores de forma a garantir o bem-estar de burros e mulas, tem vindo a organizar atividades que divulguem a riqueza cultural do solar deste animal – o Planalto Mirandês. O CAVALO LUSITANO Orientação: Centro Hípico do Porto e Matosinhos Local: Picadeiro SÁB e DOM: 10h00-13h00 | 14h30-19h00 O cavalo Lusitano, de influência árabe e sorraia (raça portuguesa) é uma das raças portuguesas mais conceituadas e uma das mais antigas raças de sela do mundo, sendo montado há mais de 5000 anos. É um cavalo de temperamento dócil e voluntário, por um lado, e ardente e corajoso, por outro. Nesta atividade o público poderá conhecer e contactar com este cavalo que apresenta uma aptidão natural para a alta-escola, uma vez que tem facilidade em pôr os membros posteriores debaixo da massa e projetar-se. Dado o seu porte físico e caráter de colaboração, hoje em dia o cavalo Lusitano começa a ser reconhecido mundialmente noutras disciplinas, tais como Dressage e Obstáculos Saídas de Campo para todas as idades, sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento, dentro do horário de funcionamento. Local: Prado Duração: 45 minutos Lotação: máximo de 25 participantes Pernas que saltam, que agarram ou trepam; braços que voam, que escavam ou nadam; 4, 6 ou 8 patas… Ou muitas mais ou nenhuma; raízes com vários metros ou com milímetros… O Parque de Serralves desdobra-se em multiplicidades de vida! Cada recanto é uma descoberta e cada percurso, uma viagem a um mundo de vidas extraordinárias e deslumbrantes. Através do olhar treinado, e até viciado, dos especialistas exploraremos frações da biodiversidade do caleidoscópio da vida em Serralves! Conceção: Raquel Ribeiro e Teresa M. Fernandes - Equipa Serralves 360°, com a colaboração de investigadores especialistas do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). Serralves 360° é um projeto de colaboração Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para a divulgação de ciência em Serralves. SÁBADO Répteis Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 10h30 Briófitas (musgos) Orientação: Helena Hespanhol Horário: 11h30 Ratinhos e musaranhos Orientação: Joana Paupério Horário: 15h00 Árvores e arbustos Orientação: Teresa M. Fernandes Horário: 16h00 Cogumelos Orientação: Yuri Simone Horário: 17h00 DOMINGO Insetos Orientação: José Manuel Grosso-Silva Horário: 11h00 Líquenes Orientação: Joana Marques Horário: 15h00 Habitats Orientação: Teresa M. Fernandes Horário: 16h00 Anfíbios Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 17h00 Atividades para todas as idades, sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento, dentro do horário de funcionamento. Local: Prado Horário: 10h00-19h00 AVE MINHA, AVE TUA: CHEGA, FICA OU VOA? Orientação: Dina Marques, João Junqueira, Pedro Alves, Nuno Ferreira Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! Ao longo deste mês ocorre uma das mais notórias e simbólicas transformações no mundo das aves. À medida que alguns dos últimos migradores partem rumo ao continente africano, voam até nós as aves que anunciam a chegada do tempo frio. Chegam e partem continuamente, anunciando e celebrando a constante transformação do mundo natural. As últimas sombrias e cartaxos-nortenhos preparam-se para partir e surgem as primeiras felosinhas e papa-moscas-cinzentos. Assistimos a um desfile de avifauna em todas as direções. Quem fica, quem parte e quem regressa? Curiosos? Nós também! Vem fazer parte dos voos do outono. POSTAL DE OUTONO Orientação: André Rodrigues, Carlota Carqueja, Daniela Barbosa, Marco Ramos Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! Quem se lembra dos postais, suporte de mensagens ou apenas de recordações? No outono, com as folhas a multiplicarem as suas cores e a dividirem o seu tamanho numa panóplia de texturas e formas, há uma infinidade de construções que podem ser passadas para o papel! Vamos explorar a imaginação, recriando o outono num cartão-postal. QUE PINCEL! Orientação: Anabela Pereira, Iúri Frias, Joana Torres, Mariana Moranduzzo Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! Imagina que te encontras no meio da Natureza e que te inspiras a fazer uma pintura só com os elementos naturais que encontras à disposição. Nesta oficina damos asas à imaginação e transformamos as folhas outonais dos nossos jardins e bosques em pincéis e em carimbos artesanais que poderás usar para dar corpo às tuas próprias criações artísticas. FOLHAS POR TODA A PARTE! Orientação: Andreia Coutinho, Inês Caetano, Magda Silva, Melissa Rodrigues Caídas, soltas, de árvores, de papel...folhas por toda a parte e folhas por todo o Parque! De olhos no chão, folhas secas iremos procurar para num decalque colorido as transformar. Uma a uma irão depois juntar-se numa instalação em espiral... Vamos ver o que então irá acontecer! KAPIM, KAPAM, KAPOOR! CORPOS ELÁSTICOS Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges Anish Kapoor cria formas que se destacam pela sua dimensão, cores e relação com o lugar onde são apresentadas. Partindo de materiais e cores que predominam na obra do artista, vamos moldar formas e criar esculturas que se combinarão com outras. Juntas transformar-se-ão numa instalação coletiva que irá crescer na paisagem. MOVIMENTOS DEMAIS PARA LUGARES AMENOS Orientação: Cristina Camargo, Inês Soares, Ivone Anes, Joana Nascimento A chegada do outono traz uma nova partida das aves viajantes. Cegonhas, águias, patos, cucos e andorinhas voam para longe e desenham, no céu, rotas de fabulosas viagens, em busca dos dias coloridos e das primaveras amenas. As cores quentes que se juntam na paisagem para a sua despedida, os lugares que atravessam ciclicamente nas suas vidas e as paisagens luxuriantes que as recebem, vão inspirar o desenho e a pintura de mapas imaginários dos movimentos migratórios destas aves. Movimentos sazonais, cíclicos e circulares, que não têm princípio nem fim: a partida é sempre, afinal, um regresso. Desenhos gravados vão girar como os movimentos no ar. Participa nesta aventura! FALL: THE OTHER SIDE OF THE SCIENCE FORCE! … IN PAINTINGS Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! Análise de elementos naturais em quadros [Naturezas Mortas] – tipo de vegetação, animais, paisagem ao longo da história; quadros como elementos de análise da evolução da história natural. FALL: THE OTHER SIDE OF THE SCIENCE FORCE! … IN DRAWS Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! A ilustração científica é uma forma de representação de materiais naturais e de espécies biológicas, acrescentando a tridimensionalidade e a ultra-estrutura interna à imagem normalmente capturada pela câmara fotográfica. Vamos experimentar algumas técnicas de ilustração científica e realizar pequenos exercícios com elementos naturais encontrados no Parque. FALL: THE OTHER SIDE OF THE SCIENCE FORCE!…IN BOOKS Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores - ScienceWars – May Science be with you! Os herbários são livros vivos de ciência. Guardam uma coleção biológica que permite reconstituir a história do planeta. Nesta oficina vamos criar livros botânicos com espécimes presentes no Parque. PELA TINTA FORA Orientação: Catavento, Projetos Educativos Tinta no pincel ou na mão, vem dar asas à imaginação! Conceção e orientação: Catavento ESPALHA PALHAS Orientação: Catavento, Projetos Educativos No fardo, pelo chão, no ar, nas mãos… Vem dar vida à palha que se espalha e participar da construção! ORIGA_MAR NO OUTONO! Parceria: Câmara Municipal de Espinho Horário: 10h – 12h30 e 13h30 – 19h Com o tempo a ficar mais fresquinho, vamos ginasticar os nossos dedinhos e "Origa_mar no papel", ao som das folhinhas que caem alegremente no Outono. LEVA O OUTONO CONTIGO! Parceria: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Com a chegada do Outono, as árvores ficam de diferentes matizes. Aproveita e leva-as contigo, inseridas numa folha de papel ou gravadas em cerâmica sob a forma de um pendente! CULTIVE AS SUAS AROMÁTICAS Parceria: Câmara Municipal de Lisboa Horário:10h – 11h, 11h30 - 12h30, 14h - 15h, 15h30 - 16h30, 17h - 18h Dar conhecimentos básicos sobre as técnicas de plantação e cuidados de manutenção das plantas aromáticas, geralmente utilizadas na decoração de terraços e varandas. PELA CALÇADA Parceria: Câmara Municipal de Lisboa Horário: 10h – 11h, 11h30 - 12h30, 14h - 15h, 15h30 - 16h30, 17h - 18h Sensibilização sobre a calçada portuguesa, que tem como objetivo mostrar como o calceteiro executa o seu trabalho, realçando a componente artística da profissão. ATELIER DE SAIS DE BANHO Parceria: Câmara Municipal da Figueira da Foz Horário: Domingo (10h – 12h30 e 14h – 19h) A utilização de sais de banho proporciona relaxamento e bem-estar e ajuda a limpar, hidratar, perfumar, desintoxicar a pele e a potenciar a ação dos cremes hidratantes. Estão disponíveis no mercado, mas também podem ser produzidos artesanalmente ao gosto de cada um, com recurso a óleos perfumados e a sal marinho. O sal marinho artesanal da Figueira da Foz é um produto natural que mantém na sua composição todos os sais minerais que se encontram na água do mar e será com ele que neste atelier vamos fazer sais de banho. NATUREZA MÓVEL Parceria: Câmara Municipal de Ovar Horário: Sábado (10h – 12h30 e 14h – 19h) Os espaços naturais do município de Ovar servirão como inspiração para a oficina Natureza Móvel numa festa dedicada às famílias. Explorando a biodiversidade da Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos e do Parque Ambiental do Buçaquinho, vamos construir mobiles vegetais semelhantes a pranchas de herbário. AGUADAS DE OUTONO – POSTAIS DE AGUARELA Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Horário: 10h-13h Pintura de postais a aguarela tendo como tema as paisagens de Outono. PAUSAS – MARCADORES DE LIVROS Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Horário: 14h-16h Pintura de marcadores de livros com os pormenores de Outono como tema. MEMÓRIAS DE OUTONO - ALFINETES DE PEITO Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Horário: 16h30 - 19h Construção de alfinetes de peito em pasta cerâmica tendo as folhas de Outono a temática da oficina. Com bolota também se faz o pão! Herdade do Freixo do Meio Local: Sala Multiusos SÁB e DOM: 11h00-12h00| 15h00-16h00 Lotação: limitada ao espaço disponível Um dos dramas nutricionais da nossa espécie é a tendência para a monotonia alimentar. Alimentamo-nos basicamente de seis grandes produtos quando temos na natureza uma panóplia muito maior. Há seis séculos a bolota já foi o nosso principal alimento e é um dos alimentos mais equilibrados para o ser humano, caracterizado por um poder antioxidante, uma gordura semelhante à do azeite, substituindo diretamente a farinha de cereais, a batata e a amêndoa, permitindo a confeção de alimentos como o pão, bolos, bolachas, pastéis de nata, bombons, filhoses, doçaria regional, sopa, croquetes, hambúrgueres, enchidos, pratos confecionados, café, licor, aguardente, cerveja, gin, gelado e iogurte... Com o acompanhamento da Herdade do Freixo do Meio vamos falar e conhecer a maravilhosa matéria-prima que é a bolota e perceber as suas propriedades, potencialidades e modos de produção, regressando ao Agroecossistema Medieval do Montado. A Herdade do Freixo do Meio é uma herdade alentejana onde, em 1990, uma nova geração retomou o desafio de a gerir como um Bem Comum. Elegeu a Agroecologia como ética de gestão regressando ao Agroecossistema medieval do Montado, como forma de abordar o presente e de construir o futuro. Sabores de outono! Mãe Natureza Local: Sala panorâmica SÁB e DOM: 10h00|11h30| 14h30|16h00|17h30 Lotação: limitada ao espaço disponível Na contemporaneidade global em vivemos, é fácil perdermos a noção das sazonalidades. Conseguimos obter tomates e uvas o ano todo mas a que preço ambiental e social? E com que sabor? Vamos voltar a sintonizar-nos com o ritmo natural dos produtos alimentares e aprender e trocar receitas inovadoras e aquelas que ficaram esquecidas nos livros da avó, com as cores, texturas, aromas e sabores desta estação do ano. Cerâmica Artística Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Orientação: Fundação Castro Alves Local: Prado DOM: 14h-19h Com o objetivo de promover a arte cerâmica através do processo de moldagem e pintura, neste atelier foi explorada a cultura do barro, criando peças de expressão livre. Foi proporcionada uma experiência enriquecedora, onde a imaginação e a sensibilidade tiveram lugar, no sentido de conceber e produzir formas e técnicas emergentes da perceção criativa. Aconchegos de outono Parceria: Câmara Municipal de São João da Madeira Orientação: Turismo Industrial de São João da Madeira Local: Prado DOM: 10h-19h Chegou o outono! É tempo de aconchegar a cabeça e os pés para os passeios no nosso Parque do Rio Ul! Vamos descobrir os segredos do Parque de S. João da Madeira e criar os nossos próprios aconchegos! Curiosos chapéus e sapatos irão surgir! Pintura de azulejos Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Orientação: Fundação Castro Alves Local: Prado DOM: 10h-13h Pretende-se que todos os participantes ponham à prova a sua criativa e imaginação, na pintura de um azulejo, tendo por base o tema do outono. SABER-FAZER EM SERRALVES Local: Prado Conceção e coordenação: Alice Bernardo SABER FAZER EM SERRALVES oferece uma viagem através das singularidades da Manufatura, contextualizando o conhecimento sobre técnicas de produção e transformação de fibras têxteis à luz de preocupações atuais. Através de atividades de experimentação poderemos aprender sobre os diversos processos de transformação têxtil - da lã em bruto à tecelagem, passando pela fiação e feltragem. VISITA GUIADA: O CICLO DA LÃ, DA OVELHA AO TECIDO Ponto de partida: Prado (junto ao cercado das ovelhas) SÁB e DOM: 16h00 Em visita guiada, o público é convidado a conhecer e relacionar todas as fases associadas ao processamento da Lã - desde o contacto com os ovinos até à preparação da fibra, fiação e tecelagem. EXPERIMENTAÇÃO DE FIAÇÃO/TRABALHO DA LÃ Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-19h00 Nesta atividade o público poderá aprender sobre a técnica da fiação, experimentando produzir fios de lã com recurso a fusos manuais e rodas de fiar. EXPERIMENTAÇÃO DE FELTRAGEM Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-19h00 Uma proposta para aprender e experimentar a Feltragem, uma técnica ancestral que nos permite criar superfícies têxteis usando nada mais que lã, água e sabão. EXPERIMENTAÇÃO DE TECELAGEM Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-19h00 Nesta atividade o público poderá ficar a conhecer os princípios básicos da tecelagem sob a orientação de artesãos, aprendendo o que são tecidos, como se criam e tecem em diferentes teares. EXPERIMENTAÇÃO DE CESTARIA Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-19h00 Uma proposta para aprender as técnicas básicas e conhecer as ferramentas e materiais próprios da cestaria, realizando a construção de um cesto de vime, do início ao fim. O COBERTOR DE PAPA E OUTROS FIOS DA MEMÓRIA Parceria: Câmara Municipal da Guarda Local: Prado SÁB e DOM: 10h-12h30 |14h-19h Com um longo e complexo processo de fabrico, desde a tosquia da lã, à sua lavagem passando pela fiação, tecelagem e cardagem, o Cobertor de Papa passou a ser uma imagem de marca pela qualidade e simbologia, fortemente ligada ao mundo da pastorícia, não fosse uma das mantas conhecida por Pastor, por ser utilizada pelos pastores de uma das encostas da Serra da Estrela ou mesmo a Manta Lobeira, com forte ligação à transumância de gado que então se fazia. Esta mostra recorda a memória de uma longa tradição, complementada pela demonstração de tecelagem num tear manual onde as famosas mantas de trapo ou farrapo eram tecidas. ATELIER CRIATIVO DE ELABORAÇÃO DE "RODILHAS” Parceria: Câmara Municipal da Figueira da Foz Orientação: Biblioteca Municipal da Figueira da Foz SÁB:10h-12h30 |14h-19h A arte de fazer rodilhas faz parte das tradições, usos e costumes das gentes do salgado da Figueira da Foz. As rodilhas - pequenas almofadas circulares, abertas no centro- foram desde sempre usadas pelas mulheres para proteger a cabeça do peso das canastras (gigas) com sal, que carregavam. Confecionadas com tiras de trapos, fios, lãs, fitas, etc., atualmente são também peça de artesanato que pode ser criada e personalizada, de acordo com o gosto e criatividade de cada um. Dinamizado pela artesã figueirense Aida Antunes, o atelier incentiva o interesse dos jovens pelo conhecimento da cultura popular, desenvolve o espírito criativo e promove o reaproveitamento de materiais (tecidos, fitas, fios). ESPARTEIRO: ARTE DE ENTRELAÇAR Parceria: Câmara Municipal de Abrantes Local: Prado SÁB e DOM: 10h-12h30 |14h-19h O concelho de Abrantes tem uma estreita ligação ao azeite e a algumas profissões com ele relacionadas. Transportamos para Serralves uma mostra de produção artesanal de seiras e capachos, outrora uma arte indispensável ao funcionamento dos lagares tradicionais. A localidade das Mouriscas constituiu um polo local com um importante peso na produção de seiras e capachos de esparto. Trata-se de um registo do concelho que visa a preservação dos costumes da terra e das gentes… um legado do passado que nos ajudará a compreender o presente e a preparar o futuro. MODELAGEM E PINTURA EM BARRO Parceria: Câmara Municipal de Barcelos Orientação: Museu de Olaria Local: Prado SÁB: 10h-12h30 |14h-19h A oficina de modelagem em barro e pintura decorativa, proporciona ao público em geral o contacto direto, a observação e valorização de um importante património, no qual se destacam a Olaria e o Figurado, que caracterizam a identidade cultural de Barcelos, cidade que integra a Rede das Cidades Criativas da Unesco, na área do artes e ofícios tradicionais e que são produções certificadas desde 2008. JOGO DA BIODIVERSIDADE Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-13h00| 14h30-19h00 Duração: 20 minutos Lotação: limitada ao espaço disponível Lança os dados e joga a sorte à tua sabedoria. De glória em glória vamos aprender muitas curiosidades sobre a biodiversidade onde o Parque de Serralves e o nosso tabuleiro. Os morcegos são insetos? De que se alimentam os gaios? E as bufas-de-lobo, onde aparecem? Conceção: Raquel Ribeiro e Teresa M. Fernandes - Equipa Serralves 360°, com a colaboração de investigadores especialistas do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). Serralves 360° é um projeto de colaboração Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para a divulgação de ciência em Serralves. SE EU FOSSE UM LOBO IBÉRICO O jogo procura explorar a temática da conservação do habitat do lobo através de um conjunto de questões de forma participativa e dinâmica. Conceção: Associação de Conservação do Habitat do Lobo Ibérico - ACHLI Local: Estábulos SÁB e DOM: 10h00-13h00| 14h30-19h00 Duração: 20 minutos Lotação: limitada ao espaço disponível À DESCOBERTA DO LOBO IBÉRICO Um desafio à descoberta das características do Lobo Ibérico. Conceção: Associação de Conservação do Habitat do Lobo Ibérico - ACHLI Local: Estábulos SÁB e DOM: 10h00-13h00| 14h30-19h00 Duração: 20 minutos Lotação: limitada ao espaço disponível A ACHLI tem como objetivo contribuir para a preservação da paisagem natural e cultural de áreas sensíveis em território nacional, em particular nas áreas onde se detete a presença do lobo ibérico. JOGO DO SAL Local: Prado Parceria: Câmara Municipal da Aveiro Orientação: Serviço Educativo dos Museus de Aveiro Horário: 10h – 12h30 e 14h – 19h Um grande tabuleiro de jogo à espera de ser percorrido por pequenas equipas que, em várias casas, através de perguntas, descobrem Aveiro e a sua ligação às marinhas de sal (o sal, a ria, a fauna, a flora, a história da cidade, os museus…). Noutras são convidados a experienciar as suas descobertas provando aqui uma pitada de flor de sal, ali um berbigão amarelinho de ovos-moles, acolá um ramo de salicórnia... os sabores e aromas que definem a cidade e a Ria de Aveiro. O que é? A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia desde 2005, com o objetivo de celebrar a ciência e de a aproximar dos cidadãos. Enquadrada nas Ações Marie (Sklodowska) Curie, a Noite Europeia dos Investigadores ocorre em simultâneo em mais de 30 países e 300 cidades por toda a Europa. ScienceWars – Porquê? ScienceWars – May Science be with you! é mote e tema para uma divertida e emocionante batalha intergaláctica para um futuro mais sustentável com a ajuda da Ciência. Neste evento vão ser abordadas temáticas de I&D essenciais para a sustentabilidade dos planetas – Health, Food, Energy, ICT e Environment – fazendo uma ligação com a saga StarWars e com o universo galáctico. Ao longo deste evento, que vai decorrer no Palácio das Artes no dia 28 de setembro e na Fundação de Serralves nos dias 29 e 30 de setembro, os participantes vão ser encorajados não só a interagir com investigadores de diferentes áreas científicas, mas também a tornarem-se investigadores por um dia. Ciência e diversão são os ingredientes principais de um conjunto diversificado de atividades que incluem experiências, workshops, concursos, networking, conferências, espetáculos, animação e muito mais.
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FESTA DO OUTONO 2019 DE 2019-09-28 a 2019-09-29
Com a entrada da nova estação do ano, a Festa do Outono celebra e evoca antigos saberes e fazeres, tradições de cariz rural, biodiversidade e natureza, relações entre o conhecimento ancestral e o contemporâneo, convívio ao...
FESTA DO OUTONO 2019
DE 2019-09-28 a 2019-09-29
![]() Com a entrada da nova estação do ano, a Festa do Outono celebra e evoca antigos saberes e fazeres, tradições de cariz rural, biodiversidade e natureza, relações entre o conhecimento ancestral e o contemporâneo, convívio ao ar livre e proporciona o contacto com um ambiente de sensibilização para práticas e modos de estar mais sustentáveis, à luz das preocupações atuais. Na Quinta de Serralves e, durante um fim-de-semana, a diversificada programação, representada por diferentes expressões artísticas e tendências ambientais, envolve famílias e público em geral, num entusiasmo saudável e divertido. Ao longo de dois dias, o público pode participar em oficinas lúdico-pedagógicas, com abordagens ao ambiente e às artes, percursos e jogos que apresentam a biodiversidade do Parque, ateliers de manufatura com exemplificação e experimentação de técnicas de produção e transformação de fibras têxteis, workshops temáticos, e assistir igualmente a espetáculos de teatro e de música que deliciam miúdos e graúdos, performances e instalações inovadoras, não esquecendo a interação com os animais do Parque, que, como bons anfitriões, convidam a saber mais sobre as raças autóctones portuguesas. Muitas serão as histórias que, ao longo da última década, a Festa do Outono deixou na memória de muitas famílias e, muitas mais, irá construir. Dirigida a todos, a festa marca a agenda de setembro na cidade do Porto, com a oportunidade de participação em inúmeras atividades que suscitarão o interesse e a alegria pelas experiências encantadoras que o evento oferece.
FESTA DO OUTONO 2017 DE 2017-09-23 a 2017-09-24
ENTRADA GRATUITA MÚSICA · TEATRO · DANÇA · OFICINAS · PERCURSOS · JOGOS · ARTES E OFÍCIOS No ambiente único do Parque de Serralves, a Festa do Outono marca a chegada da nova estação e cele...
FESTA DO OUTONO 2017
DE 2017-09-23 a 2017-09-24
![]() ENTRADA GRATUITA MÚSICA · TEATRO · DANÇA · OFICINAS · PERCURSOS · JOGOS · ARTES E OFÍCIOS No ambiente único do Parque de Serralves, a Festa do Outono marca a chegada da nova estação e celebra a época das colheitas, o reavivar de antigas tradições e costumes, demonstra saberes e práticas ancestrais ligadas à tradição rural, revividos no contexto contemporâneo de Arte e Paisagem que é Serralves. À semelhança do que aconteceu em 2016, também em 2017 a Festa tem dois dias e renova o convite às Famílias para juntas participarem em atividades criativas e educativas: percursos de descoberta da fauna e da flora do Parque, processos de transformação de algumas fibras têxteis e da arte da cestaria, espetáculos de música, de dança, teatro e atividades de descoberta de alguns exemplares de animais de raças autóctones. Este vai ser um fim de semana em família, com momentos bem passados, com experiências inovadoras e muito divertimento à mistura! ACESSO O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141. PROGRAMA Esta edição da Festa do Outono integra o programa das Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas ao tema Património e Natureza. Consulte aqui o programa completo (pdf). Por motivos imprevistos, o programa poderá estar sujeito a alterações. ![]() ![]() ![]()
Atividades para todas as idades, sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento, dentro do horário de funcionamento. Locais: Prado e Celeiro Horário: 10h00-19h00 SÁBADO AS VOLTAS DA PALHA Orientação: Catavento, Projetos Educativos Fardos de palha fazem a alegria das crianças, que neles podem trepar, pular, subir e descer. E não há família que não goste de tirar uma fotografia tendo este cenário como pano de fundo. Mas a palha também serve para outras brincadeiras. Com o auxílio de alguns materiais e muita criatividade, vamos criar objetos que tudo têm a ver com esta Festa: vais querer um espantalho ou uma coroa? BORDAR SEM PARAR! Orientação: Andreia Coutinho, Magda Silva, Melissa Rodrigues, Rita Faustino Mãos às linhas, ponto a ponto, fio a fio! A instalação vai-se desenhando de memórias, cores e histórias. O que será… uma manta, um tapete? Cruza aqui, estica acolá. Um ponto e um nó, o que daqui sairá? LIVROS COM CHEIRO A OUTONO Orientação: Cristina Camargo, Ivone Almeida, Mariana Assunção, Sofia Santos Nesta Festa do Outono vamos celebrar a Natureza! Vem descobrir como com tintas, carimbos e pincéis, criados pela Natureza, se podem fazer desenhos e pinturas. A coleção de pinturas que fizeres servirá para construir as páginas de um livro com cheiro a outono! MANIFESTO VERDE Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges Vamos dar voz às preocupações ambientais de todos os visitantes da Festa do Outono. Que dizer, denunciar ou sugerir? As crianças têm sempre mensagens surpreendentes! Vamos fazer cartazes e bandeiras e começar a manifestação! NO MUNDO DOS PEQUENOS SERES Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Local: Celeiro Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte No mundo dos pequenos seres, os líquenes e musgos são quase mágicos. Ora são algas, ora são fungos, ora são plantas, mas sem raízes ou folhas. Estas pequenas sentinelas são verdadeiros cientistas do ambiente, anunciando a saúde da nossa atmosfera. O que guardam de tão especial para reagir à poluição? Com microscópios e lupas, nada como observar! NO TRILHO DE NATURALISTAS Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte Um Naturalista e? um estudioso, um curioso, um apaixonado pelo mundo natural. A ciência está repleta de grandes naturalistas, cujas explorações nos chegam através de histórias bem guardadas em vitrinas, caixotes, cadernos e envelopes. Vamos guardar numa caixinha todo este mundo imaginário das histórias botânicas e dos animais escondidos. Uma rocha, uma folha, uma amostra de água...O que guardarei na caixinha? OUTONO PINTADO Orientação: Catavento, Projetos Educativos Cavaletes pela Quinta, tintas de várias cores e outras para tu fazeres, são o mote para pinturas garridas, pinturas sorridentes, pinturas vivas e pinturas divertidas. Para isso é só pegares no papel, no pincel, dar largas à imaginação e colorir esta Festa do Outono com um bocadinho de ti! Sendo o outono a época da queda da folha e da flor, peças em gesso com formas de folhas e flores estarão à disposição dos participantes para serem decoradas a partir da pintura. QUANTO CO2 GUARDAM AS ÁRVORES DO MEU JARDIM? Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte Cada árvore de um jardim, de um parque, ou de um pátio de uma Escola, é um guardador de dióxido de carbono (CO2), impedindo-o de se libertar para a atmosfera. São, por isso, consideradas as guardiãs do clima no nosso planeta. Sabes quanto CO2 guardam as árvores do teu jardim? Vamos calcular! UM PEIXE NA HORTA - DEMONSTRAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO PARA NBS (NATURE BASE SOLUTIONS) Parceria: Câmara Municipal do Porto OFICINA DE AGRICULTURA URBANA Parceria: Câmara Municipal do Porto Horário: 12h00-13h00; 15h00-16h00 O cultivo dos próprios alimentos permite a utilização de vegetais mais frescos e nutritivos na nossa alimentação. No entanto, sobretudo nas cidades, nem sempre temos disponível um local para a prática da agricultura. Neste espaço demonstramos que é possível fazê-lo em nossas casas ou locais de trabalho com recurso a múltiplas soluções inspiradas na Natureza (NBS – Nature Based Solutions). WORKSHOP "RECEITAS DE OUTONO” Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Horário: 11h00; 12h00 Com recurso a alimentos da época e, sob a orientação da nutricionista Ana Isabel Monteiro, as famílias vão poder realizar duas receitas simples, mas deliciosas! Vamos todos a aprendê-las e prolongar no nosso paladar as boas memórias desta Festa do Outono! DOMINGO AS VOLTAS DA PALHA Orientação: Catavento, Projetos Educativos Fardos de palha fazem a alegria das crianças, que neles podem trepar, pular, subir e descer. E não há família que não goste de tirar uma fotografia tendo este cenário como pano de fundo. Mas a palha também serve para outras brincadeiras. Com o auxílio de alguns materiais e muita criatividade, vamos criar objetos que tudo têm a ver com esta Festa: vais querer um espantalho ou uma coroa? BORDAR SEM PARAR! Orientação: Andreia Coutinho, Magda Silva, Melissa Rodrigues, Rita Faustino Mãos às linhas, ponto a ponto, fio a fio! A instalação vai-se desenhando de memórias, cores e histórias. O que será… uma manta, um tapete? Cruza aqui, estica acolá. Um ponto e um nó, o que daqui sairá? COMIDA DO FUTURO Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Local: Celeiro Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte Já pensaste em tudo o que é necessário para produzir cada peça de roupa ou cada alimento que tens em casa? Se o Ambiente tivesse uma moeda e conseguíssemos traduzir todos os pequenos passos em valor, ficarias espantado com a pegada ecológica dos nossos hábitos diários. Grilos, microalgas, tremoço e alfarroba - conseguirás imaginá-los em petiscos saborosos? ESTAÇÕES DO ANO Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte As estações do ano são um apelo ao despertar dos sentidos. Como percecionamos o passar do tempo? As noites frescas, os dias mais pequenos, as mudanças de cor na paisagem, o adormecer lento do turbilhão de vida no Parque… Conseguiremos desvendar por que ocorrem as estações do ano, os equinócios e os solstícios? Ou por que começam as folhas a revelar cores escondidas quando chegam os dias mais pequenos? FRUTOS DE OUTONO Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica Apoio: Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte No outono as árvores preenchem-se com uma variedade de frutos que polvilham os sabores do nosso imaginário, através das compotas, geleias e licores caseiros. A representação quase científica dos quadros de naturezas mortas revela, com grande precisão, a biodiversidade de uma época nas suas fantásticas tonalidades amarelas, vermelhas e laranja. Vamos desmontar essas composições, analisando os tipos de frutos e os seus ciclos de vida. LIVROS COM CHEIRO A OUTONO Orientação: Cristina Camargo, Ivone Almeida, Mariana Assunção, Sofia Santos Nesta Festa do Outono vamos celebrar a Natureza! Vem descobrir como com tintas, carimbos e pincéis, criados pela Natureza, se podem fazer desenhos e pinturas. A coleção de pinturas que fizeres servirá para construir as páginas de um livro com cheiro a outono! MANIFESTO VERDE Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges Vamos dar voz às preocupações ambientais de todos os visitantes da Festa do Outono. Que dizer, denunciar ou sugerir? As crianças têm sempre mensagens surpreendentes! Vamos fazer cartazes e bandeiras e começar a manifestação! MÓBILES AO VENTO Orientação: Anabela Pereira, Dina Marques, Filipa Godinho, Joana Mendonça O que mexe com o vento? Esculturas inconstantes que dançarão ao ritmo do vento serão as esculturas mais entusiasmantes da Festa! Com elementos naturais, próprios do outono, vamos primeiro explorar noções de movimento e equilíbrio e depois construímos objetos simbólicos que não sabem estar quietos! OUTONO PINTADO Orientação: Catavento, Projetos Educativos Cavaletes pela Quinta, tintas de várias cores e outras para tu fazeres, são o mote para pinturas garridas, pinturas sorridentes, pinturas vivas e pinturas divertidas. Para isso é só pegares no papel, no pincel, dar largas à imaginação e colorir esta Festa do Outono com um bocadinho de ti! UM PEIXE NA HORTA - DEMONSTRAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO PARA NBS (NATURE BASE SOLUTIONS) Parceria: Câmara Municipal do Porto OFICINA DE AGRICULTURA URBANA Parceria: Câmara Municipal do Porto Horário: 12h30-13h30; 16h00-17h00 O cultivo dos próprios alimentos permite a utilização de vegetais mais frescos e nutritivos na nossa alimentação. No entanto, sobretudo nas cidades, nem sempre temos disponível um local para a prática da agricultura. Neste espaço demonstramos que é possível fazê-lo em nossas casas ou locais de trabalho com recurso a múltiplas soluções inspiradas na Natureza (NBS – Nature Based Solutions). WORKSHOP "RECEITAS DE OUTONO” Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Horário: 11h00; 12h00 Com recurso a alimentos da época e, sob a orientação da nutricionista Ana Isabel Monteiro, as famílias vão poder realizar duas receitas simples, mas deliciosas! Vamos todos a aprendê-las e prolongar no nosso paladar as boas memórias desta Festa do Outono! Orientados por Investigadores do CIBIO-InBIO daqui partirão diversos percursos exploratórios da fauna e flora do Parque de Serralves. Local: Prado Duração: 45 minutos Lotação: máximo de 25 participantes Conceção: equipa Serralves 360º, com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). Serralves 360º é um projeto de parceria entre a Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para divulgação de ciência em Serralves. SÁBADO OS RÉPTEIS DE SERRALVES Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 11h00 Os répteis são dos animais mais incompreendidos, em grande parte devido ao desconhecimento da sua biologia e ecologia. A maioria das espécies que ocorre em Portugal é totalmente inofensiva e todas optam primordialmente pela fuga quando se sentem ameaçadas. O seu comportamento esquivo e discreto permite-lhes passar despercebidos, tornando a sua observação um desafio. Quem se junta na busca pelos répteis do Parque de Serralves? À DESCOBERTA DOS LÍQUENES DE SERRALVES Orientação: Joana Marques Horário: 15h00 Os líquenes são seres que resultam da simbiose entre um fungo e uma alga ou cianobactéria. Podem assumir diferentes formas, cores e tamanhos, e colonizam os mais diversos habitats, como troncos de árvores ou rochas. As cerca de 19 000 espécies atualmente conhecidas em todo o mundo atestam o sucesso desta união. Apesar da sensibilidade de algumas espécies à poluição, no Parque de Serralves é possível encontrar um alargado leque de espécies. Venha conhecê-las! DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MICROMAMÍFEROS Orientação: Joana Paupério Horário:16h00 Apesar de serem muitas vezes considerados como pestes e vetores de doenças, os micromamíferos são, na realidade, uma peça chave para o equilíbrio dos ecossistemas. Além de representarem a base de dieta de muitas espécies, como mamíferos carnívoros, aves de rapina e répteis, são também dispersores de sementes e predadores de grande quantidade e diversidade de invertebrados. No Parque de Serralves podem observar-se pelo menos três espécies: o rato-das-hortas, o rato-caseiro e o musaranho-de-dentes-brancos. Aprenderemos aqui quais as técnicas utilizadas no estudo deste grupo de animais. À DESCOBERTA DAS ÁRVORES E ARBUSTOS DE SERRALVES Orientação: Sofia Viegas Horário: 17h00 O Parque de Serralves é reconhecido pela diversidade do seu património arbóreo e arbustivo, composto por mais de 8 000 exemplares, muitos deles centenários. Cedros-do-Atlas, sobreiros, araucárias, e sequoias são apenas alguns exemplos das 230 espécies presentes, originárias de todas as partes do globo. Venha dar a volta ao mundo sem sair do Parque! DOMINGO AS BRIÓFITAS DE SERRALVES Orientação: Cristiana Vieira; Helena Hespanhol, Juliana Monteiro Horário: 11h00 Devido às suas pequenas dimensões, as briófitas passam muitas vezes despercebidas, camufladas ou escondidas em qualquer ambiente, natural ou urbano. Desempenham papéis essenciais em muitos ecossistemas, tais como a reciclagem de nutrientes e a fixação de carbono, e são as primeiras colonizadoras de muitos espaços impróprios para a fixação de outros tipos de plantas, contribuindo para a formação de solo. Vamos pelo Parque explorar os diversos recantos e nichos por elas colonizados e descobrir estes pequenos seres! OS INSETOS DO OUTONO EM SERRALVES Orientação: José Manuel Grosso-Silva Horário:15h00 Os insetos, artrópodes com 3 pares de patas e o corpo dividido em 3 segmentos, representam cerca de 90% de todas as espécies animais conhecidas. Os insetos podem ser herbívoros, predadores, polinizadores e decompositores, são elementos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. Borboletas, escaravelhos, joaninhas, gafanhotos, quais iremos observar de perto neste percurso? OS ANFÍBIOS DE SERRALVES Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 16h00 O Parque de Serralves serve de habitat a 5 das 18 espécies portuguesas de anfíbios. Esta considerável diversidade em ambiente urbano servirá de mote a um percurso à descoberta destas espécies pelos diferentes habitats, essenciais à sua presença no Parque. HABITATS DE SERRALVES Orientação: Teresa Matos Fernandes Horário: 17h00 A paisagem é composta por mosaicos de habitats. Nos 18 hectares do Parque de Serralves é possível observar diferentes tipos de habitats, que o tornam num espaço muito rico ao nível sensorial e ao nível da Biodiversidade aqui existente, sendo um elemento chave da estrutura ecológica da cidade do Porto. Neste percurso venha conhecer a diversidade morfológica e ecológica do Parque! ESTÁ NA HORA, VAMOS EMBORA Leitura encenada do livro "Le lio net l’oiseau”, de Marianne Dubuc, com exploração musical da paisagem sonora do Parque de Serralves pelo grupo Musica à Lareira. Parceria: Câmara Municipal de Torres Vedras (Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino) Local: Parque de Verdes SÁB: 11h00; 12h00; 13h30; 15h00; 16h00 DOM: 11h00; 12h30; 14h00; 15h45; 16h45 Duração: 30 minutos Público-alvo: público geral Há pássaros viajantes: o gavião que tendo perdido o g se transforma em avião e continua a voar, passando pela andorinha, sempre prontinha a perseguir o sol, pois não quer morrer de frio, ou pela tonta cegonha que um dia nos carregou e depois deixou cair no colo da nossa mãe, onde ficámos tão bem. Que mapas estão escondidos nas suas cabeças pequeninas? Mas se não podem voar, onde poderão ficar? Num buraco pequenino, que por ser muito pequeno se chama só buraquinho? Serve a juba do leão, que é o rei da bicharada e a tem farta e fofinha para lá poderem brincar? Bom, o melhor é perguntar! Programação: Ana Meireles (Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino) Execução: Ana Gonçalves, Vera Fortunato (Serviço Educativo da Biblioteca Municipal, do Município de Torres Vedras) Música: Ruben Monteiro, Carla Costa (Musica à Lareira) As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar de elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos disponíveis. Estas raças, parte integrante do património histórico e cultural do país, contribuem para a manutenção de sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade traduz-se num potencial de valorização económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. ANIMAIS DA QUINTA Orientação: Eliana Barbosa SÁB e DOM: 11h00-12h30, 14h00-15h30 e 16h00-17h30 Local: Estábulos As crianças normalmente questionam: como vivem os animais da Quinta? O que comem? Onde dormem? Têm sentimentos? O que nos podem dar? Estas são algumas das respostas que esta atividade pretende fornecer aos mais pequenos. Propomos a toda a família que venha observar, conhecer os hábitos e as características dos animais, o seu dia-a-dia, aprendendo a zelar pelo seu bem-estar. A RAÇA MARINHOA Orientação: EABL - Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira SÁB e DOM: 10h00-13h00; 14h30-19h00 Local: Picadeiro Com o objetivo de divulgar e promover a raça Marinhoa, convidamos o público a visitar o Picadeiro da Quinta de Serralves e contactar com alguns exemplares desta raça. Todos poderão aprender mais sobre as vantagens das raças autóctones relativamente às exóticas, bem como conhecer as suas especificidades. A Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira (EABL) foi criada em 1991 e tem como missão: disponibilizar serviços que visem o melhoramento e aumento da rendibilidade dos efetivos bovinos, particularmente dos de aptidão leiteira, designadamente através da introdução e divulgação de novas tecnologias, apoiando os produtores e assim contribuir para o desenvolvimento e a sustentabilidade do setor agropecuário nacional. AULA DO BURRO DE MIRANDA Orientação: AEPGA (ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E PROTEÇÃO DO GADO ASININO) SÁB e DOM: 10h30, 11h30, 12h30; 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 Local: Passeio da Levada Duração: 30 minutos Lotação: 16 participantes Sensibilizar todo o público para a importância da conservação do Burro de Miranda, dando a conhecer o seu ciclo de vida e revalorizar a imagem desta raça autóctone ao nível nacional, são os objetivos desta atividade. O que come? Quanta água bebe? De que cuidados necessita para o seu bem-estar? Quais as suas características e os seus usos? Nesta aula singular vamos saber as respostas e fascinar-nos pela raça asinina de Miranda, atualmente ameaçada de extinção. A Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2001, que tem vindo a trabalhar para a preservação do Burro de Miranda, sua promoção e dignificação, não só enquanto património genético, mas também enquanto património cultural. Nesse sentido, além da proximidade que mantém com os criadores de forma a garantir o bem-estar de burros e mulas, tem vindo a organizar atividades que divulguem a riqueza cultural do solar deste animal – o Planalto Mirandês. O CAVALO LUSITANO Orientação: CENTRO HÍPICO DO PORTO E MATOSINHOS SÁB e DOM: 10h00-13h00; 14h30-19h00 Local: Picadeiro O cavalo Lusitano, de influência árabe e sorraia (raça portuguesa) é uma das raças portuguesas mais conceituadas e uma das mais antigas raças de sela do mundo, sendo montado há mais de 5000 anos. É um cavalo de temperamento dócil e voluntário, por um lado, e ardente e corajoso, por outro. Nesta atividade o público poderá conhecer e contactar com este cavalo que apresenta uma aptidão natural para a alta-escola, uma vez que tem facilidade em pôr os membros posteriores debaixo da massa e projetar-se. Dado o seu porte físico e caráter de colaboração, hoje em dia o cavalo Lusitano começa a ser reconhecido mundialmente noutras disciplinas, tais como Dressage e Obstáculos. Local: Prado Através da demonstração e experimentação, embarcamos numa viagem através das singularidades da Manufatura e de alguns ofícios tradicionais. Contextualizando o conhecimento numa das fibras têxteis mais conhecida e usada – a Lã -, vamos aprender sobre os diversos processos de transformação que envolvem esta matéria-prima: desde a fiação, à tecelagem e feltragem, passando pelas técnicas de tinturaria. Nos ateliers serão dadas a conhecer algumas técnicas associadas à Linogravura, azulejaria e gesso, e será exemplificado o trabalho permitido pelas fibras vegetais, como o buinho, o vime e o castanho. SÁBADO ATELIER DE BUINHO Parceria: Câmara Municipal de Beja Horário: 11h30-19h00 Entrelaçar o buinho na mais pura tradição alentejana é uma técnica que se vai perdendo com o tempo e são cada vez menos os homens e mulheres que a dominam. Certamente que muitos identificarão as cadeiras e bancos com fundo e costas em buinho, mas poucos conhecerão o seu método de fabrico, os gestos necessários para criar, com essa fibra vegetal, esses objetos que tanto invocam o imaginário de artes & ofícios do Alentejo. Guiados pelo Mestre Manuel Pica, o público pode experimentar as técnicas mais básicas e ficar a conhecer algumas das histórias que este ancestral ofício nos conta. ATELIER DE CERÂMICA Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Orientação: Fundação Castro Alves Horário: 14h00-19h00 Com o objetivo de promover a arte cerâmica, através do processo da moldagem e pintura de uma peça cerâmica, neste atelier vamos explorar a cultura do barro, criando peças de expressão livre. Esta será uma experiência enriquecedora, onde a imaginação e a sensibilidade têm lugar, no sentido de concebermos e produzirmos formas e técnicas emergentes da nossa perceção criativa. ATELIER DE PEÇAS EM GESSO, LINOGRAVURA, AZULEJARIA Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Orientação: A Casa ao Lado Horário: 10h00-19h00 Neste atelier vamos contactar com algumas técnicas da Linogravura e de criação de azulejos originais. É uma oportunidade de realizar experiências de impressão e de desenho e pintura em azulejo e gesso, incluindo imagens de folhas, árvores despidas e ramagens, ou não fosse o outono o tema da Festa! CESTARIA Parceria: Câmara Municipal da Guarda Horário: 10h00-18h00 cestaria (nome feminino) 1. local onde se fazem ou vendem cestos 2. grande quantidade de cestos e cestas 3. indústria de cesteiro Num sentido lato, a cestaria pode ser vista como um conjunto de objetos ou utensílios obtidos através de matéria-prima de origem vegetal que depois de devidamente tratada é habilmente moldada pelo artesão que lhes procura dar uma funcionalidade. Não só a infinidade de objetos, formatos e feitios, mas também a qualidade e utilidade deste tipo de artesanato têm justificado a sua preservação. O vime e o castanho são ainda hoje matéria de excelência para a produção desta arte que as nossas gentes souberam perpetuar ao longo dos séculos. A cestaria no Concelho da Guarda continua a ser uma atividade indispensável na economia da vida rural e doméstica da Beira Interior. CICLO DA LÃ Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 10h00-13h30 Ao tosquiar as ovelhas obtemos a lã e são os processos pelos quais a lã passa para ser transformada em fio, que vão ser a descoberta desta oficina. Vamos lavar, cardar e fiar para obter um lindo fio de lã, usando ferramentas próprias como cardas, fusos e rodas de fiar. TINTURARIA NATURAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 Dar cor aos tecidos é uma arte pouco conhecida. Vamos descobrir que muitas plantas que encontramos em parques, jardins, hortas e campos, podem dar cor aos tecidos e vivenciar o processo de preparar a lã e as plantas para tingir e obter fios coloridos. TECELAGEM MANUAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário:14h30-19h00 Entrelaçar fios para obter um tecido é uma arte ancestral. Nesta atividade podermos descobrir os princípios básicos da tecelagem e experimentar tecer em tear manual com fios de lã e elementos da Natureza. INTRODUÇÃO À FELTRAGEM Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 A feltragem é o processo mais antigo de usar a lã. Moldando a lã apenas com água e sabão podemos obter tecidos fortes e impermeáveis. Vamos descobrir a feltragem e criar bolas, ovos e pulseiras com lã. FIAÇÃO MANUAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 Com a ajuda de fusos e da roda de fiar vamos transformar um conjunto de flocos de lã com fibras desordenadas num fio de fibras orientadas e presas por torção. DOMINGO ATELIER DE BUINHO Parceria: Câmara Municipal de Beja Horário: 10h00-13h00; 14h00-17h30 Entrelaçar o buinho na mais pura tradição alentejana é uma técnica que se vai perdendo com o tempo e são cada vez menos os homens e mulheres que a dominam. Certamente que muitos identificarão as cadeiras e bancos com fundo e costas em buinho, mas poucos conhecerão o seu método de fabrico, os gestos necessários para criar, com essa fibra vegetal, esses objetos que tanto invocam o imaginário de artes & ofícios do Alentejo. Guiados pelo Mestre Manuel Pica, o público pode experimentar as técnicas mais básicas e ficar a conhecer algumas das histórias que este ancestral ofício nos conta. ATELIER DE PEÇAS EM GESSO, LINOGRAVURA, AZULEJARIA Parceria: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Orientação: A Casa ao Lado Horário: 10h00-19h00 Neste atelier vamos contactar com algumas técnicas da Linogravura e de criação de azulejos originais. É uma oportunidade de realizar experiências de impressão e de desenho e pintura em azulejo e gesso, incluindo imagens de folhas, árvores despidas e ramagens, ou não fosse o outono o tema da Festa! CICLO DA LÃ Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 10h00-13h30 Ao tosquiar as ovelhas obtemos a lã e são os processos pelos quais a lã passa para ser transformada em fio, que vão ser a descoberta desta oficina. Vamos lavar, cardar e fiar para obter um lindo fio de lã, usando ferramentas próprias como cardas, fusos e rodas de fiar. TINTURARIA NATURAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 Dar cor aos tecidos é uma arte pouco conhecida. Vamos descobrir que muitas plantas que encontramos em parques, jardins, hortas e campos, podem dar cor aos tecidos e vivenciar o processo de preparar a lã e as plantas para tingir e obter fios coloridos. TECELAGEM MANUAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário:14h30-19h00 Entrelaçar fios para obter um tecido é uma arte ancestral. Nesta atividade podermos descobrir os princípios básicos da tecelagem e experimentar tecer em tear manual com fios de lã e elementos da Natureza. INTRODUÇÃO À FELTRAGEM Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 A feltragem é o processo mais antigo de usar a lã. Moldando a lã apenas com água e sabão podemos obter tecidos fortes e impermeáveis. Vamos descobrir a feltragem e criar bolas, ovos e pulseiras com lã. FIAÇÃO MANUAL Conceção e coordenação: Alexandra Contreiras, Dália Lourenço Horário: 14h30-19h00 Com a ajuda de fusos e da roda de fiar vamos transformar um conjunto de flocos de lã com fibras desordenadas num fio de fibras orientadas e presas por torção. MURAL COLETIVO Com Inês Peres e Teresa Adão da Fonseca Local: Picadeiro SÁB e DOM: 10h00-12h00; 13h00-19h00 Aqui o público é convidado a participar, despertando o lado criativo que todos temos dentro de nós. Inspirado no ambiente natural criado pelo próprio espaço, vamos fazer um grande mural orientado pelas artistas Ines Peres e Teresa TAF. Todos serão convidados a observar as formas orgânicas presentes nos troncos, folhas e árvores do jardim, e a transportar com as tintas, os pastéis, as canetas, e o stencil (carimbos) estas formas para o desenho em formato gigante, recriando um mundo encantado e colorido, inspirado nas cores do outono. Elementos orgânicos, encontrados no jardim, podem integrar o Mural. Convidamos todos a observar a evolução da cocriação durante os dias da Festa do Outono, e que este espelhe o sentido criativo que nos caracteriza enquanto humanos. Esperamos a vossa participação! ROYAL BERMUDA Local: Prado SÁB: 14h00 Duração: 1 hora Duo de guitarra e guitarra. Royal Bermuda é a exótica Saudade. Música que bebe da tradição, mas também navega nos muitos mares que a rodeia: de Salvador da Bahia a Odessa, de Miranda do Douro a Mindelo. Fazem música simples, desde a balada mais profunda até à mais fogosa folia. SOPA DE PEDRA Local: Prado SÁB: 18h00 Duração: 1 hora Grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional. Habituadas desde pequenas a cantar, e, cada qual vinda do seu canto do Mundo, acabaram por se encontrar no Porto, em 2012, e criar este ninho onde partilham o gosto pela música tradicional portuguesa e pelas composições de cantautores portugueses que nela se inspiraram, como Zeca Afonso, José Mário Branco, João Loio e Amélia Muge, cujas canções integram atualmente o repertório do grupo. O reportório do grupo inclui sobretudo música de tradição oral das várias regiões portuguesas, estendendo-se dos cânticos mirandeses de Trás-os-Montes às baladas açorianas, das cantigas de adufeiras da Beira Baixa ao Cante alentejano. Mas também há nele lugar para músicas tradicionais de outros países, como Espanha e Israel, ou para temas originais. Tal como no conto popular da Sopa de Pedra, a criação musical começa com uma base simples - uma pedra, uma tradição, uma melodia, um cantar - a que, ao longo do tempo, se vão adicionando novas facetas e novas vozes até surgir uma harmonia viva que, de cada vez que se canta, ou de cada vez que se junta um amigo, se reinventa. VICTOR HERRERO Local: Prado DOM: 11h45 Duração: 1 hora O espanhol Victor Herrero descobriu a guitarra portuguesa num certo dia e nunca mais a quis largar. Ainda que não seja um instrumento da sua realidade musical nacional, abraçou o mesmo com a mesma paixão que por cá vemos todos os dias. Ainda que com uma abordagem bastante diferente, claro está. E tem-no feito em quase todos os projetos que foi criando ao longo dos últimos anos. Em 2017, Victor Herrero assina um disco inteiramente dedicado à guitarra portuguesa que soa melódico, visceral e urgente. MOSTAFA ANWAR SWAPAN TRIO Local: Prado DOM: 15h00 Duração: 1 hora Nascido no Bangladesh, Mostafa Anwar Swapan com a sua Tanpura, Harmonium e Sitar é um versátil cantor, compositor, poeta, diretor musical, ator e cientista. Através da música concretiza os seus humildes esforços para alcançar a paz e harmonia universais, numa viagem musical espiritual que responde ao apelo da alma à transcendência. Inspirado pelo sistema milenar clássico indiano de base raga, Mostafa compõe e interpreta dentro da variedade de estilos da música sufi, clássica e semi-clássica, ou seja, Espirituais Qawwali, Ghazal, Thumri, Khayal, entre outros. Este trio conta com a participação de dois versáteis músicos nacionais, com trabalho desenvolvido em diversas áreas: Luís Vicente (trompete) e o multi instrumentista Marco Franco (bateria, percussões, piano, saxofone). Um convite para uma viagem através do vasto oceano da música, repleto de turbulências e correntes emocionais. Respondendo à chamada do coração, a música torna-se num veículo que conduz à paz espiritual. Voz, Tanpura, Harmonium e Sitar: Mostafa Anwar Swapan Trompete: Luís Vicente Bateria, Percussões, Sax soprano: Marco Franco DJUMBAI JAZZ Local: Prado DOM: 18h00 Duração: 1 hora Maio Coopé fundou o seu Djumbai Jazz circa 1999, em Lisboa, como um projeto de pesquisa intencionado a revisitar os ritmos sonambulizados na história da Guiné-Bissau. Centrado em sonoridades tradicionais guineenses como o Ngumbé, Brocxa e Djambadon, o repertório da banda vai beber também a outras sonoridades da África Ocidental como o Bembeya Jazz ou o ritmo Toure Cunda. Voz e percussão: Maio Coope Kora: Galissa Voz e percussão: Toni Voz e guitarra ritmo: Sadjo CANTE – UMA VIAGEM ATRAVÉS DO CANTE ALENTEJANO Parceria: Câmara Municipal de Beja Local: Prado SÁB: 13h15 (atuação dos Cantadores do Desassossego); 15h15 (Atelier de Cante e Grupo Juvenil Coral Rouxinóis do Alentejo) DOM: 10h45; 15h45 (Atelier de Cante) Sou devedor à Terra, a Terra me está devendo. Assim canta uma das Modas mais conhecidas do cancioneiro alentejano. Em 2013 reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, é já longa a história desta expressão musical que identifica sobretudo o Baixo-Alentejo. No passado designado como Canto às Vozes, o Cante tem no coletivo a sua força maior, nos homens e mulheres que desde cedo cantavam a essa mesma Terra, terra que dá e tira, ao trabalho, aos amores ou sobre religião e o contexto social. Cantado em contextos de trabalho, em tabernas, festas populares, em coros formais ou informais, o Cante guarda e conta a história das gentes do Alentejo, permanecendo hoje como marca mais saliente da sua matriz cultural. Neste atelier de Cante Alentejano propomos uma viagem pela história do Cante e um contacto próximo e experimental com as suas sonoridades. Guiado por Paulo Colaço, com o apoio dos Cantadores do Desassossego, os participantes terão a oportunidade de erguer a voz e viajar através das histórias que o cancioneiro do Alentejo nos conta e canta. CONTOS E TROVÕES, REZAS E GALINÁCEOS Teatro do Calafrio Criação coletiva de Américo Rodrigues, César Prata e Solange Monteiro Parceria: Câmara Municipal da Guarda Local: Clareira da Presa SÁB: 15h45 Duração: 1 hora Porque não temos memória de galinha, saímos da casca e andamos por aí, a contar histórias antigas de galináceos: galos, galinhas, pintos… Convocamos galinhas e outras aves de capoeira (e até um canário e uma águia!), abrimos o bico para dizer adivinhas, anedotas e trava-línguas. E até rezamos para afastar trovoadas! Rezamos… com galos e galinhas, claro! Naturalmente, olhamos para trás! E, assim, chegamos ao ovo! Ou será à galinha? Produção: Calafrio|Associação Cultural MUITA TRALHA POUCA TRALHA Catarina Requeijo Local: Prado DOM: 12h45; 16h30 Duração: 30 minutos Público-alvo: crianças maiores de 6 anos Escolher não é tarefa fácil. Escolher o que se leva em viagem também não. Há sempre alguma coisa que nos pode fazer falta... Quem nunca teve vontade de levar a casa toda? Pouco habituado a viajar, o casal Odete e Alfredo decide ir ver a sua sobrinha Manela participar numa corrida de automóveis. Mas antes da viagem é preciso preparar a bagagem. É aqui que os problemas começam. Levam o quê? Pouca tralha? Muita tralha? Apenas o essencial? Estas decisões difíceis podem complicar o início da viagem. Só o início?... É o que vamos ver. Direção artística: Catarina Requeijo Texto original: Catarina Requeijo e Inês Barahona Conceção plástica: Maria João Castelo Interpretação: Catarina Requeijo Assistência de encenação: Victor Yovani Co-produção: Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro Maria Matos UMA BAILARINA ESPE(TA)CULAR Companhia de Dança de Matosinhos Parceria: Câmara Municipal de Matosinhos Local: Clareira da Presa SÁB: 12h00 DOM: 16h00 Duração: 20 minutos As Bailarinas foram crianças. Crescem para a dança obrigando o corpo e a cabeça a caberem dentro de um molde. O que é que se perde ou se alcança quando realiza um sonho de dança? Perguntando-se quem sonha a criança que dança, uma bailarina encontra, pela dança, a criança contando como foi sonhada. Regina Guimarães Direção: Manuel Tur Texto: Regina Guimarães Interpretação: Sara Silva Objeto cénico: Moradavaga Voz: Sara Pinto Pereira Apoio à criação: Diana Amaral Design de Luz: Joaquim Madaíl Fotografía: Luís Tobias Design Gráfico: Ângela Metelo Apoios: Uma Bailarina Espe(ta)cular é uma coprodução da Câmara Municipal de Matosinhos e do Teatro Municipal Constantino Nery. A FLORESTA São as histórias escritas por crianças e que nos levam a olhar a natureza, as que têm mais valor. Foi através de uma dessas histórias que fomos conduzidos a criar " A Floresta” a partir do olhar da Natureza e da observação de como ela reclama a nossa atenção, criticando a atuação poluidora e premiando a ação cuidada e atenta. Os animais constroem uma festa feita com a natureza e os seus elementos naturais, depois de atravessarem tempos difíceis, homenageando a árvore como o elemento central da floresta. Local: Clareira da Presa SÁB: 11h00; 15h00 DOM: 11h00; 17h15 Duração: 40 minutos Público-alvo: crianças maiores de 3 anos A última árvore da floresta é uma visão aterradora, mas ao mesmo tempo uma forte chamada de atenção para a capacidade do Homem se relacionar com o ambiente natural que o envolve. A rena, a raposa, o esquilo, o castor e o pássaro habitam a última árvore da floresta. Dentro dela o espírito apela à nossa capacidade de mudança. Saber ouvir, sentir os animais e a Natureza, tornando-a parte de nós, poderá fazer a floresta crescer! Texto: escrito por crianças de escolas primárias de Esposende Encenação e adaptação do texto: Filipa Mesquita Manipulação: Fábio Alves Cenografia: enVide neFelibata Marionetas: Marta Fernandes da Silva Figurino: Patrícia Costa Produção executiva: Clara Ribeiro Coprodução: Boca de Cão; Centro de Educação Ambiental de Esposende ENTREMUNDOS ENTREMUNDOS trata-se da Nova Criação de 2017 da Companhia PIA, uma Performance deambulante de Marionetas de grande dimensão, inspirada nas culturas tradicionais dos Gigantes das Formas Animadas, que cruzando técnicas de construção e manipulação contemporâneas, convida a redescobrir e relembrar as perspectivas, formas e dimensões da visão de uma criança. Local: Caminho da Presa SÁB: 12h30; 17h00 DOM: 14h15 Duração: 45 minutos Numa dimensão entre vivos e mortos, um espaço entre o purgatório e o limbo, propõe-se uma viagem pictórica inspirada num universo vicentino, que aborda a sociedade na forma como esta caminha e na sua inevitável morte, uma das grandes questões da humanidade. Produção: Companhia PIA Autoria, Direção Artística e Conceção Plástica: Pedro Leal Direção de Produção e Audiovisuais: Helena Oliveira Figurinos: Maria João Domingues, Olinda Cordas, Filomena Godinho Formas Animadas/Gigantes: Pedro Leal Sonoplastia: Álvaro Presumido Performers: Helena Oliveira, Luís Amarelo, Nuno Dores, Catarina Mota, Rui, Tiago Augusto APOIO: MAGJACOL e Cworld Orientação: Mundo Científico - Educação e Divulgação Científica SÁB e DOM: 11h00-19h00 Local: Jardim Maria Nordman Adaptando a dinâmica de jogo tradicional a conceitos de Ambiente em que todos podem jogar, a diversão é garantida! CANGURUS SALTITÕES Gincana de sacos, simulando a locomoção dos cangurus. Adaptação do tradicional "Jogo de Sacos”. CENTOPEIAS STRESSADAS Como no esqui, será lançado o desafio coletivo para transportar uma barra (a simular uma centopeia gigante) ao longo de um percurso até à meta. Esta barra estará presa aos pés dos participantes pelo que, a coordenação entre todos será fundamental. GOTA A GOTA Numa corrida contra o tempo, os participantes tentam salvar as sementinhas que se encontram num solo desidratado. Transportando água em pequenas porções, desde um recipiente até à sementeira, vence quem mais rápido conseguir hidratar as pequenas sementes. Conceção: equipa Serralves 360º, com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). Serralves 360º é um projeto de parceria entre a Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), para divulgação de ciência em Serralves. SÁB e DOM: em contínuo, no horário de funcionamento da Festa Local: Prado Duração: 20 minutos Lotação: limitada ao espaço disponível Um jogo para pôr à prova conhecimentos, ao mesmo tempo que se explora os diversos habitats do Parque de Serralves: onde dormem os morcegos? Onde fica o maior pinheiro-manso? Onde se alimentam os gaios? E as bufas-de-lobo, onde aparecem? Diretora do Museu: Suzanne Cotter Diretor de Recursos e Projetos Especiais: Rui Costa Diretor Comercial, Desenvolvimento e Comunicação: Miguel Rangel Diretora Administrativa e Financeira: Sofia Castro PROGRAMAÇÃO Serviço Educativo Colaboração do Serviço de Artes Performativas e consultoria de Giacomo Scalisi PRODUÇÃO Lovers & Lollypops PRODUÇÃO E MONTAGEM Ana Rocha, Anabela Silva, António Rocha, Augusto Alves, Augusto Sousa, Carla Almeida, Carlota Carqueja, Helena Pinto, Hugo Viana, Júlio Fonseca, Luciana Pereira, Manuel Alves, Manuel Pinto, Paula Gouveia, Ricardo Bravo PARCERIAS Associação para o Desenvolvimento da Estação de Apoio à Bovinicultura Leiteira (EABL) Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) Câmara Municipal de Beja Câmara Municipal da Guarda Câmara Municipal de Matosinhos Câmara Municipal do Porto Câmara Municipal de Torres Vedras Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado (CIBIO-InBIO) Centro Hípico do Porto e Matosinhos Noite Europeia dos Investigadores – Ciência à Moda do Norte (Organização: Inova+) A Festa do Outono integra o programa das Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas ao tema Património e Natureza. De comboio Promoção especial CP Festa do Outono Bilhete ida e volta nos Comboios Urbanos do Porto por 2€ (Bilhete especial, válido para viagens nos dias 23 e 24 de setembro, nos Comboios Urbanos do Porto, mediante apresentação de comprovativo. Solicite o comprovativo de presença em Serralves para apresentar na viagem de regresso) De autocarro Os STCP garantem um reforço especial da linha 203 (Casa da Música – Serralves) com frequências de 15 minutos entre as 13h30 e as 19h45. De metro A partir da estação da Casa da Música, ligação pelas linhas dos STCP nºs 201, 203, 502 e 504.
FESTA DO OUTONO 2016 DE 2016-09-24 a 2016-09-25
Final de setembro é sinónimo de outono e nada melhor do que vir até à Quinta de Serralves para celebrar em Família a entrada desta estação do ano!Na sua 8ª edição, este ano sábado e domingo, a Festa do Outon...
FESTA DO OUTONO 2016
DE 2016-09-24 a 2016-09-25
![]() Final de setembro é sinónimo de outono e nada melhor do que vir até à Quinta de Serralves para celebrar em Família a entrada desta estação do ano! Na sua 8ª edição, este ano sábado e domingo, a Festa do Outono volta a convidar o público a envolver-se num programa de atividades criativas e educativas, que pretendem reavivar a cultura e a tradição de um tempo antigo, num ambiente de contemporaneidade e de grande festividade. Experimentar e ampliar conhecimentos em oficinas lúdico-pedagógicas alusivas a temas chave da ciência, participar em percursos de descoberta da fauna e da flora do Parque, redescobrir saberes e práticas ancestrais ligadas à produção de pequena escala, contactar com as raças autóctones de animais domésticos da Quinta e conhecer práticas mais sustentáveis para a preservação dos recursos essenciais à vida, são propostas para boas horas passadas em família! A música e o teatro completarão o cartaz com animação garantida! Acesso: gratuito Entrada: portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
Pátio da Nogueira, 10h-19h Mercado da Festa do Outono Muitas propostas saborosas de produtos frescos ligados a um modo de vida mais consciente e saudável. Pátio de Nogueira, 10h-19h Feira da Festa Na Feira da Festa poderá encontrar uma variedade de produtos, jogos e merchandising, assim como livros relacionados com a temática do Parque de Serralves. Jardim Maria Nordman, 10h-19h Feira de Artesanato Urbano A Feira de Artesanato Urbano reúne alguns criadores com projetos em áreas como a moda, decoração, ilustração, joalharia, entre outras. FOTOGAME – PINTAR COM A LUZ Parceria: FOTOADRENALINA Local: Prado SÁB e DOM: 10h00-13h00 e 15h00-18h00 Já pensou em desenhar com a luz? O projeto FotoGame propõe ao público da Festa do Outono a utilização de lanternas coloridas para escrever ou desenhar figuras durante o dia, no cenário da Quinta de Serralves. O final será um retrato seu, dos amigos ou da família com esta nova técnica de fotografar! LAVOISIER Local: Prado SÁB: 11h45 DOM: 15h00 Depois de se encontrarem em Berlim, deslocados da lusofonia em que cresceram, Lavoisier assumiram como mote a frase de Antoine, a quem pediriam nome emprestado: tudo se transforma e influências tradicionais de Portugal encontraram um novo lugar no diálogo de vozes e guitarras da dupla. Com um vincado ascendente no fado, Lavoisier modernizam-no para a era da pop e transformam-no em algo próprio e único. Matryoshka Parceria: ESMAE (Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo) Local: Prado SÁB: 14h00 Duração: 60 minutos Matryoshka é uma espécie de jazz, muito variado no seu repertório, que pretende mudar o conceito dos combos de jazz convencionais. Mas como isso é também o objetivo de todos os outros combos, vamos limitar-nos a tocar umas belas canções, umas mais antigas e outras mais modernas, soltando toda a nossa imaginação. TÓ TRIPS & JOÃO DOCE Local: Prado SÁB: 18h00 Ao vivo, na senda de levar o seu novo disco "Guitarra Makaka” pelo país fora, Tó Trips convida e constrói um espetáculo cúmplice e entusiasmante com o percussionista João Doce, reputado músico angolano. Falamos de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si. JULINHO DA CONCERTINA Local: Prado DOM: 18h00 Julinho, nascido 1951 em Piloncan, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, quando chegou a Portugal já tocava concertina (gaita na sua terra natal) desde os seus 5 anos. Na era colonial, a concertina era fortemente censurada pela lei e pela igreja, e o funaná era reprimido à força e retratado como música básica, de malfeitor, boémio. Um ritmo temido pelas autoridades coloniais pelo seu poder de despertar a mente e por produzir a sensação de liberdade completa. Julinho trabalhou numa fábrica de carvão animal na zona de Lisboa durante mais de 30 anos e, em nenhum desses dias, deixou de tocar gaita de forma disciplinada. Hoje é, juntamente com Katuta Branca e Bitori Nha Bibinha, a maior lenda viva do funaná, e visto como um tecnicista e virtuoso, ele próprio alterando a gaita para que ela reproduza o "seu" som. A ele juntar-se-iam um baixo e uma bateria, o que deu uma nova dimensão ao seu funaná. É com esta formação que Julinho da Concertina se apresenta em Serralves, servindo o funaná como um ritmo de emancipação. O álbum de Julinho da Concertina será lançado este ano pela Celeste/Mariposa Discos. DUAS CASAS DE RITA CASTRO NEVES COM COLABORAÇÃO EDUCATIVA DE MATILDE SEABRA/TALKIE-WALKIE Local: Clareira da Presa Instalação: 10h00-19h00 Oficinas: SÁB: 15h00-17h00 DOM: 15h00-19h00 OFICINA UM BOLSO DO TAMANHO DE UM SEGREDO Esta instalação é de duas "casas” arquetípicas, de desenho simples: uma grande e uma pequena. As "casas” com uma estrutura de madeira muito simples são revestidas a tecido - tecido feito, construído, a partir do costurar de várias peças de roupa usadas juntas: camisas, t-shirts, calças, peúgas, cachecóis... Abrigo afetivo e depurado, estas "casas” são uma representação metafórica da possibilidade de juntar todos (por referência a todas as pessoas que usaram efetivamente todas as peças de roupa usada) e tudo (os momentos e as histórias que foram vividos com aquelas roupas, as memórias que despoletam nos seus donos). Na dicotomia clássica da História, esta casa assim erigida, com as roupas usadas por vários, é simultaneamente "monumento” e "documento” - mas de uma história anónima. A relação de vizinhança, de proximidade entre as duas casas sugere intimidade na separação: dois corpos separados mas próximos: geograficamente, construtivamente, essencialmente. Para esta Festa de Outono convidamos cada um a trazer para os dois abrigos um pequeno segredo da sua própria casa, ou da sua vida. Num bolso feito à medida, o segredo ficará ainda mais escondido e aconchegado nestas paredes. ABÍLIO GUARDADOR DE ABELHAS DE GRAEME PULLEYN, LUÍS BELO & RICARDO AUGUSTO Local: Passeio da Levada SÁB: 15h00 DOM: 12h30 Abílio Guardador de Abelhas conta a história de um homem na idade da reforma que inesperadamente se encontra sozinho. Após meses sem rumo, irá libertar-se da solidão e da depressão embarcando na insólita aventura de criar abelhas no cimo do seu prédio, no meio de uma cidade sem nome. A luta contra vizinhas ranhosas, ratos gordos e inspetores da Direção Geral de Alimentação e Veterinária, é um longo e duro teste à resiliência e à determinação deste apicultor aprendiz e quando se torna evidente que as abelhas não conseguem produzir mel por falta de alimento, Abílio embarca numa campanha de criação de jardins urbanos, mobilizando as (antes detestadas) crianças da escola do seu bairro e todo um bando de improváveis jardineiros clandestinos. Graças ao seu esforço, a cidade que antes se desenhava com tons de cinza, pouco a pouco, vai ganhando as cores e o perfume das flores. A alegria do pólen. O sabor do mel. Mas a maior conquista de todas dá-se com a entrega do primeiro frasco de mel à vizinha que passa, como por milagre, de ranhosa para amorosa… Abílio Guardador de Abelhas é uma parábola que procura levantar múltiplas questões sobre as prioridades atuais das chamadas sociedades desenvolvidas e a sustentabilidade da nossa vida coletiva. A solidão, o abandono, a falha de estruturas socias, a proteção da cadeia alimentar, a relação entre o homem e a natureza e a urbanização inteligente, são alguns dos temas centrais numa narrativa que esconde camadas de sentido debaixo de uma superfície aparentemente simples. Acima de tudo este espetáculo é sobre os inesperados e inevitáveis altos e baixos da vida. Com ele celebramos a capacidade do ser humano de se reinventar constantemente e de se fazer guerreiro na batalha pela sua própria felicidade. Ideia Original: Graeme Pulleyn Criação coletiva: Graeme Pulleyn, Luís Belo e Ricardo Augusto Música Original: Ricardo Augusto Espaço Cénico e Imagens: Luís Belo Interpretação: Graeme Pulleyn, Luís Belo e Ricardo Augusto Consultadoria técnica: Emanuel Lopes Parceiro Institucional: Associação de Apicultores da Beira Alta Projeto apoiado pela Câmara Municipal de Viseu no âmbito do programa Viseu Terceiro Apoio: Teatro Viriato Produção Executiva: Nicho Associação Cultural DAMA PÉ DE MIM ANA MADUREIRA Uma encomenda do Projeto Pedagógico das Comédias do Minho Local: Clareira da Presa SÁB: 11h00 DOM: 11h00 e 17h00 Duração: 40 minutos Farta de olhar para o umbigo, Dama Pé de Mim monta o seu Cavalo e parte à procura de um amigo. A Amália, a mala que já foi crocodilo, conhece o Nuno, a nuvem caída do céu e mergulha no Rio profundo. Mas só quando chega ao supermercado, descobre o que é um amigo. Com a ajuda do Sr. Rodrigo. Dama Pé de Mim joga com a imaginação e a realidade acontece de uma forma simples: com uma contrabacia cria um cavalo musical, de uma saia de tule faz um rio, a montanha torna-se lixo, uma caixa de cartão revela-se um senhor rabugento. O público, seu cúmplice, acompanha o seu pensamento leve... e livre. O seu castelo, outrora solitário e amarelo, acaba finalmente povoado de seres cheios de vida, história, cor e humor. Criação e interpretação: Ana Madureira Cocriação musical: Vahan Kerovpyan Apoio à criação: Vahan Kerovpyan e Blaise Powell Conceção do objeto musical: Nuno Guedes Desenho de luz: Vasco Ferreira UMA FAMÍLIA É UMA FAMÍLIA DE JOANA PROVIDÊNCIA Local: Prado SÁB: 16h00 DOM: 11h45 e 16h00 E se alguém entra em casa com a cabeça nas nuvens, logo chovem perguntas: afinal… o que é uma família? Em que bolso da família… cabem os amigos? E as árvores… têm família? E uma família de números… quantos são à mesa? E de que cor é a lã… da ovelha negra da família? E o miar do gato… soa familiar? Cada família tem uma história para contar. E cada história tem uma família de histórias por descobrir. Texto: Eugénio Roda Encenação: Joana Providência Assistência de Encenação: Anabela Sousa Compositores/Músicos: Sofia Nereida Pinto e Tiago Oliveira Elenco: Catarina Gomes, Mafalda Pinto Correia e Tiago Jácome Conceção Plástica: Lola Sousa e Susete Rebelo Desenho de Luz: Pedro Vieira de Carvalho Coordenação de Som: Fábio Ferreira Adereços e Assistência de Cenografia: Filipe Mendes e Rosana Amorim Execução de Figurinos: Glória Costa Apoio a Execução de Figurinos: Cristina Ferreira Apoio a Execução Plástica: Maria Nogueira Design Gráfico: Bernardo Providência Direção de Produção: Glória Cheio As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar de elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos disponíveis. Estas raças, parte integrante do património histórico e cultural do país, contribuem para a manutenção de sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade traduz-se num potencial de valorização económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. ANIMAIS DA QUINTA Orientação: Eliana Barbosa SÁB e DOM: 11h00-12h30, 14h00-15h30 e 16h00-17h30 Local: Estábulos Esta atividade promove o contacto direto com os animais domésticos de diferentes raças autóctones portuguesas existentes na Quinta de Serralves. Uma oportunidade para ver de perto e compreender a importância destes animais para o ser humano, bem como alguns dos seus hábitos e costumes. A RAÇA BORDALEIRA DE ENTRE DOURO E MINHO Orientação: AMIBA (ASSOCIAÇÃO DE CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA BARROSÃ) SÁB e DOM: 10h00-13h00; 15h00-19h00 Local: Picadeiro Com o objetivo de divulgar e promover a raça Bordaleira de Entre Douro e Minho, convidamos o público a visitar o Picadeiro da Quinta de Serralves e contactar com alguns exemplares desta raça. Todos poderão aprender mais sobre as vantagens das raças autóctones relativamente às exóticas, bem como conhecer as suas especificidades. A AMIBA, Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã, é a entidade responsável pelo programa de conservação e melhoramento da raça Bordaleira de Entre Douro e Minho, uma raça ovina autóctone portuguesa que se encontra atualmente em franco declínio. A presença desta raça de ovinos visa dar a conhecer o património genético nacional e divulgar o trabalho desenvolvido pela AMIBA, que representa, para além desta raça autóctone, a raça de bovinos Barrosã, a raça ovina Churra do Minho e as quatro raças autóctones existentes em Portugal de galinhas: raça Branca, raça Amarela, raça Preta Lusitânica e raça Pedrês Portuguesa. O BURRO DE MIRANDA Orientação: AEPGA (ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E PROTEÇÃO DO GADO ASININO) SÁB e DOM: 10h30, 11h30, 12h30; 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 Local: Passeio da Levada Duração: 30 minutos Lotação: 16 participantes Nesta atividade todos vão fascinar-se pelo Burro de Miranda e compreender a sua importância social, cultural, económica e ecológica, pois este animal teve durante muito tempo um enorme valor e utilidade como animal de sela, de apoio nos trabalhos agrícolas e de meio de transporte. A sua importância nestas áreas diminuiu com o avançar da mecanização agrícola, êxodo rural e o abandono das práticas agrícolas tradicionais. No entanto, esta raça autóctone é detentora de um património genético, ecológico e cultural único no nosso país. O GARRANO DO GERÊS Orientação: CENTRO HÍPICO DO PORTO E MATOSINHOS SÁB e DOM: 10h00-13h00; 15h00-19h00 Local: Picadeiro O cavalo garrano é o mais antigo das raças portuguesas. É uma raça protegida devido ao risco de extinção a que esteve sujeito até há poucos anos. Esta atividade promove o contacto com o cavalo Garrano, utilizado na equitação, uma modalidade desportiva, classificada como uma terapia em alguns contextos e como uma arte para muitas pessoas, e explora os benefícios decorrentes da sua prática. SABER-FAZER EM SERRALVES Conceção e coordenação: Alice Bernardo SABER FAZER EM SERRALVES oferece uma viagem através das singularidades da Manufatura, contextualizando o conhecimento sobre técnicas de produção e transformação de fibras têxteis à luz de preocupações atuais. Este ano, o destaque será dado às lãs nacionais através de uma exposição das diferentes lãs produzidas pelas raças de ovinos autóctones e de uma série de demonstrações e oficinas práticas, através das quais poderemos aprender sobre os diversos processos de transformação que envolvem esta matéria-prima - da lã em bruto à tecelagem, passando pela fiação, tinturaria e feltragem. O CICLO DA LÃ: EXPOSIÇÃO Horário para visita livre: 10h00-19h00 Horários de visitas guiadas: SÁB: 12h30 e 16h00 DOM: 12h00 e 16h00 Ponto de partida: exposição das lãs Local: Prado Em visita guiada, o público é convidado a conhecer e relacionar todas as fases associadas ao processamento da lã - desde o contacto com os ovinos até à observação da preparação da fibra, fiação, tinturaria e tecelagem. Em exposição, para visita livre, estarão amostras das diferentes lãs produzidas pelos ovinos autóctones, acompanhados de elementos informativos acerca de cada uma das raças portuguesas. O CICLO DA LÃ: EXPERIMENTAÇÃO TÊXTIL SÁB e DOM: 10h00-19h00 Local: Prado Está é uma oportunidade para todos conhecerem, experimentarem e aprenderem os processos que transformam a fibra em tecido: desde a fiação, à tecelagem e feltragem, passando pelas técnicas de tinturaria. O CICLO DA LÃ: DEMONSTRAÇÕES PRÁTICAS SÁB e DOM: 16h00 Local: Prado Neste momento de demonstração prática convidamos o público a conhecer as técnicas de tinturaria e feltragem. EXPERIMENTAÇÃO DE CESTARIA SÁB e DOM: 10h00-19h00 Local: Prado Uma proposta para aprender as técnicas básicas e conhecer as ferramentas e materiais próprios da cestaria, acompanhando a construção de cestos de vime, do início ao fim. O PARQUE EM MACRO II Comissariado: João Almeida SÁB e DOM: 10h00-19h00 Local: Caminho do Prado Ver o Parque de Serralves para além do que naturalmente se consegue observar a olho nu é o mote desta exposição. A macrofotografia, que tem o propósito de captar detalhes de pequenos objetos ou de pequenos seres vivos, muitas vezes invisíveis à vista desarmada, é a técnica utilizada para esta mostra de imagens em grande formato. A fauna e a flora do Parque são evidenciadas num universo imenso e pouco explorado, causando a admiração e o deslumbre por este outro mundo escondido que também nos rodeia e que podemos compreender melhor através dos textos, fruto da colaboração com o CIBIO-InBIO. A exposição integra as imagens vencedoras do concurso lançado ao público para captar o "seu” Parque em macro. BIOQUIZ Conceção e Orientação: equipa Serralves 360º, com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado). Serralves 360º é um projeto de colaboração Fundação de Serralves-CIBIO-InBIO-Fundação para a Ciência e Tecnologia, para a divulgação de ciência em Serralves. SÁB e DOM: 11h00; 11h30; 12h00; 12h30; 15h00; 15h30; 16h00; 16h30; 17h00; 17h30 Local: Sala Panorâmica Duração: 20 minutos Lotação: limitada ao espaço disponível O BioQuiz revitaliza o jogo de Quiz - um jogo de perguntas e respostas – adotando como tema a Biodiversidade. O público é convidado a testar os seus conhecimentos em família, respondendo a um conjunto de questões associadas a imagens apelativas, sons surpreendentes e mesmo a alguns cheiros! Diversão e conhecimento para toda a família! CANTINHO DOS INVESTIGADORES Local: Prado Duração: 45 minutos Lotação: grupos com um máximo de 25 participantes No âmbito da parceria entre a Fundação de Serralves e o CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Laboratório Associado), o público poderá visitar o "Cantinho dos Investigadores” onde estarão em exposição materiais alusivos a projetos deste centro de investigação. Orientados por investigadores especializados, daqui partirão diversos percursos exploratórios da fauna e flora do Parque de Serralves. SÁBADO OS ANFÍBIOS DE SERRALVES Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 11h00 Em Portugal ocorrem 17 espécies de anfíbios. Os anfíbios encontram-se numa situação muito delicada em termos de conservação: uma em cada três espécies de anfíbios do mundo apresenta estatuto de conservação preocupante. No Parque de Serralves conhecem-se quatro espécies diferentes de anfíbios: rã-verde; tritão-de-ventre-laranja; sapo-parteiro-comum e salamandra-de-pintas-amarelas. À DESCOBERTA DOS LÍQUENES DE SERRALVES Orientação: Joana Marques Horário: 15h00 Os líquenes são seres que resultam da simbiose entre um fungo e uma alga ou cianobactéria. Podem assumir diferentes formas, cores e tamanhos, e colonizam os mais diversos habitats, como troncos de árvores ou rochas. As cerca de 19 000 espécies atualmente conhecidas em todo o mundo atestam o sucesso desta união. Pela sensibilidade de algumas espécies à poluição, são muitas vezes utilizados como bioindicadores da qualidade do ar. DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MICROMAMÍFEROS Orientação: Joana Paupério Horário:16h00 Apesar de serem muitas vezes considerados como pestes e vetores de doenças, os micromamíferos são, na realidade, uma peça chave para o equilíbrio dos ecossistemas. Além de representarem a base de dieta de muitas espécies, como mamíferos carnívoros, aves de rapina e répteis, são também dispersores de sementes e predadores de grande quantidade e diversidade de invertebrados. No Parque de Serralves podem observar-se pelo menos três espécies: o rato-das-hortas, o rato-caseiro e o musaranho-de-dentes-brancos. Aprenderemos aqui quais as técnicas utilizadas no estudo deste grupo de animais. À DESCOBERTA DAS ÁRVORES E ARBUSTOS DE SERRALVES Orientação: Sofia Viegas Horário: 17h00 O Parque de Serralves é reconhecido pela diversidade do seu património arbóreo e arbustivo, composto por mais de 8 000 exemplares. Podemos encontrar espécies nativas, como o azevinho, o folhado ou o carvalho-alvarinho, e exóticas como o tulipeiro-da-Virgínia, o liquidâmbar e o carvalho-americano. Estes são apenas alguns exemplos das cerca de 230 espécies e variedades que aqui existem. DOMINGO OS RÉPTEIS DE SERRALVES Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 11h00 Os répteis são dos animais mais incompreendidos, em grande parte devido ao desconhecimento da sua biologia e ecologia. A maioria das espécies que ocorre em Portugal é totalmente inofensiva e todas optam primordialmente pela fuga quando se sentem ameaçadas. O seu comportamento esquivo e discreto permite-lhes passar despercebidos, tornando a sua observação um desafio. No Parque de Serralves ocorrem pelo menos duas espécies de répteis: lagartixa-de-Bocage e licranço. OS INSETOS DO OUTONO EM SERRALVES Orientação: José Manuel Grosso-Silva Horário:15h00 Os insetos, artrópodes com 3 pares de patas e o corpo dividido em 3 segmentos, representam cerca de 90% de todas as espécies animais conhecidas. Herbívoros, predadores, polinizadores e decompositores, são elementos fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. São também a principal fonte de alimento para muitos outros grupos animais como anfíbios, répteis, aves e mamíferos. DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MORCEGOS Orientação: Vanessa Mata Horário:17h00 Os morcegos são seres misteriosos para a maioria das pessoas, nomeadamente devido aos seus hábitos noturnos. Possuem a capacidade de se movimentarem no escuro utilizando um sistema de ecos de ultrassons. As espécies descritas em Portugal alimentam-se principalmente de insetos, funcionando como controlo das populações de insetos. Enfrentam graves problemas de conservação associados à perda e alteração do habitat. O Parque de Serralves oferece abrigo e/ou alimento a pelo menos duas espécies de morcegos: o morcego-anão e o morcego-hortelão. Vamos conhecer mais sobre este grupo de animais e quais as técnicas utilizadas no seu estudo. Atividades para todas as idades, sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento, dentro do horário de funcionamento. Local: Prado e Celeiro Horário: 10h00-19h00 SÁBADO À VOLTA DA PALHA Orientação: Catavento, Lda. Aqui a palha é a rainha das criações para, em família, inventar o que a imaginação propuser: bonecos-brinquedo inspirados nos bichos da Quinta e da Horta, personagens de uma história… Uma viagem ao mundo da criatividade com materiais naturais num ambiente de Festa tradicional. DAR A VOLTA À FOLHA Orientação: Andreia Coutinho, Magda Silva, Melissa Rodrigues, Rita Faustino Roda, gira e mira cores e formas que se multiplicam! Grandes caleidoscópios, stencils e desenhos, mapas imaginários e paisagens utópicas: de folha em desenho e de desenho em folha iremos viajar e novos mundos criar. De árvore em árvore a volta ao mundo iremos dar! INSETORIUM Orientação: Anabela Pereira, Dina Marques Quais os insetos polinizadores que habitam os nossos jardins? Porque são tão úteis na Natureza e porque precisam da nossa ajuda? Vamos conhecê-los e compreender o seu papel extraordinário no auxílio às plantas na produção dos variadíssimos frutos e sementes de que nos alimentamos. Como os podemos ajudar e atrair mais destes alegres amigos para os nossos canteiros e hortas? O VENTO É O AR EM MOVIMENTO Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Rita Roque O que é o vento? O vento é o ar em movimento. Nesta Festa do Outono queremos celebrar o vento. Cada um contribuirá com uma ventoinha colorida à sua medida para todos fazermos parte de uma grande instalação! PINTURAS NA QUINTA Orientação: Ana Martins, Ilda Sousa Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, vale tudo para passar ao papel a chegada do outono! DOMINGO À VOLTA DA PALHA Orientação: Catavento, Lda. Aqui a palha é a rainha das criações para, em família, inventar o que a imaginação propuser: bonecos-brinquedo inspirados nos bichos da Quinta e da Horta, personagens de uma história… Uma viagem ao mundo da criatividade com materiais naturais num ambiente de Festa tradicional. EXPLORAR A BIODIVERSIDADE Orientação: Mundo Científico, Lda. O Parque de Serralves alberga inúmeros seres vivos nos seus jardins, canteiros, pontos de água e Horta, vitais para o seu equilíbrio ecológico. Abelhas polinizadoras, minhocas detritívoras, joaninhas predadoras, serão alvo da nossa atenção para compreender quais as funcionalidades ecológicas dos diferentes grupos animais existentes neste Parque. FIBRAS NATURAIS Orientação: Mundo Científico, Lda. As fibras encontram-se atualmente associadas a toda e qualquer atividade humana. Vamos conhecer diferentes fibras utilizadas tradicionalmente no vestuário, testar algumas das suas propriedades e experimentar formas naturais de tingimento, através de materiais orgânicos e minerais. IMPRESSÕES OUTONAIS Orientação: Cristina Camargo, Joana Nascimento, Mariana Assunção, Sofia Santos Os princípios de captação das imagens por uma câmara escura vão inspirar-nos a registar impressões outonais do Parque de Serralves. Estas impressões vão inverter-se, duplicar-se, transferir-se e cobrir-se com as cores do Outono! MICROMUNDOS Orientação: Mundo Científico, Lda. Num micromundo tudo é praticamente invisível ao nosso olhar. Vamos ampliar e desvendar formas de vida que se entrelaçam no solo, na água, em pequenos troncos ou nos interstícios de pedras. Observaremos bactérias fixadoras de nutrientes, extratos vegetais antibacterianos, fungos decompositores de resíduos orgânicos e esporos responsáveis pelo cheiro da terra. O MEU CORPO É UMA ÁRVORE Orientação: André Rodrigues, Dina Marques, Inês Caetano, Rita Roque A partir da relação e das diferenças entre o animal e o vegetal iremos criar possibilidades de novos corpos: corpo-árvore, corpo-paisagem… Encarar o corpo como paisagem vai permitir-nos cruzar elementos humanos com elementos vegetais. Num exercício surrealista, vamos misturar dois mundos distintos, mas que interagem de forma próxima e, assim, perceber como dois corpos podem apresentar semelhanças, numa tão complexa biodiversidade. O VENTO É O AR EM MOVIMENTO Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges O que é o vento? O vento é o ar em movimento. Nesta Festa do Outono queremos celebrar o vento. Cada um contribuirá com uma ventoinha colorida à sua medida para todos fazermos parte de uma grande instalação! OFICINA DA TERRA Orientação: Mundo Científico, Lda. Na Oficina da Terra trataremos das propriedades de plantas aromáticas, medicinais e condimentares, existentes em muitos dos jardins e hortos botânicos portugueses. Da rota das especiarias aos trilhos da cosmética, muitos vão ser os estímulos aos sentidos. Vamos extrair aromas, produzir argilas dermatológicas ou pasta de dentes natural. PINTURAS NA QUINTA Orientação: Ana Martins, Ilda Sousa Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, vale tudo para passar ao papel a chegada do outono! ROTA DOS SABORES Orientação: Mundo Científico, Lda. Num convite ao paladar experimentaremos velhos sabores com novos hábitos: germinados e fermentados, desidratados e transformados ou simplesmente cozinhados. Muitos serão os petiscos de outono que prepararemos para a festa. Quem vem saborear? SUSTENTAR Orientação: Mundo Científico, Lda. Sustentar propõe uma aventura pelas construções ecológicas. Paredes verdes, brinquedos naturais, tijolos de pasta de papel ou estufas hidropónicas, pelo meio da física e da criatividade surgem soluções sustentáveis para a construção de protótipos e estruturas de pequena escala. Vem construir connosco! PARCERIAS Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA) Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) Câmara Municipal do Porto Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO-InBIO) Centro Hípico do Porto e Matosinhos Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE) Fotoadrenalina Noite Europeia dos Investigadores Diretora Geral: Odete Patrício Diretora do Museu: Suzanne Cotter Diretor de Recursos e Projetos Especiais: Rui Costa Diretor Comercial, Desenvolvimento e Comunicação: Miguel Rangel Diretora Administrativa e Financeira: Sofia Castro PROGRAMAÇÃO Serviço Educativo: Elisabete Alves, Denise Pollini Produção: Lovers & Lollypops Consultoria: Giacomo Scalisi Produção e Montagem: Ana Rocha, Anabela Silva, António Rocha, Augusto Alves, Augusto Sousa, Carla Almeida, Carlota Carqueja, Hugo Viana, Júlio Fonseca, Luciana Pereira, Manuel Alves, Manuel Pinto, Miguel Pinheiro, Paula Gouveia, Ricardo Bravo Serviço de Artes Performativas: Cristina Grande, Pedro Rocha Som: Nuno Aragão Vídeo: Carla Pinto
FESTA DO OUTONO 20152015-09-27
A 7ª edição desta Festa convida à (re)descoberta de formas de existir com maior ligação à terra, no sentido da construção de uma sociedade mais justa e sustentável, em ambiente de grande festividade. Redescubra sabe...
FESTA DO OUTONO 2015
2015-09-27
![]() A 7ª edição desta Festa convida à (re)descoberta de formas de existir com maior ligação à terra, no sentido da construção de uma sociedade mais justa e sustentável, em ambiente de grande festividade. Redescubra saberes e práticas ancestrais ligadas à tradição rural, contacte com as raças autóctones de animais domésticos da Quinta e com modos de cuidar de recursos essenciais à vida, como a biodiversidade, a água, o solo e a energia, entre muitos outros temas. Oficinas educativas, música, dança, ciência e teatro, farão deste um dia especial! Acesso: Entrada gratuita ![]()
Atividades para todas as idades. Sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento nos horários de funcionamento. Local: Prado e Celeiro Horário: 10h00-19h00 PLANETA ENERGIA No Planeta Energia tudo se move ao sabor dos ventos, da água e da imaginação. Caixas desidratadoras, batedeiras solares, fornos de cartão ou aquecedores garrafão, demonstrarão como a Ciência pode responder criativamente a pequenos desafios do dia-a-dia. Orientação: Mundo Científico ANIMAIS ARQUITETOS Vamos conhecer os animais do Parque e as suas improváveis construções na natureza. Onde se refugiam os musaranhos? Quem habita os bugalhos? Quem construiu microscópicos túneis nas folhas de árvores? Viverão os abelhões no interior das colmeias? Histórias vivas para desvendar que quase parecem pertencer ao imaginário da ficção. Orientação: Mundo Científico FARMÁCIA NATURAL As plantas são utilizadas desde a antiguidade para os mais diversos fins terapêuticos, cosméticos e alimentares. Nesta farmácia natural vamos explorar o universo das plantas medicinais. Tocar, cheirar, identificar e produzir extratos com plantas do Parque serão tarefas para boticários de todas as idades. Orientação: Mundo Científico Participação especial: Rita Roquette – Bloom Sativum Bloom Sativum: é um projeto que nasceu em 2012 e está sediado no Norte de Portugal. Tem como objetivo a revalorização da flora espontânea portuguesa e das tradições de conexão à natureza. Realizam mensalmente atividades como as Caminhadas de Identificação de Plantas Silvestres, Cursos de Herbalismo Medicinal, Oficinas de Culinária Silvestre e Oficinas Criativas de Reconexão Ecológica. BRINCATEMPO Na oficina do Brincatempo vamos construir brinquedos que povoaram a infância de muitas gerações e que se tornaram intemporais. Catavento que apanha o vento, aviões elástico que voam sem parar ou bonecos tão curiosos quanto teimosos na sua postura sempre em pé, farão as delícias de meninos de todas as idades. Orientação: Mundo Científico SABORES DO OUTONO O outono traz aromas, sons e cores que se confundem no paladar. Raviollis de maçã, queijo fresco adocicado com mel ou lollipops de abóbora polvilhados com especiarias trarão para a ribalta os protagonistas da verdadeira festa do outono no Parque. Orientação: Mundo Científico O CIENTISTA DAS ESTAÇÕES DO ANO As estações do ano são um apelo ao despertar dos sentidos. Como percecionamos o passar do tempo? As noites frescas, os dias mais pequenos, as mudanças de cor na paisagem, o adormecer lento do turbilhão de vida no Parque; vamos dar um salto ao universo e simular como a Terra se move ao longo do ano. Conseguiremos então desvendar por que ocorrem as estações do ano, os equinócios e os solstícios? Ou por que começam as folhas a revelar cores escondidas quando chegam os dias mais pequenos? Preparado para uma aventura planetária? Orientação: Mundo Científico PLANTAR E MINHOCAR O que será que acontece quando juntamos num vaso especial terra, plantas, minhocas e restos de comida? Vamos descobrir como montar num vaso um ecossistema em miniatura e aprender o que o mantém em equilíbrio. Que truques nos ajudam a poupar água e a manter a fertilidade do solo? Que plantas podemos cultivar? Vamos ainda conhecer as minhocas vermelhas Eisenia foetida e aprender coisas incríveis sobre estes seres vivos - como são, o que comem e como trabalham. Orientação: Anabela Pereira, Dina Marques, José Pedro Fernandes, Marco Ramos GALHOS, BICHOS E NOVELOS Neste outono vamos dar liberdade às nossas mãos para construir figuras com materiais orgânicos – fios de lã, linhos, sedas e outras matérias do Parque de Serralves. Atar, envolver, amarrar, dar pequenos nós, para inventar e criar novos mundos imaginários. Orientação: Cristina Camargo, Ivone Almeida, Joana Nascimento, Sofia Santos ENTRE LINHAS O que é que há em comum entre um fuso, um bicho-da-seda, uma lançadeira, uma ovelha e uma roca? Como se de um casulo se tratasse, em "Entre Linhas” vamos criar uma instalação conjunta cruzando movimentos naturais e ancestrais à medida que a ação de cada um de nós se acrescenta numa enorme estrutura. Afinal, linha a linha se tece uma trama… já dizia o bicho-da-seda! Orientação: Ana Vieira, Andreia Coutinho, Magda Silva, Rita Faustino Estamos TRAMAdos! Vamos criar uma instalação, acrescentando, acumulando e complicando uma trama que invade todo um espaço. Este ganhará uma densidade de linhas que nos obriga a condicionar o movimento do corpo, serpenteando neste lugar labiríntico. Estamos tramados! Orientação: Paulo Jesus, Raquel Correia, Raquel Sambade, Sónia Borges PINTURAS DE OUTONO Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, mas vamos todos marcar no papel a chegada do outono! Orientação: Catavento À VOLTA DA PALHA Nesta oficina a palha é a rainha das criações para, em família, inventar o que a imaginação propuser: bonecos-brinquedo inspirados nos bichos da Quinta e da Horta, personagens de uma história… Uma viagem ao mundo da criatividade com materiais naturais num ambiente de Festa tradicional. Orientação: Ana Martins e Carlos Carvalho CANTINHO DOS INVESTIGADORES No âmbito da parceria entre a Fundação de Serralves e o CIBIO-InBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, o público poderá visitar o "Cantinho dos Investigadores" onde estarão em exposição diversos projetos deste centro de investigação. Daqui partirão, orientados por investigadores especializados um conjunto de percursos exploratórios da fauna e flora do Parque de Serralves. Lotação: grupos com um máximo de 25 participantes Duração: 45 min AS AVES DE SERRALVES Orientação: Pedro Andrade Horário:10h30 DEMONSTRAÇÃO DAS TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MICROMAMÍFEROS Orientação: Joana Paupério Horário:11h00 OS ANFÍBIOS DE SERRALVES Orientação: Raquel Ribeiro Horário: 12h00 OBSERVAÇÃO DE LÍQUENES Orientação: Cláudia Oliveira Horário: 14h00 DEMONSTRAÇÃO DAS TÉCNICAS UTILIZADAS NO ESTUDO DOS MORCEGOS Orientação: Francisco Amorim, Vanessa Mata Horário:15h00 OS INSETOS DO OUTONO NO PARQUE Orientação: José Manuel Grosso-Silva Horário:16h00 OS COGUMELOS DO OUTONO EM SERRALVES Orientação: Ricardo Castilho Horário:17h00 ÁRVORES E ARBUSTOS DO PARQUE Orientação: Sofia Viegas Horário: 18h00 Bzzzoira Moira Teatro e Marionetas de Mandrágora As lendas de mouras encantadas e seres fantásticos povoam todo o país. No norte do país conheço de perto, desde criança, algumas histórias que se contam sobre estes locais. Esta é a história sobre um poço negro que dizem esconder um tesouro guardado por uma moura encantada por um feitiço... Durante a noite a jovem chora, enquanto se penteia, mas durante o dia é transformada num animal que afugenta o aguadeiro a caminho do poço, onde vai buscar água... Este é o início de uma extraordinária história. À noite quando percorro as ruas recordo que cada recanto esconde uma lenda, que esconde um mistério, que revela um pouco de nós, da nossa identidade e cultura. Local: Passeio da Levada Horários: 12h00, 14h15 e 17h00 Duração: 45 minutos Cabeça Filho da Mãe "Lembro-me de, em miúdo, olhar para o meu tio-avô a tocar guitarra. As unhas encurvadas e amarelas dos cigarros, o cabelo branco e liso, colado à cabeça. Não havia muitas perguntas, o mundo era simples. Na verdade, aquilo que eu via não era um homem encanecido, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar, era, isso sim, algo mais evidente, como haveria de perceber mais tarde: a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Mas o nosso crescimento passa pelo arrefecimento do mundo, pela necessidade de o dissecar, de o enfiar no microscópio e em equações de terceiro grau. O mundo começa a ganhar linhas rectas, torna-se geométrico, onde até as lágrimas são uma espécie de matemática. Pitágoras dizia, e os seus seguidores, como aquele de Crotona, repetiam, que a música e a matemática são exactamente a mesma coisa. Uma oitava corresponde precisamente a 1/2 da corda da viola; a terceira nota natural é 1/3 da corda; e a quinta natural é 3/4. E isto é apenas um pequeno exemplo de como as músicas que ouvimos são feitas de matemática, tal como as pedras são feitas de música e os nossos sentimentos são rigorosamente geométricos. É assim que se compreende a música utilizando a razão. Mas, lamentavelmente, não se ouve nada, não se sente nada. Para isso é preciso fazê-lo com o corpo, que, sendo uma espécie de tabuada, não deixa de ser feito de terra e de entender essa linguagem que se escreve com uma pá. Por vezes é preciso um filho da mãe capaz de nos colocar outra vez naquele lugar da infância, naquele espaço antigo, onde a guitarra e o guitarrista eram a mesma música. Melancólico, o filho da mãe, consegue conjugar memórias, partindo de uma base que se repete e que se vai tornando cada vez mais complexa, como os pássaros fazem quando cantam. Os ritmos cruzam-se, para cima e para baixo, como barcos a vencer tempestades, fazendo com que tudo se confunda, os ossos com a pele, o interior com o exterior, a sede com o vinho. Não é só tocar, é escavar os sons e trazê-los para fora da guitarra. E a música, com o seu poder catártico, faz-nos acordar. Não há arte nenhuma capaz de nos fazer mover, mexer e dançar como faz a música. Para que, no dia do Juízo, os mortos se levantem, serão necessárias trombetas. Ou, sendo menos ortodoxo, guitarras. Um quadro do Rembrandt não atinge os ossos, chega a muitos lugares, mas não faz dançar, não faz bater o pé. Se há alguma coisa capaz de nos fazer levantar, dançar, exultar, de um momento para o outro, é a música. Abre caminho pelas nossas veias, pelos músculos, é feita de carne e fala essa linguagem. Todo o universo se move por causa da música das esferas, por causa dos acordes que Deus tocou no Início, dobrado sobre si mesmo, a dedilhar uma guitarra. Tudo se move por causa de um filho da mãe. Texto de Afonso Cruz Local: Prado Horário: 14h00 Duração: 45 minutos Princesa Bruxa Mariana Amorim e Ricardo Alves | uma coprodução Ovo Alado e Esquiva Companhia de Dança Uma princesa foi condenada a dançar para uma árvore até que ela floresça. E durante todo o dia dança para a árvore morta. A árvore parece querer florir outra vez, mas durante a noite a princesa transforma-se numa bruxa que dança toda a noite fazendo com que a árvore volte a murchar. Texto e encenação de Ricardo Alves Coreografia e interpretação de Mariana Amorim Músicas de Lufa-Lufa (Carlos Adolfo e Ricardo Rocha) Adereços de Sandra Neves Figurinos de Inês Mariana Moitas Voz off de Ivo Bastos Local: Clareira da Presa Horários: 11h00 e 15h00 Duração: 40 minutos Na Rua Útero – Associação Cultural "Na Rua” é um espetáculo pensado para o espaço público. "Apanhar” as pessoas que se deslocam de manhã cedo para o trabalho e que ao fim do dia fazem a mesma coisa em sentido inverso, todos os dias da semana. Todas as pessoas que habitam nos limites da cidade e que entram e saem para trabalhar sem nunca usufruir das possibilidades que uma cidade oferece. Interromper esse percurso por dois ou três minutos. O objeto é um "pequeno teatro” onde um performer e um espectador desenvolvem uma relação íntima ao longo desses breves minutos. Objeto oval de ferro com um envolvimento em acrílico e com duas entradas para a cabeça de um performer e um espectador. As cores garridas fazem prever uma situação divertida e de lazer. É esse contraste entre essa expetativa e a história escrita por José Luis Peixoto que é contada. Uma história curta com um grande poder dramático e de reflexão sobre o espaço público. Estreamos às 7 da manhã no Cais de Sodré, em Lisboa. Assim, as primeiras sessões foram feitas às primeiras horas do dia, quando milhares de pessoas entram na cidade para trabalhar. O espetáculo acabou por ter uma grande aceitação e isso fez com que fosse apresentado em vários centros culturais (e assim já sem a tensão de ser feito na rua). Achámos que devia continuar a manter os objetivo de interromper as pessoas que passam por breves minutos e pensámos ter algo semelhante também para as crianças. Recentemente fizemos um workshop onde cada participante se confrontava com esta situação na rua, com um texto criado por si. Direção - Miguel Moreira Interpretação: André Santos, Catarina Barbosa, Catarina Félix, Diana Coelho, Flávio Rodrigues, Mara Andrade, Miguel Moreira, Tânia Diniz Texto - José Luís Peixoto Cenografia - Jorge Moreira Objeto Construído - Leonel e Bicho Local: Prado, Clareira da Presa, junto aos Estábulos Horários: 10h30-12h30, 13h00-15h00, 15h30-17h30 Microglobo Teatro mais pequeno do mundo Há quatrocentos anos atrás o Teatro Globo de William Shakespeare estava no seu auge. Milhares de espectadores, de todos os grupos sociais londrinos, vinham assistir a espetáculos como Hamlet, Sonho de uma Noite de Verão, Romeu e Julieta ou a Tempestade. O que poucos sabem é que o grande bardo tinha um segundo teatro, muito mais pequeno que o Globo de Londres e conhecido como o Pequeno Globo. Este era na verdade um teatro ambulante que ia de feira em feira pela Inglaterra, mas também pela Europa fora. Tinha tudo que o grande Globo tinha, mas em ponto pequeno. Era na verdade um laboratório onde Shakespeare experimentava as suas últimas criações perante o público popular das feiras e das praças. Através de um estudo exaustivo de documentos e artefactos, encontrados um pouco por todo velho continente, a equipa do Teatro Mais Pequeno do Mundo, reconstruiu este pequeno teatro batizando-o de MicroGlobo. A reconstrução do MicroGlobo passa não só pela estrutura física do pequeno teatro numa carroça, mas pela reconstrução de alguns das dezenas de micro-espetáculos apresentados no século XVII. Poucos sabem ainda que Shakespeare, além de grande poeta do palco, tinha uma costela amorosa bastante ativa. E que uma das razões para viajar tanto pelo mundo foi pelo contacto que lhe permitia com as donzelas dos países por onde foi passando com o seu pequeno teatro. Uma verdade, hoje incontornável, é que William deixou descendência um pouco por todo lado. Os cinco artistas deste novo MicroGlobo do século XXI são todos descendentes do grande mestre do teatro inglês e, seguindo as pegadas do seu ilustre antecessor, convidam a entrar no MicroGlobo e a deliciar-se com as pequenas pérolas teatrais que apresentam. E são estes descendentes, que seguindo as pegadas do seu ilustre antecessor convidam a entrar no MicroGlobo e para se deliciar com as pequenas pérolas teatrais que apresentam para o seu prazer e em honra do pai de todo teatro moderno, William Shakespeare. Local: Encosta das Aromáticas Horário: 10h30 e 14h30 Duração: 120 minutos Pierre Bastien– a performative dj set Pierre Bastien Pierre Bastien trará ao Parque de Serralves oito instrumentos musicais africanos e sul-americanos, todos parte integrante da sua coleção pessoal. Os instrumentos serão tocados mecanicamente através de mecanismos caseiros: algumas estruturas feitas de peças Meccano e ativadas por motores elétricos. Estes introduzirão uma seleção de peças musicais da biblioteca de média do Musée du Quai Branly, em Paris. O objetivo é o de ter o instrumento de cada peça gravada a tocar em frente aos ouvintes. Uma exceção: o antigo chifre Oeste africano introduzirá um conjunto do Uganda. Com agradecimentos especiais ao Musée du Quai Branly e Les Siestes Electroniques. Local: Palco Prado Horário: 16h00 Duração: 50 minutos Afrobaile Celeste/Mariposa Os Celeste/Mariposa são um coletivo (e recente editora discográfica) lisboeta representado em palco por Wilson Vilares e Francisco Sousa, que pretende dar a conhecer o tremendo património musical dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), muito do qual gravado em Lisboa dos anos 70 até hoje. É, em grande parte, musica de ligação forte com a cultura portuguesa, mas que por razões políticas foi quase totalmente ignorada até hoje, pelos próprios portugueses. Com uma coleção de discos dos PALOP internacionalmente reconhecida, os Celeste/Mariposa trazem a Serralves o seu Afro-Baile, que se tem afirmado em Lisboa como uma força cultural crescente, mas também fora de portas com quatro tours europeias (duas delas em 2015). O Afro-baile é uma celebração sem limites das fantásticas sonoridades dos 5 PALOP, da marrabenta de Moçambique ao gumbé da Guiné-Bissau, passando pelo funaná de Cabo Verde, o Socopé de S. Tomé e Príncipe ou o semba e rebita de Angola. Dito em Luanda: "Não vale a pena parar. Puxa!" Um fim de Festa relaxado, divertido e alegre para "por a mexer" todas as idades. Local: Prado Horário: 18h00 Duração: 60 minutos MANUFATURA: SABER-FAZER Escalas mais reduzidas de produção permitem tirar partido de matérias-primas e recursos humanos locais, estimulando o desenvolvimento de economias de proximidade. Estas, mais pequenas e locais, dão controlo ao indivíduo estimulando o empreendedorismo, as relações colaborativas e reduzindo a dependência económica de movimentos económicos de grande escala. As pequenas e médias escalas de produção são também aquelas através das quais se criam produtos de grande valor acrescentado que competem no mercado global não pelo preço, mas antes pela qualidade e diferenciação. Estas duas oficinas experimentais com exposição de materiais e técnicas abordam estas temáticas, a partir dos casos práticos da lã e da cestaria, de forma a tornar a informação acessível, apetecível e experimentável por todos os públicos. Conceção e coordenação: Alice Bernardo Horário: 10h00-19h00 Experimentação Têxtil O visitante poderá conhecer, experimentar e aprender sobre os processos que transformam a fibra em tecido, desde a fiação até à tecelagem. A matéria prima utilizada será a lã, já que é a mais acessível em termos de aprendizagem para o público indiferenciado que é típico da Festa de Outono (crianças pequenas, jovens, adultos, pessoas com mais experiência). Teremos amostras de lãs para ver e sentir, cardação, fiação com fuso manual (introdução à técnica de fiação com fuso de suspensão e fuso português), fiação com rodas de fiar e tecelagem em diferentes teares (4 teares). Sendo que este ano é permitida a venda de material, serão disponibilizados objectos relacionados com o tema - matérias-primas, ferramentas, produtos mais finalizados, manuais técnicos. Desta forma, caso alguém fique interessado pela actividade que experimentou/viu, poderá levá-la para casa. Experimentação Cestaria Cada participante poderá construir um cesto de vime do início ao fim, aprendendo as técnicas básicas e utilizando as ferramentas e materiais próprios deste ofício. Cada cesteiro orientará 6 pessoas de cada vez, que começarão e terminarão uma peça, dando lugar à próxima apenas quando a anterior terminar. As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar de elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos disponíveis. Estas raças, parte integrante do património histórico e cultural do País, contribuem para a manutenção de sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade traduz-se num potencial de valorização económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. A RAÇA BARROSÃ AMIBA (ASSOCIAÇÃO DE CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA BARROSÃ) A AMIBA, Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã, é a entidade responsável pelo programa de conservação e melhoramento da raça Barrosã, uma raça bovina autóctone portuguesa considerada como em risco de extinção. A presença desta raça de bovinos visa dar a conhecer o património genético nacional e divulgar o trabalho desenvolvido pela AMIBA, que representa, para além desta raça autóctone, as raças ovinas Bordaleira de Entre Douro e Minho e Churra do Minho e as quatro raças autóctones existentes em Portugal de galinhas: raça Branca, raça Amarela, raça Preta Lusitânica e raça Pedrês Portuguesa. Com o objetivo de divulgar e promover a Raça Barrosã convidamos o público a visitar o Picadeiro da Quinta de Serralves, onde poderão contactar com quatro bovinos da raça Barrosã - um touro, uma vaca com uma cria e uma novilha - e obter informação relativa às vantagens das raças autóctones relativamente às exóticas, bem como conhecer as suas especificidades. Local: Picadeiro Horários: 10h00—13h00; 15h00—19h00 O BURRO DE MIRANDA AEPGA (ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E PROTEÇÃO DO GADO ASININO) O Burro de Miranda teve, durante muito tempo, um enorme valor e utilidade como animal de sela, de apoio nos trabalhos agrícolas e no transporte. A sua utilidade nestas áreas diminuiu com o avançar da mecanização agrícola, êxodo rural e o abandono das práticas agrícolas tradicionais. No entanto, esta raça autóctone é detentora de um património genético, ecológico e cultural único no nosso país. O objetivo desta atividade é levar o maior número de pessoas a fascinar-se pelo Burro e a compreender a sua importância social, cultural, económica e ecológica. Local: Passeio da Levada Horários: 10h30, 11h30, 12h30; 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 Duração: 30 minutos Lotação: 16 participantes por sessão O GARRANO DO GERÊS CENTRO HÍPICO DO PORTO E MATOSINHOS O cavalo garrano é o mais antigo das raças portuguesas. É uma raça protegida devido ao risco de extinção que esteve sujeita até há poucos anos. Com o objetivo de promover o cavalo Garrano na equitação, a Escola de Equitação do Centro Hípico do Porto e Matosinhos estará presente na Festa do Outono, aproveitando assim para divulgar os benefícios desta modalidade que é desporto, arte e terapia. Em parceria com a Fundação de Serralves, a Escola promove cursos de iniciação à Equitação, marcando assim o regresso desta modalidade à Quinta nas férias de verão. Local: Picadeiro Horários: 10h00—13h00; 15h00—19h00 BioQuiz O BioQuiz revitaliza o tradicional jogo de Quiz - um jogo de perguntas e respostas – adotando como tema a Biodiversidade. O público é convidado a testar os seus conhecimentos em família, respondendo perante imagens apelativas, sons surpreendentes e mesmo a algumas perguntas com componente olfativa! Cada sessão de BioQuiz é composta por um conjunto de 20 perguntas com duração de cerca de 40min. Os Jogos realizar-se-ão na Cabana, um espaço especial na Quinta de Serralves. Diversão e conhecimento para toda a família. Conceção e Orientação: A conceção das perguntas, todas com resposta de escolha múltipla, foi efetuada pela equipa Serralves 360º com a colaboração de investigadores do CIBIO-InBIO. Serralves 360º é um projeto de colaboração FS-CIBIO-FCT para a divulgação de ciência em Serralves. Horário: 11h00; 12h00; 15h00; 16h00; 17h00; 18h00 Lotação: limitada ao espaço disponível "O Parque em Macro II” Esta exposição renova a oportunidade de ver o Parque de Serralves para além do que naturalmente se consegue observar a olho nu. A macrofotografia, que tem o propósito de captar detalhes de pequenos objetos ou de pequenos seres vivos, muitas vezes invisíveis à vista desarmada, é a técnica utilizada para esta mostra de imagens em grande formato. A fauna e a flora do Parque são evidenciadas num universo imenso e pouco explorado, causando a admiração e o deslumbre do público por este outro mundo escondido que também nos rodeia. O Parque de Serralves, classificado como Monumento Nacional desde 2012, e, recentemente reconhecido na publicação The Gardener’s Garden, da editora Phaidon, como um dos 250 jardins dos mais notáveis do mundo, oferece ao público com esta exposição um motivo adicional para uma fruição prolongada deste espaço singular. A exposição integrará novamente as imagens vencedoras do concurso lançado ao público para captar o "seu” Parque em macro. Comissariado: João Almeida Local: Caminho do Prado "Histórias" - TENHO 25 ANOS (2014 - 2015) - PROJETO INTERGERACIONAL O projeto intergeracional "Tenho 25 anos", fruto de uma parceria entre a Fundação de Serralves e a Câmara Municipal do Porto, conclui, com a presente exposição, a sua quarta edição. Envolveu, nesta edição, séniores do Centro de Dia do Bom Pastor (Cruz Vermelha) e jovens do Centro António Cândido, no pressuposto de que a interação intergeracional contribui decisivamente para a saúde e o equilíbrio em todas as idades e de que o bem-estar é uma construção permanente, para a qual o lúdico e a criatividade contribuem de forma privilegiada. Um jogo de papéis situado num "aqui" e num "agora" imaginários, em que todos se assumem como adultos com 25 anos, mais uma vez enquadrou as atividades. O tema - Histórias - remete para a ideia de que somos narrativas em construção, as histórias (e as estórias) que nos contam, que contamos, criamos e/ou recriamos. Com elas aprendemos, crescemos e renovamos. Com elas nos construímos a nós, aos outros e ao mundo em que vivemos. Local: Lagar Pátio da Nogueira 10h-19h Feira de Produtos Biológicos Muitas propostas saborosas e saudáveis de produtos frescos ligados a um modo de vida mais consciente e saudável. Feira da Festa Uma variedade de produtos, jogos e merchandising, assim como livros relacionados com a temática do Parque de Serralves. JUNTE-SE A NÓS! 1. Encontre-nos no Pátio da Nogueira 2. Responda a 2 perguntas sobre Serralves 3. Por cada resposta certa oferecemos-lhe 10% de desconto na adesão ao cartão de Amigo. Acesso O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e Rua Bartolomeu Velho 141. Pulseiras identificativas Para contribuir para uma maior segurança serão disponibilizadas pulseiras identificativas para colocar no pulso das crianças. São distribuídas por voluntários nas entradas do evento e devem ser preenchidas com o nome da criança, do responsável e o respetivo contacto telefónico. Programação Por motivos imprevistos, o programa poderá estar sujeito a alterações. Este evento conta com o apoio de voluntários, devidamente identificados, que poderão ajudá-lo a usufruir das várias atividades e serviços que propomos para esta Festa. Encontram-se encerradas as incrições para o voluntariado na festa do outono. Qualquer dúvida ou pedido de informação por favor enviar correio eletrónico para voluntariadoserralves@serralves.pt, a que responderemos com a maior brevidade possível. Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA) Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) Câmara Municipal do Porto Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO-InBIO) Centro Hípico do Porto e Matosinhos Diretora Geral: Odete Patrício Diretora do Museu: Suzanne Cotter Diretor do Parque: João Almeida Diretor de Recursos e Projectos Especiais: Hugo Neto Diretor de Comercial, Desenvolvimento e Comunicação: Miguel Rangel Diretora Administrativa e Financeira: Sofia Castro Programação Serviço Educativo: Elisabete Alves, Liliana Coutinho Coordenação da Produção: Marina Freitas Consultoria: Giacomo Scalisi Produção e Montagem: Ana Rocha, Anabela Silva, António Rocha, Augusto Alves, Augusto Sousa, Carla Almeida, Carlota Carqueja, Cristina Lapa, Diana Cruz, Hugo Viana, Júlio Fonseca, Luciana Pereira, Manuel Alves, Manuel Pinto, Miguel Pinheiro, Paula Gouveia Serviço de Artes Performativas: Cristina Grande, Pedro Rocha Som: Nuno Aragão Vídeo: Carla Pinto
FESTA DO OUTONO 20142014-09-28
Entrada gratuitaEsta festa, já na sua 6ª edição, oferece um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. A Festa tem como tema o outono, o ritmo das estações, as colheitas, os saberes e as práticas ancestrais liga...
FESTA DO OUTONO 2014
2014-09-28
![]() Entrada gratuita Esta festa, já na sua 6ª edição, oferece um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. A Festa tem como tema o outono, o ritmo das estações, as colheitas, os saberes e as práticas ancestrais ligadas à tradição rural, a produção de alimentos em modo biológico, as dietas alimentares alternativas, o consumo responsável, entre outras temáticas associadas à proteção do meio ambiente. Pode consultar aqui o programa da festa (em formato pdf) ![]() Contamos consigo neste dia especial para viver em família! ![]()
Kimi Djabaté Escritor de canções, vocalista, balafonista, guitarrista e crucial embaixador da cultura mandinga e guineense em Portugal e no mundo, Kimi Djabaté - é pacífico dizê-lo - é hoje um dos grandes artistas de palco a residir no nosso país, que também se tornou o seu, já há mais de uma década. Trata as suas canções com profunda noção de ofício, trabalhando-as com a precisão e o critério dos sérios e serenos. É filho de uma família secular de músicos, que se filiou na Guiné Bissau há mais de dois séculos, e é seu assunto vivencial, social e cultural tratar na forma de música as questões e resoluções de sempre e de hoje; a observação do mundo através da oralidade da música, algo que não tem como evitar tornar contemporâneo, sempre devidamente enriquecido por tanta tradição de o fazer. Contos sobre moral, ética, cidadania, honestidade, amor, família e as grandes questões existenciais. Solo de balafon e voz. Horário: 12h00 Duração: 60 minutos Local: Prado Milaneza Sopa de Pedra Grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional. Surgiram no Porto, em 2012, graças à inquietação de nove jovens, com diversos graus de estudos e experiências musicais e artísticas. Desejando interpretar com rigor artístico a música tradicional portuguesa, procuram avivar-lhe a frescura por meio de novas harmonizações e arranjos polifónicos que exploram a sua complexidade, riqueza e profundidade. Horário: 16h00 Duração: 60 minutos Local: Prado Milaneza Público-alvo: M/3 anos Dj Hirudroid Pedro Augusto A seleção do músico Pedro Augusto envolve um grande espaço cronológico e de fusão musical. Desde as referências aos grandes compositores do ”early electronics”até à música portuguesa dos anos 70 e 80, há neste espetáculo um lado efervescente e cativante, enriquecido em tempo real, pelo manuseamento cacofónico de pequenos gadgets, apitos e gags sonoros! Um fim de festa relaxado e divertido, para pôr a mexer todas as idades. Horário: 18h00 Duração: 60 minutos Local: Prado Milaneza Vislumbre Mariana Amorim e Domingos Alves Caminhamos pela cidade, passamos por centenas de pessoas, edifícios e sítios diferentes. Habitamos a cidade de uma forma pessoal. Qualquer lugar por onde passamos contém um mundo de histórias, mantidas em transição, alteradas a cada instante, por cada passo dado. Vislumbre é uma performance onde se resumem algumas delas, como as do António, da Emília, da Manuela, da Isabel... Pessoas com quem me cruzei em passeios feitos sem rumo pelas ruas de várias cidades. É também uma simbiose entre um solo de dança e de música, neste caso de um piano percutido ao vivo, que acompanha sonoramente as histórias e as memórias num encontro com a natureza. Horário: 11h15 Duração: 40 minutos Local: Passeio da Levada Direção, criação e interpretação Mariana Amorim Composição musical e interpretação Domingos Alves Produção Esquiva Companhia de Dança Apoio Companhia Instável/Palcos Instáveis Opostos bem-dispostos Ele diz coisas tão magras tão magras, que ela quase morre de fome ao ouvi-lo. Ela espera herdar uma fortuna e peras, ele encolhe os ombros e come maçãs. Ela arregala, volta e meia, os olhos, ele responde com os olhos em bico. Se ele é medio alegre en tempo de tristeza, ela chora de riso até mais. Ela encara sempre as coisas de frente, ele ve sempre as coisas pelo outro lado. Ele é assim e assado e ela nao é nada disso. Enquanto ela anda facilmente de costas pela casa, ele mexe-se como se levasse a casa as costas. Enquanto ele procura nao ser como ela, ela encontra a forma de evitar ser como ele. (Eugénio Roda in Contra Dizeres) Horário: 10h30, 14h00 e 17h00 Duração: 45 minutos Local: Prado Milaneza Público-alvo: M/4 anos Espetáculo encenado por Joana Providência a partir de texto de Eugénio Roda. Encenação: Joana Providência Coprodução: ACE Teatro do Bolhão, Serviço Educativo Casa da Música, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor Com Anabela Sousa e Paulo Mota. Texto Eugénio Roda Encenação Joana Providência Elenco Anabela Sousa e Paulo Mota Música Original e Interpretação Tiago Carvalho - Trombone, Sofia Nereìda Pinto - Acordeão, Tiago Oliveira - Clarinete Cenografia, Figurinos e Adereços Catarina Barros Desenho de Luz Cárin Geada Apoio Magia José Guimaräes Direção Técnica Pedro Vieira de Carvalho Direção de Cena Natércio Silva Montagem e Operação Cárin Geada, Fábio Ferreira e Martins Execução da Roulote Josué Maia Execução e Manutenção dos Figurinos Maria da Glória Costa Divulgação Daniela Ferreira, Gabriela Poças Design Gráfico Inimaginável Bernardo Providência King Pai - Companhia Caótica À porta de uma tenda de feira, Rudolfo, o domador, apresenta-nos a sua fera de ternura, capaz de pegar ao colo um adulto e embalá-lo como se fora seu filho. Na entrada ele conta-nos, para além das aventuras de King Pai, algumas das melhores histórias do seu famoso caderno, repleto de memórias que os espectadores vão escrevendo sobre os seus pais. Entretanto, um de cada vez, os espectadores entram na tenda para cinco minutos a sós com o famoso King Pai... Horário: 11h30 e 15h30 Duração: 60 minutos Local: Presa Público-alvo: M/16 anos Espetáculo encomendado pelo Museu da Marioneta Conceção, encenação e manipulação Caroline Bergeron Histórias Miguel Antunes e Caroline Bergeron Interpretação Miguel Antunes Conceção da marioneta João Calixto e Caroline Bergeron Construção da marioneta João Calixto Assistência à construção da marioneta Catarina Mota Figurino da marioneta e da tenda Chloé Maxin Imagem Caroline Bergeron Agradecimentos António Pedro, Catarina Santana, Francisca Fernandez, Nuno Tomaz e Joana Farrajota Contatinas - Contos à Concertina "Contatinas" é o 4.º título da coleção HOT – Histórias Oralmente Transmissíveis, através da qual a BOCA, em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, pretende registar e atualizar os vários géneros da literatura de tradição oral, homenageando os nossos melhores contadores. Luís Correia Carmelo tem formação de ator, mas tornou-se um prodigioso narrador oral e um investigador das formas e conteúdos do seu ofício, com mestrado feito sobre a morte nos contos tradicionais e doutoramento em curso sobre as técnicas interpretativas da narração oral contemporânea. Nuno Morão é músico, sonoplasta e editor boquense. Juntos, desvelam 8 contos à concertina (acompanhada de percussões, melódica e ukelele), num espetáculo com a duração de 60 minutos. Luis Carmelo narra e toca concertina, Nuno Morão é o companheiro de vários instrumentos. Horário: 10h30 e 14h30 Duração: 60 minutos Público-alvo: Adultos e Adolescentes Local: Encosta das Aromáticas Atividades para todas as idades. Sem marcação prévia, sujeitas à lotação em cada momento. Histórias e Cantos da Terra Nesta oficina convidamos crianças e adultos a ouvir e debater pequenas histórias, partilhando perspetivas, e a cantar em roda músicas ao som da guitarra e da flauta. Músicas que nos lembram costumes ancestrais ligados ao trabalho da Terra no Outono, época de abundância e generosidade de alimento, e preocupações atuais ligadas à necessidade do Homem voltar a ligar-se aos ciclos da natureza, a compreender, a respeitar e a proteger a «mãe» Terra. Horário: 10h00-11h00; 13h00-14h30; 15h00-16h30; 17h00-18h30 Orientação: Yassine Benderra, Joana Costa, Domingos Alves Local: Passeio da Levada Cozinhar com o sol Os fornos solares utilizam a energia solar para cozinhar alimentos de uma forma saudável, segura e poupando energia. Vamos aprender a cozinhar com o Sol utilizando fornos solares de várias tipologias. Será construído um forno solar em miniatura (maqueta) de forma a dotar os participantes dos conhecimentos para a construção de um forno em tamanho real. Serão partilhadas receitas saborosas e degustados vários bolos, comemorando desta forma os 25 anos da Fundação de Serralves e os 15 anos do Museu! Orientação: Dina Marques, Anabela Pereira, Rita Roque, Ana Vieira Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Morcelros, Formelhas e Araboletas Nos surpreendentes jardins de Serralves apareceram animais extraordinários, visíveis só aos olhos atentos de investigadores criativos e divertidos. Os cientistas falam de morcelros, formelhas e araboletas, mas há mais...! Tantos quantos os que a imaginação de filhos e pais conseguirem descobrir. A partir da análise científica das características dos animais, criar-se-ão identidades verosímeis para animais extraordinários imaginados em conjunto pelas famílias. Depois, com cartolinas, colagens e recortes, surgirão retratos e marionetes para levar para casa, juntamente com o bilhete de identidade e histórias divertidas. Orientação: C. Camargo – Oficinas de Artes, Ivone Almeida, Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza As minhas raízes estão na cabeça As árvores têm as raízes debaixo da terra. Umas são largas e estendem-se à superfície e outras estreitas e profundas. E as minhas raízes onde estão? De que histórias me lembro de ter vivido? Os locais da minha vida? As pessoas de quem eu gosto? Tudo isto faz parte de mim, das minhas raízes! Nesta atividade a terra, raízes, memórias e desenhos são o mote para uma autorrepresentação e reflexão sobre o Eu e o seu entorno. Orientação: Rita Faustino, Sofia Santos, Joana Nascimento, Andreia Coutinho Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Ramo a ramo Quando pensamos no Outono, imaginamos as árvores a ficarem com as folhas amarelas, castanhas e vermelhas. Em família vamos fazer uma homenagem às árvores do Jardim de Serralves, desenhando ramos originais e criativos, contribuindo assim para uma árvore gigante que irá ser construída ao longo de todo o dia da Festa de Outono. Orientação: Sónia Borges, André Rodrigues, Raquel Correia e Paulo Jesus Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Sabores de outono Muffins de bolota, chips de beterraba, queijo fresco com mel da quinta, lollipops de castanha ou xarope de cenoura, pesto de espinafres, molho aromático de tomate degustado em conchinhas e ondinhas de massa são algumas receitas inspiradas na Estação do ano que agora nos chega. Venha experimentar sabores, aromas e texturas improváveis e descubra mais sobre a diversidade de produtos hortícolas da nossa cozinha outonal. Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Faça aqui o download das receitas. Arquitetos do Parque No Parque de Serralves habitam pequenos seres que constroem, reconstroem e perpetuam este espaço verde, marcando-o como um património único e vivo. Escondidos em muros, no solo, nas árvores, na água, são os verdadeiros arquitetos do lugar. Insetos, aves, anfíbios, morcegos, ratinhos ou répteis, quantas curiosidades têm para nos oferecer? Vamos abrir os sentidos aos porquês e desvendar o mundo fascinante destes anciãos de Serralves. Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Celeiro De quantas cores se veste o outono O Outono presenteia-nos com paletas multicolores que anunciam o passar das Estações. Onde se escondem tantas cores nas folhas para só se revelarem quando as árvores se despem, preparando-se para o tempo frio? Clorofilas, antocianinas e carotenoides, as artesãs moleculares responsáveis por estas pequenas magias. Com uma pitada de Ciência e com um Parque inspirador, vamos descobrir de quantas cores se veste o Outono. Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza O inventor das energias limpas Nesta oficina de invenções, o desafio de produzir energias com recursos alternativos transforma-se numa verdadeira aventura: coletores-garrafa, frigoríficos-argila, células solares que emitam células vegetais, pilhas-limão, relógios de água ou lâmpada a vento, bancada pronta para vires experimentar! Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Ciclos da natureza A transformação anual das plantas e dos animais marca as estações do ano no Parque. Borboletas, escaravelhos, sapos e rãs, árvores e pequenas herbáceas contam-nos infindáveis histórias de metamorfoses, folhas caducas, bolbos ou estolhos. Como funcionam estes relógios biológicos que trabalham cada estação do ano? Será o frio? Será o sol? Vamos testar e aprender sobre os ritmos biológicos do Parque. Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Prever o tempo Com o Outono chegam as noites frescas e os dias mais pequenos. O vento parece brincar e os tons vermelhos, amarelos e castanhos instalam-se na paisagem. Vamos vestir as batas de meteorologistas e medir o tempo. Termómetros, anemómetros, bússolas e higrómetros acompanhar-nos-ão nas tarefas científicas onde não faltarão brincaventos especiais. Orientação: Mundo Científico Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza Pinturas de outono Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, mas vamos todos marcar no papel a chegada do Outono! Orientação: Catavento Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza À volta da palha Nesta oficina a palha é a rainha das criações para, em família, inventar o que a imaginação propuser: bonecos-brinquedo inspirados nos bichos da Quinta e da horta, personagens de uma história… Uma viagem ao mundo da criatividade com materiais naturais num ambiente de Festa tradicional. Orientação: Ana Martins e Carlos Carvalho Horário: 10h00-19h00 Local: Prado Milaneza À DESCOBERTA DA QUINTA Percursos exploratórios para todas as idades. Encaminhados por especialistas e investigadores, miúdos e graúdos vão descobrir e observar vestígios e conhecer múltiplas curiosidades e factos sobre aves, insetos, anfíbios, répteis, entre outros animais, e ainda sobre a flora do Parque, a Horta e os animais domésticos da Quinta de Serralves. Lotação: 25 participantes 11h00 e 15h30 | Os animais da quinta Orientação: Fernando Teles Ponto de encontro: Estábulos 11h00 e 15h30 | O jardim de aromáticas Orientação: José Pedro Fernandes Ponto de encontro: Jardim das Aromáticas 12h30 e 17h00 | A horta de Serralves Orientação: José Pedro Fernandes Ponto de encontro: Horta À DESCOBERTA DA BIODIVERSIDADE DO PARQUE No âmbito da parceria entre a Fundação de Serralves e o CIBIO - Centro de investigação em biodiversidade e recursos genéticos, o público poderá visitar o «Cantinho dos Investigadores» onde estarão em exposição diversos projetos deste centro de investigação. Daqui partirão, orientados por investigadores especializados, um conjunto de percursos exploratórios e atividades que se debruçam sobre a fauna e flora do Parque de Serralves. Ponto de encontro: Cantinho dos Investigadores Local: Prado Milaneza Lotação: 25 participantes 10h30 | As aves de Serralves: Muito mais que pardais e melros Orientação: Pedro Andrade (CIBIO) 11h00 | À descoberta dos micromamíferos Orientação: Joana Paupério (CIBIO) 12h00 | Os anfíbios e répteis do Parque Orientação: Raquel Ribeiro (CIBIO) 14h00 | Líquenes Orientação: Joana Marques (CIBIO) 15h00 | Os cogumelos do outono em Serralves Orientação: Ricardo Castilho (CIBIO) 16h00 | Insetos e aranhas no Parque Orientação: José Manuel Grosso-Silva e Pedro Sousa 17h00 | Árvores e arbustos Orientação: Sofia Viegas (CIBIO) 18h00 | Morcegos Orientação: Hugo Rebelo, Francisco Amorim e Helena Santos (CIBIO) Família Ramos Igor Gandra, Teatro do Ferro "Familia Ramos”, de Igor Gandra, é uma proposta do Teatro de Ferro para um Workshop de construção e manipulação de marionetas. Neste workshop convidamos os participantes a construir figuras antropomórficas ou zoomórficas (homenzinhos ou bichos) a partir das sobras da poda das árvores. Ramos, galhos e pauzinhos, depois de devidamente preparados são a matéria-prima para estes corpos que vamos inventar. Junções e articulações. Inspirados pelas ferramentas e utensílios que nos acompanharam durante milénios, vamos unir estes raminhos e pô-los a mexer. Na última parte, para descobrir e inventar um pouco mais sobre estas criaturas de origem vegetal, vamos manipulálas. Como se deslocam? Como convivem? O que desejam? Depois, cada novo elemento da Família Ramos vai passar a viver com a família do seu construtor. Horário: Em contínuo das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, com manipulação/apresentação conjunta às 13h00 e 18h00 Local: Prado Milaneza "Honrar a sua vinha" Comédias do Minho, de Rui Mendonça e André Martins Em 2012, as Comédias do Minho andaram em viagem pela Rota do Alvarinho em Monção e Melgaço. Divertiram com histórias de amor vinhateiras, dançaram na paisagem, ouviram os sons do território, acabaram nos restaurantes, numa ceia apocalíptica, foi o fim do mundo. Pelo meio, André Martins e Rui Mendonça falaram com produtores, apanharam uvas, sol e chuva e o relato desses dias de trabalho surge num filme que, como qualquer bom documentário, não deixa de ser uma bela fição. O filme que desta forma vai começando, mistura todas estas coisas: o alvarinho, as pessoas que o inventaram, o território que lhe deu forma e sabor, ou a forma como nos relacionamos com a natureza. Será que um monte de imagens e sons pode encontrar as respostas que procuramos? (In Honrar a sua Vinha) Horário: 11h00; 14h30 Duração: 63 minutos + conversa Público-alvo: M/6 anos Local: Sala de formação do Parque Frente-de-Câmara Rui Mendonça Trás-de-Câmara André Martins Produção Comédias do Minho / Fio Condutor Atividade promovida pela Adriminho no âmbito do Projeto de Cooperação Histórias Decantadas, apresentado ao abrigo do programa Proder – Programa de Desenvolvimento Rural. Manufatura: Saber Fazer Escalas mais reduzidas de produção permitem tirar partido de matérias-primas e recursos humanos locais, estimulando o desenvolvimento de economias de proximidade. Estas, mais pequenas e locais, devolvem o controlo ao indivíduo, estimulando o empreendedorismo, as relações colaborativas e reduzindo a dependência económica de movimentos económicos de grande escala. Duas oficinas práticas, de experimentação livre orientada por profissionais com vasta experiência na área, abordam estas temáticas a partir dos casos práticos da lã e da cestaria, oferecendo ao público um primeiro contacto e aprendizagem de algumas técnicas de manufatura de pequena escala. Serão abrangidas práticas como fiação com fuso e com roda de fiar, tecelagem, diversas técnicas de cestaria, e o contacto com diferentes matérias-primas e ferramentas utilizadas na prática profissional de cada um destes ofícios. Horário: 10h00-19h00 Local: Jardim Maria Nordman Conceção e coordenação: Alice Bernardo Orientação práticas têxteis: Guida Fonseca, Rosário Albuquerque e Tita Costa Orientação prática de cestaria: Manuel e Rosa Oliveira As 47 raças autóctones nacionais são o resultado de um processo milenar elevado grau de adaptação a condições ambientais, por vezes extremas, que lhes permite uma utilização eficiente dos recursos disponíveis. Estas raças, parte integrante do património histórico e cultural do País, contribuem para a manutenção de sistemas de produção sustentáveis num perfeito enquadramento com o ecossistema. A sua associação a produtos tradicionais de qualidade traduz-se num potencial de valorização económica com um importante papel na fixação das populações nos meios rurais. Galinhas de Portugal A AMIBA, Associação de Criadores da Raça Barrosã, é a entidade responsável pelos programas de conservação e melhoramento das únicas 4 raças autóctones existentes em Portugal de galinhas: raça Branca, raça Amarela, raça Preta Lusitânica e raça Pedrês Portuguesa, destacando a sua classificação como raças "muito ameaçadas”. A presença destas quatro raças autóctones de galinhas, as únicas existentes em Portugal, visa dar a conhecer o património genético nacional e divulgar o trabalho desenvolvido pela Associação de Criadores AMIBA, que representa, para além destas raças autóctones de galináceos, a raça bovina Barrosã e as raças ovinas Bordaleira de entre Douro e Minho e Churra do Minho. Com o objetivo de divulgar e promover estas raças convidamos o público a visitar o Picadeiro da Quinta de Serralves onde poderão contactar com exemplares das mesmas e obter informação relativa às vantagens das raças autóctones relativamente às exóticas, onde adquirir os animais e quais as suas necessidades de abrigo e alimentação. Horário: 10h00-13h00; 15h00-19h00 Local: Picadeiro O Burro de Miranda AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino de Terras de Miranda O Burro de Miranda teve durante muito tempo um enorme valor e utilidade como animal de sela, de apoio nos trabalhos agrícolas e no transporte. Atualmente, a sua utilidade nestas áreas diminuiu com o avançar da mecanização agrícola, êxodo rural e o abandono das práticas agrícolas tradicionais. No entanto, esta raça autóctone é detentora de um património genético, ecológico e cultural único no nosso país. O objetivo desta atividade é levar o maior número de pessoas a fascinar-se pelo Burro e a compreender a sua importância social, cultural, económica e ecológica. Horários: 10h30, 11h30, 12h30; 14h30, 15h30, 16h30, 17h30 Lotação: 16 participantes Duração: 30 min Local: Passeio da Levada O Garrano do Gerês Centro Hípico do Porto e Matosinhos O cavalo garrano é o mais antigo das raças portuguesas. É uma raça protegida devido ao risco de extinção que esteve sujeito até há poucos anos. Com o objetivo de promover o cavalo Garrano na equitação, a Escola de Equitação do Centro Hípico do Porto e Matosinhos estará presente na festa do outono, aproveitando assim para divulgar os benefícios desta modalidade que é desporto, arte e terapia. Em parceria com a Fundação de Serralves, a Escola promove cursos de iniciação à Equitação marcando assim o regresso desta modalidade à Quinta nas férias do verão. Horário: 10h00-13h00; 15h00-19h00 Local: Picadeiro O projeto intergeracional "Tenho 25 anos”, fruto de uma parceria entre a Fundação de Serralves e a Câmara Municipal do Porto, através do Pelouro da Educação, Organização e Planeamento e da Fundação Porto Social, envolve, nesta terceira edição, os seniores do Centro de Dia do Bom Pastor (Cruz Vermelha) e jovens do Centro António Cândido. "Tenho 25 anos” assenta no pressuposto de que a interação entre as diferentes gerações é fundamental para o equilíbrio no crescimento e na formação de adolescentes e jovens, bem como na promoção de um envelhecimento ativo, saudável e participativo, e desenvolve-se em torno de um jogo de papéis situado num "aqui” e num "agora” imaginários, em que todos se assumem como adultos com 25 anos. Neste contexto, fazem-se "viagens” e constroem-se mundos à medida dos sonhos e das ideias de cada um, em atividades de expressão plástica e dramática, storytelling e escrita criativa. "Viagens intermináveis”, o tema agregador escolhido para esta terceira edição, reflete a ideia de que o projeto de vida não se esgota em etapas estanques, antes continua e cresce, fluindo a partir do vivido, nas intermináveis viagens da vida, em construção e renovação permanentes. Local: Lagar Numa visita ao Parque de Serralves, somos naturalmente confrontados com a mestria e a beleza do seu desenho, o seu valor histórico, a sua diversidade de cores, aromas, formas e texturas, a sua fauna e a sua flora. No entanto, há muito mais para admirar para além do que naturalmente se consegue observar a olho nu, um mundo escondido, misterioso e fascinante à espera de ser descoberto que a macrofotografia — uma vertente da fotografia destinada a captar detalhes de pequenos objetos ou de pequenos seres vivos, muitas vezes invisíveis à vista desarmada — justamente nos permite apreciar. Integrada no programa comemorativo 25/15 do 25.º aniversário da Fundação de Serralves e do 15.º aniversário do Museu de Arte Contemporânea, a exposição ”O Parque em Macro” revela-nos de uma forma inédita e surpreendente, o pormenor, as curiosidades, a beleza e a excelência da arte oculta nos valores naturais do Parque, de outro modo invisível. Redescubra connosco o Parque de Serralves! Comissariado: João Almeida Local: Caminho do Prado BioQuiz O BioQuiz revitaliza o tradicional jogo de Quiz - um jogo de perguntas e respostas - adotando como tema a Biodiversidade. O público é convidado a testar os seus conhecimentos em família, respondendo perante imagens apelativas, sons surpreendentes e mesmo a algumas perguntas com componente olfativa! Cada sessão de BioQuiz é composta por um conjunto de 20 perguntas com duração de cerca de 40min. Os Jogos realizar-se-ão na Cabana, um espaço especial na Quinta de Serralves. Diversão e conhecimento para toda a família. Horário: 11h00; 12h00; 15h00; 16h00; 17h00 Lotação: limitada ao espaço disponível Local: Cabana Conceção e Orientação: A conceção de conteúdos foi efetuada pela equipa Serralves 360º com a colaboração de investigadores do CIBIO - Centro de investigação em biodiversidade e recursos genéticos. Serralves 360º é um projeto de colaboração FS — CIBIO — FCT para a divulgação de ciência em Serralves. Local: Pátio da Nogueira Horário: 10h00-19h00 Feira de Produtos Biológicos Nesta feira poderá encontrar vários produtores biológicos com oferta direcionada para um estilo de vida mais consciente e saudável. Oliveira da Serra vai estar presente na Feira de Produtos Biológicos para oferecer a oportunidade de saborear a edição limitada do azeite Oliveira da Serra Lagar do Marmelo, recentemente eleito o melhor azeite do mundo (um azeite único de sabor harmonioso, equilibrado e persistente, ideal para degustar como entrada, mergulhado em pequenos pedaços de pão, ou para finalizar pratos). Aproveite também este dia para visitar a oliveira milenar (c. 1500 anos) do Parque de Serralves e fique a conhecer o processo de produção do azeite através de divertidas ilustrações para os mais pequenos. Feira da Festa A Loja de Serralves também comemora a chegada do outono! É no Pátio da Nogueira que poderá encontrar várias propostas para crianças, como jogos didáticos, produtos originais de Serralves e livros de diversas temáticas com descontos apelativos. As inscrições para o Programa de Voluntariado da Festa do Outono encontram-se encerradas. Agradecemos a todos os que se inscreveram, estando a decorrer o processo de seleção. Caso não tenha consigo inscrever-se poderá inscrever-se no Programa de Voluntariado de Serralves de forma a receber todas as oportunidades de voluntariado que vão surgindo. Qualquer dúvida ou pedido de informação pf enviar email para voluntariadoserralves@serralves.pt, a que responderemos com a maior brevidade possível. JUNTE-SE A NÓS! QUER SER AMIGO DE SERRALVES? 1. Encontre-nos no Pátio da Nogueira 2. Responda a 2 perguntas sobre Serralves 3. Por cada resposta certa oferecemos-lhe 10% de desconto na adesão ao cartão de Amigo. Acesso O acesso é gratuito e realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e Rua Bartolomeu Velho 141. Pulseiras identificativas Para contribuir para uma maior segurança serão disponibilizadas pulseiras identificativas para colocar no pulso das crianças. São distribuídas por voluntários nas entradas do evento e devem ser preenchidas com o nome da criança, do responsável e o respetivo contacto telefónico. Programação Por motivos imprevistos, o programa poderá estar sujeito a alterações. Brigada do ambiente Ainda que numa dimensão muito menor relativamente ao Serralves em Festa, a mesma existirá e seria importante referir para divulgar a iniciativa e educar o n/ público. Um conjunto de voluntários, devidamente identificados, sensibilizam o público da Festa para a importância das árvores e plantas do Parque, informando e alertando. Se for surpreendido, sorria! Comemorações 25/15 A Festa do Outono é mais um momento de celebração dos 25 anos da Fundação de Serralves e dos 15 anos do Museu de Serralves. Para comemorar, vão ser oferecidos balões com o logotipo desta celebração. Estará também a decorrer a ação "Leve Serralves Consigo". Para ficar a par de todas as novidades de Serralves, dirija-se ao staff ou voluntários, deixe-nos os seus contactos e receba um bilhete gratuito para visitar Serralves. - Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA) - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) - Câmara Municipal do Porto/Fundação Porto Social - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO/InBIO) - Centro Hípico do Porto e Matosinhos Media Partner: Jornal de Notícias Apoio médico: CUF Diretora Geral: Odete Patrício Diretora do Museu: Suzanne Cotter Diretor do Parque: João Almeida Diretora de Recursos e Projectos Especiais: Cristina Passos Diretora Administrativa e Financeira: Sofia Castro Programação Serviço Educativo: Elisabete Alves, Liliana Coutinho Coordenação da Produção: Marina Freitas Consultoria: Giacomo Scalisi Produção: Anabela Silva, Carla Almeida, Cristina Lapa, Diana Cruz, Carlota Carqueja Serviço de Artes Performativas: Cristina Grande, Pedro Rocha Som: Nuno Aragão Vídeo: Carla Pinto
FESTA DE OUTONO 20132013-10-06
Esta festa, na sua 5ª edição, oferece um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. A Festa tem como tema o outono, o ritmo das estações, as colheitas, os saberes e as práticas ancestrais ligadas à tradição ru...
FESTA DE OUTONO 2013
2013-10-06
![]() Esta festa, na sua 5ª edição, oferece um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. A Festa tem como tema o outono, o ritmo das estações, as colheitas, os saberes e as práticas ancestrais ligadas à tradição rural, a produção de alimentos em modo biológico, as dietas alimentares alternativas, o consumo responsável, entre outras temáticas associadas à proteção do meio ambiente.
Músico nascido em Lisboa no ano de 1982, Norberto Lobo é já uma das figuras principais da música portuguesa deste arranque de século. Dono de um percurso aparte de qualquer meio de ensino académico especializado, Norberto edificou o seu trajeto através de uma aprendizagem riquíssima e independente, tanto individual quanto generosa e comunal, por uma panóplia vastíssima de música. Tem colaborado com artistas como os München, Chullage ou Lula Pena, para além de ser co-fundador dos projetos Norman, Colectivo Páscoa e Tigrala. Já partilhou palcos ou digressões com variadíssimos músicos internacionais, como é o caso Lhasa de Sela, Devendra Banhart, Larkin Grimm, Naná Vasconcelos ou Rhys Chatham. Regularmente tem empreendido séries de datas na Europa, com destaque para aparições ao vivo no celebrado Café Oto em Londres ou na Fundação Calouste Gulbenkian da capital inglesa, bem como tours sucessivas na Escandinávia, onde se lhe conhece um culto assinalável. É versado em várias guitarras, com particular dedicação nos últimos anos à acústica, à elétrica, e, mais recentemente, à tambura, que tem sido o seu principal instrumento no projeto Tigrala, e que foi feita à mão e oferecida de surpresa por um admirador seu na Dinamarca.
Uma das causas fundamentais de extinção do lobo (Canis Lupus) é a perseguição que lhes é movida pelo Homem. Poucos animais inspiram simultaneamente tanto receio e tanto respeito como o lobo. Mas o que se sabe realmente sobre este animal e do modo como o Homem o vê? O Grupo Lobo dá a conhecer, através desta exposição itinerante, o verdadeiro lobo, procurando responder a estas questões, informando, sensibilizando e alertando para a problemática da conservação do lobo, e simultaneamente para a necessidade de compreender a importância da biodiversidade em geral. Vão também realizar atividades para crianças relacionadas com pintura e escrita, dedicadas ao lobo. Fotografia: "Lobo Ibérico" / Artur V. Oliveira, Grupo Lobo Feira de Produtos Biológicos Muitas propostas saborosas e saudáveis de produtos frescos ligados a um modo de vida mais consciente e saudável, com grande diversidade de bancas, incluindo a presença do Berdinho. Feira da Festa A Loja de Serralves vai até ao Pátio da Nogueira não só com propostas para crianças (jogos didáticos e Merchandising Serralves, entre outros) mas também com livros de diversas categorias com descontos especiais de outono - até 50%. FESTA DA LÃ Oficina de Feltro Artistas: Diana Regal e grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo Oficina do Feltro é um projeto implementado em Viana do Alentejo desde 2007, que visa a reabilitação do trabalho artesanal com as lãs locais, sobretudo a partir de técnicas de produção têxtil, como a feltragem, mas também a fiação e a tecelagem. Na Festa da Lã pisa-se e feltra-se um têxtil, ao som dos cantares do Alentejo. Uma Festa coletiva que conta com o Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo. Com a lã que resulta da tosquia recuperamos e reinventamos formas tradicionais de fazer feltro como uma prática coletiva, com cantares alentejanos à mistura. Este processo, que segue as práticas ancestrais de produção de tecido sem fio, distingue-se das formas mais atuais de fazer feltro, sobretudo pela utilização mais imediata da lã, sem a sua transformação. 35 CONTOS DOS IRMÃOS GRIMM António Fontinha, Cristina Taquelim, Maria Morais, Rodolfo Castro e Thomas Bakk 11h00-12h00, Encosta das Aromáticas Apoio: IELT - FCSH - FCT | TSF Recolhidos da tradição oral pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm há mais de 200 anos, os contos agora reunidos em audiolivro pela editora Boca apresentam-se pela primeira vez na Festa de Outono de Serralves, com a participação dos contadores Maria Morais, Rodolfo Castro e Thomas Bakk. SESSÃO DE CONTOS Joaninha Duarte de Cabeção - Oficina de Feltro 15h00-16h00, Passeio da Levada A partir do livro Era uma vez um tapete e Arca de Noé, da autoria de Regina Guimarães, editado pela Colecção B – Oficina do Feltro, contam-se histórias, uma que descreve a produção de um tapete de feltro artesanal e outra que recorre ao mito de Noé e da sua Arca. CÃO DE CASTRO LABOREIRO Das 10h às 19h, Cabana Considerada como uma das mais antigas da Península Ibérica, esta é uma raça portuguesa que vale a pena conhecer! Esta raça considerada rara, originária da Vila de Castro Laboreiro, no Noroeste de Portugal, foi selecionada para proteger os rebanhos dos ataques dos lobos, que ainda hoje abundam na região. Apesar do seu grande porte, é um excelente cão de companhia que estabelece uma forte ligação com a família, mostrando grande docilidade com crianças. É um cão inteligente e saudável que não requer cuidados especiais, apenas necessita de exercício regular. O Clube do Cão de Castro Laboreiro, fundado em 1989 e reconhecido pelo Clube Português de Canicultura, é constituído por proprietários, criadores e amigos da raça, cuja principal missão é preservar e dar a conhecer este magnífico cão. Fotografia: Cão de Castro Laboreiro / Pedro Alarcão OVINOS DA RAÇA BORDALEIRA DE ENTRE DOURO E MINHO Das 10h às 19h, Picadeiro Parceiro: Associação de Criadores de Bovinos da Raça Barrosã (AMIBA) A raça de ovelhas Bordaleira de Entre Douro e Minho encontra-se atualmente em franco declínio. Esta raça, para além de dar origem a uma carne de excelente qualidade, produz estrume para fertilização das hortas e contribui para a limpeza e manutenção dos campos, permitindo a promoção da biodiversidade e conservação da paisagem típica da região minhota. A presença destes ovinos visa dar a conhecer o património genético nacional e divulgar o trabalho desenvolvido pela Associação de Criadores AMIBA, que representa, para além desta raça autóctone de ovinos, a raça bovina Barrosã e as quatro raças de galináceos nacionais. A par da exposição de rebanho de ovelhas, haverá demonstração de tosquia de ovelhas e informação ao público, prestada por técnicos da Associação AMIBA. "MULHERES DE BUCOS” APRESENTAM O CICLO DA LÃ DA OVELHA ATÉ AO FIO 10h às 12h30 e das 14h30 às 19h Na Casa da Lã de Bucos – Museu de Cabeceiras de Basto, a lã ainda é processada de forma artesanal por um grupo de mulheres que, da ovelha até ao fio, completa o ciclo e transforma as fibras da lã. A intenção é salvaguardar uma valiosa sabedoria resultante de séculos de evolução e de anos de aprendizagem e aperfeiçoamento por parte de quem, hoje em dia, ainda o sabe praticar. A lã utilizada na Casa da Lã é, na sua maioria, proveniente de rebanhos locais de ovelhas Bordaleiras de Entre Douro e Minho, a raça autóctone em destaque nesta Festa do Outono. Venha aprender a esgadelhar, cardar ou fiar a lã, enquanto ouve cantar as "Mulheres de Bucos”. Fotografia: Ciclo da Lã da Ovelha até ao Fio, Mulheres de Bucos / Alice Bernardo "Há Vida em Serralves!” é uma série documental que pretende dar a conhecer o património natural do Parque, nomeadamente a sua riqueza em biodiversidade, tendo sido exibida no 1º semestre de 2013, na RTP Informação. Morcegos, aves, anfíbios, répteis, e borboletas, são alguns dos animais que visitamos a cada episódio e que nos mostram que há mais vida na cidade, além de nós. Na exibição dos documentários na Festa do Outono, estarão presentes investigadores do CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, que participaram na realização dos documentários. Participação: Sem marcação prévia, sujeito à lotação do espaço. Episódio AVES (00:20:27) 11h30, com a participação do investigador Pedro Andrade Episódio MORCEGOS (00:19:23) 15h30, com a participação dos investigadores Hugo Rebelo e Francisco Amorim Episódio INSETOS & BORBOLETAS (00:19:17) 16h30, com a participação do investigador José Manuel Grosso-Silva Episódio ANFÍBIOS E RÉPTEIS (00:18:29) 18h00 com a participação do investigador José Teixeira Parceiro: CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos/Universidade do Porto Percursos exploratórios para todas as idades. Encaminhados por investigadores especializados, miúdos e graúdos vão descobrir e observar vestígios e conhecer múltiplas curiosidades e factos sobre micromamíferos, morcegos, aves, insetos, anfíbios e répteis, e ainda sobre a flora do Parque de Serralves. Lotação: grupos com um máximo de 25 participantes Ponto de encontro: Cantinho dos Investigadores (Prado Milaneza) Parceiro: CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto OS ANFÍBIOS E RÉPTEIS DE SERRALVES 10h00 e 17h00, Orientação de Armando Alves e José Teixeira AS AVES DE SERRALVES: MUITO MAIS QUE PARDAIS E MELROS 10h30 e 17h30, Orientação de Pedro Andrade ANIMAIS DA QUINTA 11h00 e 15h30, Orientação de Fernando Teles e Joana Mexia de Almeida ONDE DORMEM OS MORCEGOS EM SERRALVES? 11h30 e 14h40, Orientação de Hugo Rebelo e Francisco Amorim OS INSETOS DO OUTONO NO PARQUE 12h00 e 15h00, Orientação de José Manuel Grosso-Silva OS COGUMELOS DO OUTONO EM SERRALVES 12h00 e 15h00, Orientação de Ricardo Castilho A ÁGUA NA FLORESTA 16h00, orientação de Cláudia Carvalho Santos ONDE VIVEM OS MICROMAMÍFEROS NAS CIDADES? 16h30, orientação de Joana Paupério FOGO E FLORESTA 16h30, Orientação de João Torres Atividades para todas as idades. Sem marcação prévia, em funcionamento contínuo, sujeito à lotação em cada momento. PEQUENOS MAMÍFEROS NA CIDADE Das 10h às 19h, Prado Milaneza Os pequenos ratinhos e morcegos urbanos fazem do Parque o seu habitat. Peludos, atentos e muito curiosos, serão os protagonistas nesta oficina de grandes descobertas. Membranas alares, ultrassons, tocas e pegadas desvendarão um pouco do seu mundo. Orientação: Mundo Científico, Lda. O UNIVERSO FANTÁSTICO DA HERPETOFAUNA Das 10h às 19h, Prado Milaneza Tantos mitos rodeiam os sapos, os lagartos e as serpentes! Será pelas suas cores vivas? Pela sua pele viscosa? Ou pelo veneno que inoculam nas suas presas? Vamos contar histórias de verdade sem deixar fugir a magia do universo fantástico dos anfíbios e répteis que vivem em Serralves. Orientação: Mundo Científico, Lda. INSETÁRIO Das 10h às 19h, Celeiro Nas asas de uma borboleta começa a aventura para a nossa oficina transformada num Insetário. Bichas cadela, escaravelhos, joaninhas ou pulgões, a confusão mistura-se com o entusiasmo no meio de lupas, tabuleiros, pinças e redes. Orientação: Mundo Científico, Lda. LABORATORIUM BOTANICUM Das 10h às 19h, Prado Milaneza Flores que se comem, árvores que se adaptam ao fogo, plantas sem semente ou algas que vivem nos troncos. Tudo será analisado num laboratório de campo onde os porquês são o ponto de partida e experimentar é obrigatório. Orientação: Mundo Científico, Lda. NO TRILHO DOS ANIMAIS DA QUINTA Das 10h às 19h, Prado Milaneza Galinha, burros, ovelhas e abelhas, nada faltará nesta festa! E nesta oficina dedicada às raças domésticas autóctones, viajamos à descoberta do ciclo da lã ou ao interior de uma colmeia. Penas, ovos, bicos e patas, pequenas curiosidades que farão as delícias das famílias. Orientação: Mundo Científico, Lda. AVENTURAS NO JARDIM Das 10h às 19h, Prado Milaneza De cabeça no ar e olhos bem abertos, vamos ver, ouvir e descobrir quantas aves diferentes habitam o Parque. Pisco, melro, carriça e pardal, qual é qual nesta aventura da biodiversidade? Pequenos truques de identificação ajudarão na tarefa. Orientação: Mundo Científico, Lda. JOGOS DO AMBIENTE Das 10h às 19h, Prado Milaneza Divertidos jogos inspirados na temática do ambiente: quem poupa mais água - o pai ou a mãe? Quem salva os ovos que caíram do ninho da andorinha? Andar de bicicleta é saudável e amigo do ambiente - vamos experimentar! Estas e outras propostas vão desafiar as famílias para o saber e para a brincadeira. Orientação: Mundo Científico, Lda. Participação: alunos da Licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação do Intituto Politécnico do Porto O OUTONO NA CABEÇA Das 10h às 19h, Prado Milaneza Há sol e chuviscos no Outono e é preciso resguardar a cabeça. O que vamos inventar para cumprir aquela função? Orientação: C. Camargo - Oficinas de artes, Lda., Carla Alves, Joana Nascimento, Sofia Santos SEGREDOS DO OUTONO Das 10h às 19h, Prado Milaneza Haverá sentimentos especiais no Outono? E segredos, mensagens? Numa caixinha que se guarda na carteira vamos dar resposta às perguntas iniciais. Orientação: André Rodrigues, C. Camargo - Oficinas de Artes, Lda., Filipa Mora, Sónia Borges Apoio: Milaneza PINTURAS DE OUTONO Das 10h às 19h, Prado Milaneza Ao ar livre e em cavaletes, vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, mas vamos todos marcar no papel a chegada do Outono! Orientação: Ana Martins, Carlos Carvalho, Dina Marques, Marco Ramos AULA DO BURRO 10h30, 11h30, 12h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, Passeio da Levada Esta será uma aula singular, pois não é todos os dias que podemos aprender mais sobre o ciclo de vida do Burro de Miranda: o que come, quanta água bebe, que cuidados necessita para o seu bem-estar, as suas caraterísticas e os seus usos. Todas as famílias estão convidadas a ver e ouvir falar desta raça asinina que está atualmente ameaçada de extinção. Conhecer para defender! Lotação: em cada momento é determinada pelas dinâmicas geradas entre o público e os burros, e definida pelos monitores responsáveis pelas aulas. Parceiro: AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino APANHA E DESFOLHADA DO MILHO 10h00-11h00 e 16h00-17h00, Prado das Abelhas Esta atividade convida as famílias a apanharem as espigas de milho do milheiral de Serralves e a realizarem a desfolhada: separação da espiga do folhelho. O milho recolhido servirá para plantar novo milheiral no próximo ano e para alimentar as galinhas da Quinta com esta variedade regional e antiga de milho. Desta forma, para além de vivenciarem uma atividade ancestral e se divertirem, as famílias contribuem para a sustentabilidade alimentar da Quinta. Coordenação: Serviço Educativo Lotação: 100 pessoas por horário Teatro Graeme Pulleyn 10h30-12h30 e 16h30-18h30 Presa O Teatro Mais Pequeno do Mundo apresenta MicroFénix , cinco "curtas” teatrais e musicais que convidam o público a experienciar a Caravana Penélope, espaço/palco deste projeto, de diversas perspetivas e formatos. Renascer, reinventar, reciclar, repensar, recriar, refilar, ressonar, refogar são alguns dos verbos que povoam a narrativa deste espetáculo, que apresenta mensagens do passado, que se revêem no presente, deixando ideias para o futuro. Co-criação de atores, músicos e escritores, os espetáculos miniatura de MicroFénix têm como fio condutor uma delicadeza absurda, uma visão surrealista e uma conceção insólita. Adão e Eva, A Escola ao Contrário, A Casa no Meio da Estrada, O Telemóvel que Caiu na Sanita, Dinheiro Debaixo do Colchão, são algumas das pérolas preciosas que se podem encontrar dentro, à volta e por cima da Penélope A Caravana. Criação coletiva de Ana Bento, Fernando Giestas, Graeme Pulleyn, Sónia Barbosa Coordenação do TMPM: Graeme Pulleyn Apoio: TSF Teatro Duas sessões: 14h00 e 17h00 Parceiro: AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino Coprodução: AEPGA e Rei sem Roupa Duas personagens aparentadas a um D. Quixote e um Sancho Pança, um misto de mendigos e jograis, viajam por um país aparentado ao nosso, um país sem tempo. Neste périplo, acompanham-nas dois burros, os verdadeiros senhores da viagem. Os quatro vêm ao burgo prestar uma visita de fingida cortesia à sua população, trazendo antigas histórias e parábolas. Ou talvez tão atuais que inquietem as gentes. ARRE! Peça para dois burros e dois atores é uma exploração teatral de pendor cómico que cruza, num espetáculo de rua, três pontos de partida: o Burro de Miranda, uma pesquisa sobre a linguagem teatral do Bufão e um imaginário inspirado na obra "D. Quixote de la Mancha”. A questão da idiossincrasia, como resistência à ordem (social, de poder, cultural, estética e mesmo moral) é o ponto unificador desta tríade. Ficha artística: Interpretação: Alexandre Sá, Janela Magalhães e dois burros da AEPGA Encenação: Pedro Fabião Figurinos: Janela Magalhães, Alexandre Sá, Anymamundy Fotografia: Pedro Santos Co-produção: Rei Sem Roupa e AEPGA Fotografia: Cláudia Costa Teatro físico, visual, clown e burlesco Luciano Amarelo e Olivier Luppens Duas sessões: às 11h30 e às 15h00 "Victor, empreiteiro de segunda geração! A obra, o seu universo singular, é um legado do seu avô. Por vezes, sonha com Buenos Aires. Certo dia, bate-lhe à porta um estranho. Impossível ver-se livre dele. Chama-se Max. Estes dois homens não parecem ter sido feitos um para o outro... mas... Max, uma ave migratória, adapta-se a qualquer situação, sempre de forma muito pessoal. Esta é uma história para ser lida como uma banda desenhada. Quando as palavras são quase supérfluas, a imagem arrebata-nos. Uma história contemporânea, divertida e tocante. Encenação: Tom Roos Interpretação: Luciano Amarelo e Olivier Luppens Co-produção: Terra na Boca / En Chantier(s) / Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura Créditos: Vincent d'EAUBONNE Victor Gama apresenta em concerto uma série de composições recentes para Acrux, Toha e Dino, instrumentos da série Pangeia Instrumentos, criados e desenvolvidos por si ao longo dos últimos vinte anos. Algumas das peças tiveram a sua apresentação mais mediática no Carnegie Hall em Nova Iorque a 12 de Março de 2010 a convite de David Harrington dos Kronos Quartet. Na sua música, Victor Gama revela uma paleta sonora construída a partir de elementos percussivos e arpejos de cordas que fecham um círculo entre a música de gamelão indonésio e compositores contemporâneos como Francis Bebey, Steve Reich ou Erik Satie. Tocando os instrumentos acústicos que constrói, os Pangeia Instrumentos, nome do album editado por Aphex Twin na Rephlex Records que o levou a apresentar-se em palcos de todo o mundo, Gama explora as fronteiras entre elementos folk tradicionais, electrónica e música improvisada. Biografia Músico, compositor e criador de instrumentos contemporâneos, explora a intercecção entre o virtual e o físico, o digital e o analógico, e a forma como esta se manifesta como um novo território musical e sonoro. Mestrado em tecnologia da música e organologia pela Sir John Cass Faculty of Art,Architecture and Design de Londres, o seu trabalho de permanente pesquisa faz uso de elementos dinâmicos num processo de composição que inclui a concepção, design e construção dos instrumentos com que a obra é executada, dando assim origem ao instrumentário e instalações da série Pangeia Instrumentos. Como resultado tem vindo a atraír encomendas por parte de alguns dos ensembles e instituições de prestígio mundial como a Chicago Symphony Orchestra, a Kronos Performing Arts Association, o National Museums of Scotland, o Tenement Museum de Nova Iorque, a Prince Claus Fonds da Holanda ou a Royal Opera House de Londres. Uma das sua obras mais recentes para quarteto de cordas e três dos seus instrumentos foi estreada pelo Kronos Quartet no Carnegie Hall em Nova Iorque em Março de 2010 e apresentada ao público português no CCB em Novembro de 2010. A obra ""Rio Cubango"" encomendada pelo Amsterdam Fund for the Arts e a Prince Claus Fund estreou no Concertgebouw em Amesterdão a Novembro de 2011 e a sua mais recente encomenda feita pela Orquestra Sinfónica de Chicago estreou em Março de 2012 em Chicago. Braima Galissa é um tocador de kora e cantor originário da Guiné-Bissau. Nasceu no seio de uma família de djidius - músicos hereditários - sendo Galissa o nome de uma das famílias que tradicionalmente toca kora. Começou a aprender a tocar este instrumento com 5 anos de idade pela mão do pai, Abudo Galissa, e também da mãe e do tio materno, todos eles pertencentes a esta tradição de músicos. Reside em Portugal desde 1998, onde tem continuado a executar vários projetos culturais e a dar concertos por todo o país. A nível internacional, tocou em Espanha, Brasil, S. Tomé, e toda a Costa Ocidental Africana. Participou em trabalhos discográficos de João Afonso, Amélia Muje, Herménio Meno, na colectânea ""Mon na mon"", Blasted Mechanism, Sara Tavares e vários artistas guineenses. Kora é um instrumento associado à recitação de histórias, e significa no dialecto Mandinga "o instrumento que abrange tudo”. Tendo-se apercebido do peso cultural do kora, Braima Galissa procura preservar a sua simbologia. A sua pedagogia tradicional – que dura cerca de 15 anos – envolve canto, afinação, e construção do instrumento, formação em história africana, linguística e relações internacionais. Constituído originalmente por uma cabaça, metal, madeira, pele e 21 cordas de pele de gazela, o kora foi evoluindo a partir de vários instrumentos como o tonkoron e o bolonbata, desde os meados do século XIII. Por influência dos Europeus, as cordas foram substituídas por fios de nylon e a sua sonoridade harmoniosa assemelha-se à de uma harpa. A segunda edição do projeto Intergeracional, uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto/Fundação Porto Social e o Serviço Educativo da Fundação de Serralves, tem como principal objetivo o cruzamento do presente, do passado e do futuro, criando elos de ligação entre várias gerações. À semelhança da edição anterior, este projeto envolveu um grupo de adolescentes do Centro António Cândido e um grupo de adultos na terceira idade do Centro de Dia do Santíssimo Sacramento, ao qual se juntou outro grupo do Centro de Dia do Bom Pastor — Cruz Vermelha Portuguesa. Nos espaços das instituições envolvidas, bem como no Museu e no Parque de Serralves, foram realizados encontros, convívios e oficinas com o propósito de criar ligações de afeto e cruzar experiências de vida, valorizar o imaginário, estimular capacidades e comunicar através da expressão plástica e da escrita criativa. A presente exposição pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido e partilhar registos de todo o processo. Dia de encerramento da exposição 06 out, dom, Festa do Outono: das 10h00 às 19h00 Horários de visita da exposição de 20 setembro a 5 de outubro Ter-Sex: das 10h00-13h00 e 14h00-17h00 Sáb e dom: das 10h00 às 18h00
FESTA DO OUTONO 20122012-09-30
Celebre a chegada do Outono em Serralves!Entrada gratuita.Preparámos um dia especial para viver em família. Vamos reavivar antigas tradições e costumes desta época, com saberes e práticas ancestrais ligados à tradiç...
FESTA DO OUTONO 2012
2012-09-30
![]() Celebre a chegada do Outono em Serralves! Entrada gratuita. Preparámos um dia especial para viver em família. Vamos reavivar antigas tradições e costumes desta época, com saberes e práticas ancestrais ligados à tradição rural, revividos no contexto contemporâneo de Arte e Paisagem que é Serralves. O prado e a quinta serão o palco privilegiado para toda a animação, e o jardim Maria Nordman o local ideal para trazer o tradicional cesto e piquenicar durante o dia. Convidamo-lo a participar numas das muitas oficinas: ora dedicadas à descoberta da biodiversidade no Parque, ora dedicadas à celebração do Outono através de construções de palha e pinturas ao ar livre, entre outras propostas criativas. Haverá também uma "Burroteca” com um contador de histórias, o premiado documentário de Tiago Pereira "Onze burros caem no estômago vazio”, espetáculos de música com os grupos F.R.I.C.S. e Danças Ocultas, teatro com a peça "Quase nada” da companhia PELE e na dança e performance teremos "O Baile” da coreógrafa Aldara Bizarro e "Chapeau”, um atelier/espetáculo de chapéus-escultura. Como já vem sendo tradição, nesta 4ª edição haverá ainda a feira de produtos biológicos e a do livro infantil. Contamos consigo! Venha a Serralves na chegada da nova estação. O acesso realiza-se pelos portões da Avenida Marechal Gomes da Costa e da Rua Bartolomeu Velho 141. Consulte o programa detalhado aqui no site e no destaque da agenda da aplicação mobile de Serralves (download gratuito). (Por motivos imprevistos este programa poderá estar sujeito a alterações). ![]() Actividades Relacionadas
MÚSICA
F.R.I.C.S. A F.R.I.C.S. (Fanfarra Recreativa e Improvisada Colher de Sopa) junta músicos provenientes de diversas áreas, como o free-jazz, o rock psicadélico, a música clássica indiana, a salsa, o death metal e a música sinfónica. O projecto tem um núcleo duro de 10 músicos (sopros e metais, cordas, teclados, percussão e sintetizadores) e apresenta-se regularmente integrando convidados, entre os quais já figuraram José Cid e Manel Cruz, entre outros, tendo também colaborado por diversas vezes com a Fanfarra de S. Bernardo, uma das mais conceituadas fanfarras do País. Horário: 13h45 (duração: 60 min) Local: Percurso com início no Octógono DANÇAS OCULTAS O acordeão diatónico – em Portugal conhecido por concertina – é um instrumento concebido na primeira metade do século XIX, e depois aperfeiçoado por diversos construtores europeus, que hoje ecoa memórias de uma outra vivência do espaço musical: um tempo anterior ao disco, à rádio. Continua, porém, a ser uma máquina de construir sonhos; e, por conseguinte, de inventar futuros possíveis, de fazer sentidos. Em Maio de 1989 Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel começaram por organizar-se em torno de um sonho: o de desenvolverem as aptidões da execução enquanto investigavam as possibilidades de afastar o instrumento do folclore tradicional, acatando o que então era entendido como a “vontade da concertina”, mas fazendo para ela uma música nova. Em Outubro de 2009, publicaram um novo trabalho: Tarab, um termo árabe para designar o estado de elevação, celebração e comunhão espiritual que é atingido simultaneamente pelo executante e pelo ouvinte durante um acto musical bem conseguido. Tarab é êxtase. Tarab é o objectivo da música e dos esforços de quem a pratica. Tarab assinala o recentramento do grupo, uma reinterpretação dinâmica do seu percurso comum e uma nova afirmação da música como linguagem de fraternidade universal. (Jorge P. Pires) Horário: 15h30 (duração: 60 min) Local: Prado
OFICINAS EM FAMÍLIA
Actividades para todas as idades. Sem marcação prévia, sujeito à lotação em cada momento. Horário: 10h00-19h00 MORCEGOS E MICROMAMÍFEROS Morcegos, esquilos, toupeiras e ratos são animais muito importantes na ecologia e no meio urbano. Nesta oficina será explorada a biologia destes animais e as características do seu habitat, respondendo a curiosidades como: onde vivem? Como comunicam? O que comem? Vamos explorar estes aspetos e pensar em formas criativas para conservar estes animais fabulosos. Orientação: Mundo Científico, Lda. Local: Prado AVES Vamos descobrir as aves que existem no Parque de Serralves e conhecer um pouco melhor a sua biologia: porque voam as aves? Como se alimentam? Quais as espécies mais comuns? Estas são algumas questões a que iremos dar resposta. Orientação: Mundo Científico, Lda. Local: Prado Apoio: Nacional ANFÍBIOS E RÉPTEIS Por serem seres vulneráveis ou mal compreendidos, os anfíbios e os répteis têm sido dos grupos animais mais ameaçados na Natureza. Nesta oficina vamos perceber porque são estes animais tão sensíveis e desvendar alguns dos seus mitos. Esta oficina prevê saídas de campo a realizar com grupos de participantes (máximo 25) para observação e contacto com estes animais. Orientação oficina: Mundo Científico, Lda. Orientação visitas: Raquel Ribeiro – um projeto em parceria com CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto Horários saídas de campo: 11h00, 14h30 Local: Prado INSETOS E ARANHAS O fascinante grupo dos insetos e das aranhas é o mote para esta oficina. Como se capturam, identificam e, igualmente importante, como se preservam para o futuro, será a nossa aprendizagem em família. Vamos ser Biólogos por alguns momentos e compreender melhor o mundo destes animais invertebrados. Esta oficina prevê saídas de campo a realizar com grupos de participantes (máximo 25) para visita orientada à Horta em busca de exemplares para observação. Orientação oficina: Mundo Científico, Lda. Orientação visitas: José Manuel Grosso – um projeto em parceria com CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto - e Mundo Científico, Lda. Horários saídas de campo: 11h00 (Insetos) e 16h30 (Borboletas) Local: Celeiro Apoio: Milaneza e Nacional ANIMAIS DA QUINTA Vamos visitar a Quinta e descobrir como vivem a vaca, a ovelha, a égua, o burro, os patos e as galinhas! A partir do contacto direto com alguns animais de raças autóctones portuguesas, vamos falar sobre os seus diferentes tamanhos, formas, revestimentos, tipos de locomoção, hábitos alimentares e de reprodução. Esta oficina prevê saídas de campo a realizar com grupos de participantes (máximo 25) para observação e contacto com animais da Quinta. Orientação oficina: Mundo Científico, Lda. Orientação visitas: Fernando Teles Horários saídas de campo: 11h00, 14h30, 16h30 (1h30 duração) Local: Prado FLORA As plantas são uma fonte inesgotável de formas, cores e aromas na natureza. Nesta oficina desvendam-se os segredos de algumas plantas dos jardins de Serralves: sementes com asas? Folhas que escondem cores? Munidos de lupas, microscópios e pinças desvendaremos muitas curiosidades acerca destes fascinantes seres vivos. Orientação: Mundo Científico, Lda. Local: Prado CRIAÇÕES COM PALHA Nesta oficina a palha é a rainha das criações para, em família, inventar o que a imaginação propuser: bonecos-brinquedo inspirados nos bichos da Quinta e da horta, personagens de uma história… Uma viagem ao mundo da criatividade com materiais naturais num ambiente de Festa tradicional. Orientação: Ana Martins, Carlos Carvalho, Marco Ramos, Raquel Correia Local: Prado Apoio: Milaneza PINTURAS DE OUTONO Ao ar livre e em cavaletes vamos pintar com tintas coloridas e fazer desenhos com formas reais e imaginárias. Podes imitar o que vês à tua volta, criar garatujas com riscos ou até fazer borrões, mas vamos todos marcar no papel a chegada do Outono! Orientação: Anabela Pereira, Dina Marques, Paulo Jesus, Sónia Borges Local: Prado FLORESTA IMAGINÁRIA Ter uma verdadeira floresta perto de nós não é fácil. Imaginá-la, recriá-la usando os materiais de uma oficina de artes não é apenas possível como dará um enorme prazer construí-la. Vem fazer esta experiência. Orientação: Carla Alves, Cristina Camargo, Joana Nascimento, Sofia Santos Local: Prado JOGOS DO AMBIENTE Divertidos jogos inspirados na temática do ambiente: quem poupa mais água – o pai ou a mãe? Quem salva os ovos que caíram do ninho da andorinha? Andar de bicicleta é saudável e amigo do ambiente – vamos experimentar! Estas e outras propostas vão desafiar as famílias para o saber e para a brincadeira. Orientação: Mundo Científico, Lda. Com a participação de alunos da Licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti. Local: Prado
TEATRO/ DANÇA/ PERFORMANCE
BURROTECA A BURROTECA é uma biblioteca ambulante, tendo o Burro como parceiro ativo na divulgação de cultura, transportando livros. Pretende-se simultaneamente partilhar livros e o prazer de ler, criar a oportunidade de um contacto próximo com o burro, salientando as suas qualidades afetivas, nomeadamente com crianças, e ser uma atividade complementada com a animação de Jorge Ribeiro, músico/ator e contador de histórias, em parceria com a AEPGA. Interpretação: Jorge Ribeiro Duração: 10h30, 11h30, 12h30, 14h00, 15h00, 17h00 Localização: Passeio da Levada Co-produção: Jorge Ribeiro e AEPGA QUASE NADA QUASE NADA é um espectáculo bilingue, em Língua Portuguesa e Gestual Portuguesa, inspirado na Obra Poética de Eugénio de Andrade. QUASE NADA é um ciclo de vida intima, dos que vivem o ritmo do tempo, sem medo das curvas. QUASE NADA é só isso ... Lugar de encontros e desencontros, marcado pelo tempo das estações e pelo sabor da fruta da época. "Uma coisa é habitar a pele, outra é ter a noite por fragata" - Eugénio de Andrade Horário: 11h30 (duração: 60 min) Local: Prado O BAILE O espectáculo participativo O Baile, coreografado por Aldara Bizarro, com música original de Artur Fernandes, apresentado pela primeira vez no Serralves em Festa de 2012, foi inspirado no filme «O Baile», de Ettore Scola (1983), e na memória dos bailes de bairro, de aldeias e de vilas de Portugal. A partir da pesquisa dos bailes tradicionais e das várias formas da dança, procurou-se recriar um baile contemporâneo, inspirado nas ideias e percepções dos participantes e incluindo três níveis de envolvimento: os profissionais (bailarinos, músicos e coreógrafa), as comunidades que ensaiaram de propósito para o efeito, e o público que assiste ao espectáculo, e que acaba por se envolver no baile de forma espontânea. Um Baile que conta a história de uma localidade ou de um bairro. Este Baile é sobre Miragaia. Horário: 17h30 (duração: 75 min) Local: Prado CHAPEAU, DE VÉRONIQUE FOLLET Chapéus escultura, divertidos, leves, multicoloridos, pequenos e grandes, são as propostas de Véro: em poucos minutos, a artista faz aparecer um chapéu extravagante e exclusivo, arrancando sorrisos de surpresa e admiração de todos os públicos. Objectos reciclados, acessórios, folhas secas, pequenos arbustos e flores servem de inspiração para estes chapéus história, improvisados e construídos com a cumplicidade de todos os públicos. Um atelier/espetáculo inesperado para descobrir e a experimentar. Horário: 11h00-13h00 e 15h00-17h00 Local: Junto à Presa Apoio: Milaneza
EXPOSIÇÃO: "TENHO 25 ANOS" - PROJETO INTERGERACIONAL
“Tenho 25 anos” é um projeto que parte de uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto/Fundação Porto Social e o Serviço Educativo da Fundação de Serralves e que envolve um grupo de adolescentes do Centro António Cândido e um grupo de adultos na 3ª idade que frequentam o Lar do Santíssimo Sacramento. A designação deste projeto intergeracional “Tenho 25 anos” teve como objetivo aproximar os grupos em ação, estabelecendo um elo de ligação entre todos. Passado e futuro entrosaram-se dando lugar a uma relação sem conflitos, à partilha de experiências mútuas, a uma convivência saudável durante os encontros. Os espaços de trabalho foram os das Instituições participantes e os espaços de Serralves. Nas atividades deu-se relevo ao debate, à expressão plástica e à escrita criativa. As aprendizagens sucederam-se de forma interessada. Esta exposição apresenta ao público o que se considerou mais significativo no trabalho realizado ao longo de 6 meses. O projeto vai continuar e parece-nos que atingiu um ponto fundamental: a diferença de idades passou a ser encarada como uma mais-valia. Local: Lagar Sem marcação prévia, sujeito à lotação em cada momento.
PARCERIAS
- CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto - AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino - CMP/Fundação Porto Social - Institute Franco Portugais
FEIRAS
FEIRA DE PRODUTOS BIOLÓGICOS Venha conhecer os produtos biológicos que seleccionámos especialmente para toda a família: Pão embalado e bolos, compotas, mel e doces de fruta, bolachas e biscoitos, café, chás e infusões, azeites sumos, entre muitos outros produtos Horário: 10h00-19h00 Local: Pátio da Nogueira FEIRA DO LIVRO INFANTIL Abrangendo uma vasta selecção de títulos a Fundação de Serralves e a Livraria Leitura propõem para os mais novos muitas construções, jogos, histórias e aventuras, que nos ajudam a incentivar o gosto pelos livros junto das crianças. Horário:10h00-19h00 Local: Pátio da Nogueira
DOCUMENTÁRIO
"ONZE BURROS CAEM NO ESTÔMAGO VAZIO" O documentário "Onze burros caem no estômago vazio", de Tiago Pereira aborda a etnografia do nordeste transmontano, centrando-se na relação entre burros e a população local. Para o documentário, o realizador percorreu perto de trinta aldeias do planalto mirandês entre 2004 e 2006, efetuando recolhas musicais baseadas em testemunhos locais, com o apoio da Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino. Esta é uma obra sobre histórias e canções relacionadas com o Burro de Miranda contadas pelos seus proprietários, que transmite "uma visão contemporânea da ruralidade portuguesa". Horário: 11h00; 12H00; 13h00; 14h00; 15h00; 16h00; 17h00; 18H00 Local: Sala de formação Espaço.Parque Lotação: Sem marcação prévia, sujeito à lotação em cada momento. Duração: 29 m Realização: Tiago Pereira Prémios: Prémio Tóbis para o melhor documentário português de curta-metragem do Festival Doc Lisboa de 2006 e Veado de Ouro para o melhor filme etnográfico do Dialektus Festival de 2007 em Budapeste.
RAÇAS AUTÓCTONES NA FESTA DO OUTONO
RAÇA MARINHOA Durante a Festa do Outono estarão no Picadeiro três bovinos da raça Marinhoa - um macho, uma fêmea e uma cria – com o objetivo de divulgar a raça e o trabalho desenvolvido pela Associação de Criadores da Raça Marinhoa (ACRM). Esta iniciativa visa dar a conhecer o património genético nacional e vincar a importância que as espécies animais autóctones têm na manutenção e sustentabilidade dos ecossistemas rurais. A mecanização dos trabalhos agrícolas, a par do abandono da agricultura de subsistência, contribuíram para o decréscimo do número de animais de raças autóctones. Atualmente a maioria encontra-se em risco de extinção e a raça Marinhoa não é exceção, com cerca de 1300 fêmeas inscritas no livro genealógico e uma média de 900 crias nascidas por ano, está classificada como muito ameaçada. AULA DO BURRO Convidamos as famílias a descobrir o que o burro come, quanta água bebe, que cuidados necessita para o seu bem-estar, qual o seu ciclo de vida e características morfológicas e como se comporta nas várias situações no dia a dia. Horário: 10h-11h, 11h30-12h30, 13h-14h, 14h30-15h30, 16h-17h, 17h30-18h30 Local: Passeio da Levada Lotação: em cada momento é determinada pelas dinâmicas geradas entre o público e os burros, e definida pelos monitores responsáveis pelas aulas. Parceria: A AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino é uma associação sem fins lucrativos que foi fundada a 9 de Maio de 2001 e tem por objeto social a proteção e promoção do Gado Asinino, em particular a raça autóctone de asininos das Terras de Miranda – Burro de Miranda. Esta associação reúne criadores e admiradores deste gado e contribui para o melhoramento genético e criação de um conjunto de animais de características semelhantes, que atualmente sobrevive no Planalto Mirandês, representando a primeira raça autóctone de asininos de Portugal.
PROGRAMAÇÃO E PRODUÇÃO
Directora Geral: Odete Patrício Director do Museu: João Fernandes Director do Parque: João Almeida Directora de Recursos e Projectos Especiais: Cristina Passos Directora de Marketing e Desenvolvimento: Bárbara Marto Directora Administrativa e Financeira: Sofia Castro PROGRAMAÇÃO Serviço Educativo: Elisabete Alves Produção: Carla Almeida e Anabela Silva Serviço de Artes Performativas: Cristina Grande, Pedro Rocha Produção: Ana Conde Produção Executiva: Marina Freitas O BAILE Concepção, direcção e coreografia: Aldara Bizarro Interpretação e co-criação: Costanza Givone, Isabel Costa, Bruno Rodrigues, Manuel Henriques e Diana Serrano, e ainda com a participação de Mayra Alejandra Pinto Ronda; Vasco Temudo Lima; Ana Luísa; Inês Catarina Teixeira; Adelaide Pereira; Maria da Glória Lopes Neves; Clara de Jesus Teixeira Cardoso; Anatilde Rolas Dias; Maria Manuela S. Costa Coelho; Maria Belíssima Quintela Tavares; António Monteiro; Clara Vasconcelos; Leonardo Carvalho; Martim Ricon Peres; Tiago Candal; Manuel Silva; Élson Pinho; Renato Reis; Sérgio Pereira Criação musical: Artur Fernandes (Danças Ocultas) Interpretação musical: Artur Fernandes (concertina), Marco Figueiredo (piano) e Miguel Calhaz (contrabaixo) Com a colaboração de elementos do Centro Paroquial de N. Sra. da Vitória, do Centro Social da Paróquia de Miragaia, da Associação Recreativa e Desportiva de S. Pedro de Miragaia,do Rancho Douro Litoral da Associação Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, do Curso de Música Silva Monteiro e Academia de Música Costa Cabral Administração: Francisca Vaz Pinto Produção: Alberto Magno com o apoio de Diana Serrano Ensaiador musical no Porto: Marco Figueiredo Apoios: Teatro Nacional de S. João; Academia de Música Costa Cabral; Auditório dos Mercadores; Junta de Freguesia de Miragaia; Auditório de Miragaia O Baile foi apresentado no Serralves em Festa 2012 e realizado em parceria com o Manobras no Porto - Centro Histórico 2011/2012. O projecto é uma co-produção dos Municípios da Cultrede – Pombal, Gouveia, Seia, Ponte de Lima e Paredes de Coura – da Cultideias e Jangada de Pedra. QUASE NADA CRIAÇÃO COLETIVA Direcção artística: João Pedro Correia Assistência de direcção: Rosário Costa Direcção musical: António Serginho Apoio de Português em Língua Gestual Portuguesa: Isabel Amaral Interpretação: Diana Silva, Eva Fernandes, Joana Silveira, Melissa Silva, Nelson Rodrigues, Pedro Frias, Ricardo Cottin, Sofia Gomes e Sofia Quintas. Cenografia: Ana Gormicho e Daniel Teixeira Figurinos: PELE Desenho de Luz: Pedro Cabral Registo Imagem: César Pedro Imagem Gráfica: Nuno Patrício Co-produção: PELE, Associação Surdos do Porto, Serviço Educativo da Casa da Música, Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento da Câmara Municipal do Porto.
FESTA DO OUTONO 20112011-09-25
Venha celebrar a chegada do Outono em Serralves. Um dia em Família, para todas as idades!
No dia 25 de Setembro, Domingo, a partir das 10h00, Serralves organiza a terceira edição da Festa do Outono, para celebrar a chegada da ...
FESTA DO OUTONO 2011
2011-09-25
![]() Venha celebrar a chegada do Outono em Serralves. Um dia em Família, para todas as idades! No dia 25 de Setembro, Domingo, a partir das 10h00, Serralves organiza a terceira edição da Festa do Outono, para celebrar a chegada da nova estação. Todos os anos há música, teatro infantil, percursos na Quinta e oficinas em família; e ainda uma Feira do Livro Infantil e uma Feira de Produtos Biológicos, com venda de compotas, ervas aromáticas, azeites e muito mais. Por tudo isto a Festa do Outono em Serralves é uma celebração em família da chegada da nova estação, dos seus produtos típicos e das suas tradições. Das 10h às 20h vamos festejar com todos quantos nos visitarem. O acesso é gratuito e realiza-se pelo portão da Avenida Marechal Gomes da Costa e Rua Bartolomeu Velho 141.
(Por motivos imprevistos este programa poderá estar sujeito a alterações) ![]() Actividades Relacionadas
MÚSICA
TOQUES DO CARAMULO
BAILE MANDADO
BAILE DOS CORPOS EXTRAORDINÁRIOS, FIMP – FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS DO PORTO Direcção Artística: IGOR GANDRA
ACTIVIDADES CONTÍNUAS
FEIRA DO LIVRO INFANTIL FEIRA DE PRODUTOS BIOLÓGICOS DOCUMENTÁRIOS SOBRE CIDADANIA E AMBIENTE Selecção de episódios do programa "Biosfera", magazine semanal da RTP2 que dá relevo às questões ambientais, com produção da Farol de Ideias (cortesia RTP2). Público-alvo: famílias (maiores de 8 anos) OFICINAS EM FAMÍLIA Animais (re)inventados Cores e Aromas na Quinta Animais da Quinta Histórias de Outono Nique-pique em Serralves Bichinhos da Horta Pintura na Quinta Sabores de Outono À Borda D'Água Fornos Artesanais e...Frigoríficos Solares Mãos no Pão Nos trilhos do Burro Mirandês
TEATRO / DANÇA
MANSARDA – Circolando “Mansarda” instala-nos nesse lugar entre céu e terra – o sótão, as águas-furtadas –, propondo-nos uma súmula de várias ideias de casa. Uma súmula de memórias vivas, feitas de terra, ar e água, com a forma redonda do tempo solar: dia, noite, Inverno, Verão. Numa sucessão de quadros que podem ter diversas leituras, a obra abre-se às histórias singulares de cada espectador. Ficha artística Criação colectiva co-produção Circolando, Próspero - Projecto Plurianual de Cooperação Cultural, Centro Cultural de Belém e Teatro Nacional São João Circolando é uma estrutura subsidiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
PARCERIAS
CIBIO, Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos do ICETA/Universidade do Porto
AEPGA - Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino Complexo de Educação Ambiental da Quinta da Gruta – Câmara Municipal da Maia FIMP – Festival Internacional de Marionetas do Porto
FESTA DO OUTONO 20102010-09-26
No próximo dia 26 de Setembro, domingo, a partir das 10h00, Serralves organiza a segunda edição da Festa do Outono, para celebrar a nova estação que agora começa.
A Festa do Outono terá música, teatro de marionetas, perc...
FESTA DO OUTONO 2010
2010-09-26
![]() No próximo dia 26 de Setembro, domingo, a partir das 10h00, Serralves organiza a segunda edição da Festa do Outono, para celebrar a nova estação que agora começa. A Festa do Outono terá música, teatro de marionetas, percursos na Quinta e oficinas em família. Haverá ainda uma Feira do Livro Infantil e uma Feira de Flores e de Produtos Biológicos, com venda de compotas, ervas aromáticas e azeites. Durante este dia de celebração do Outono, estão previstas uma série de Oficinas em Família, a decorrer em contínuo entre as 10h00 e as 19h00. Destaque para a oficina Bonecos do tempo dos Nossos Avós em que pais e filhos são convidados a separar as espigas das barbas de milho e do folhelho, desfazer um fardo de palha e construir bonecos de outros tempos com matérias naturais. Outra oficina que promete despertar grande interesse é a Cozinha Solar onde os participantes vão conhecer os diversos modelos de forno solar, aprender a construí-los e ainda provar petiscos variados cozinhados na Festa. Na música serão apresentados os projectos Galandum Galaundaina, grupo que traz música tradicional das terras de Miranda e Nordeste Transmontano com um toque de modernidade e os Tambombo, grupo de percussão da Escola EB23 de Palmeira, que promete momentos de grande animação durante todo o dia. No Teatro de Marionetas, destaca-se o espectáculo João e o Pé de Feijão, uma adaptação do conhecido conto dos irmãos Grimm, trazido pelo Teatro de Marionetas Partículas Elementares. Com momentos lúdicos e divertidos, combinados com outros de delicada e leve poesia, este espectáculo explora a riqueza e sabedoria do universo infantil. Os percursos orientados, organizados pelo Serviço Educativo da Fundação de Serralves, incluem percursos diferentes e originais, como é o caso de Os Animais da Quinta, onde os participantes irão visitar a Quinta e descobrir como vivem os animais. Neste dia de Festa, inaugura a exposição fotográfica Terra de Linces que mostra um conjunto de fotografias de linces ibéricos em liberdade, no seu habitat natural, da autoria do fotógrafo Andoni Canela. Por tudo isto, a Festa do Outono em Serralves pretende ser uma celebração em família da chegada da nova estação, dos seus produtos típicos e das suas tradições.Das 10h às 19h vamos festejar com todos quantos nos visitarem. Contamos consigo! ENTRADA GRATUITA Consulte o programa completo aqui. Mecenas Exclusivo do Programa para Famílias
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Como chegar à Festa do Outono
DE METRO:
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